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Estupro e homicídio

Caso Tabata: assassino dá detalhes sobre o crime

A menina de seis anos foi morta logo após ser estuprada; crime aconteceu no fim de setembro, em Umuarama

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Tabata foi estuprada e assassinada no dia 26 de setembro. (Foto: Reprodução RICTV Curitiba)

Em depoimento à Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), no início da tarde de terça-feira (3), Eduardo Leonildo da Silva, 30 anos, assassino confesso da menina Tabata Fabiana Crespilho da Rosa, seis anos, revelou detalhes sobre o crime que chocou Umuarama, interior do Paraná, no fim do mês de setembro. 

Eduardo contou que pouco antes de encontrar a vítima, bebia em um churrasco na obra onde trabalhava como pedreiro. Bastante alcoolizado, ele teria visto a pequena Tabata enquanto ela seguia para a escola e oferecido uma carona.

Apesar de negar que tenha aliciado a vítima, Eduardo confessou que sufocou Tabata pouco depois de encontrá-la – de acordo com a polícia, foi nesse momento que o estupro aconteceu.

O criminoso chegou a ir para o trabalho no dia seguinte, mas foi encontrado pela polícia horas depois.

O laudo da DHPP ainda é preliminar, mas já confirmou o abuso sexual.

Crime

Tabata foi considerada desaparecida no fim da tarde de terça-feira (26/9), em Umuarama. Depois de quase 24h de buscas e investigações, na noite de quarta (27), a polícia chegou ao acusado. O rapto foi registrado por câmaras de segurança da região em que ela desapareceu. Eduardo acabou confessando e indicando onde o corpo da menina de seis anos estava enterrado.  

Transferência

O homem, conhecido também como ‘maníaco do parque’ devido a outro assassinato cometido em 2015, foi deslocado para Curitiba depois da revolta da população em Umuarama. Na noite da prisão de Eduardo, aproximadamente duas mil pessoas se reuniram em frente a delegacia do município, colocaram fogo em onze veículos e depredaram o prédio da polícia. Na ocasião, detidos no local aproveitaram a confusão para iniciar uma rebelião que resultou na transferência de oitenta prisioneiros.

Comoção

Osnildo Carneiro Lemes, delegado responsável pelo caso deu um depoimento emocionado no facebook sobre a morte da criança. Segundo conta, a equipe chorou ao encontrar o corpo enterrado em uma cova rasa. Moradores da cidade do interior do Paraná também acompanharam abalados o caso, centenas deles compareceram ao triste velório de Tabata.  

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