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Crime bárbaro

Caso Tabata: acusado do crime pode não ter agido sozinho

Inquérito foi devolvido à polícia para novas investigações

Autor: Redação RIC Mais
Tábata Fabiana Crespilho da Rosa, de apenas 6 anos, na foto ao lado da mãe, foi violentada e morta na cidade de Umuarama, no interior do Estado (Foto: Reprodução)

O Ministério Público devolveu o inquérito que já estava concluído para que a polícia faça novas investigações. Para o promotor do caso, Paulo Roberto Robles Estebon, várias questões ainda precisam ser respondidas sobre a possibilidade de participação de outra pessoa, e qual seria a motivação do crime.

Tábata Fabiana Crespilho da Rosa, de apenas 6 anos, foi violentada e morta na cidade de Umuarama, no interior do Estado. O crime aconteceu em setembro e parecia estar resolvido. Eduardo Leonildo da Silva, de 30 anos, foi preso, acusado da morte. Mas uma série de questionamentos intrigou a promotoria.

Eduardo confessou ter matado a garota, mas não disse o que teria motivado o crime bárbaro. Em depoimento, também afirmou saber quem era Tábata, mas disse não ter nenhum vínculo com ela. Por que então a criança entrou no carro do acusado? Essa é uma das perguntas que o promotor de Justiça quer que a polícia responda.

Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que Tábata entra no carro do suspeito. Cerca de 40 minutos depois, ele retorna à cidade. O MP questiona o espaço de tempo em que tudo isso acontece. Uma nova perícia no carro foi solicitada para buscar novas digitais e saber se outra pessoa poderia estar no banco de trás do carro.

Tábata foi encontrada enterrada com as pernas para cima, o que no mundo do crime significa vingança. Outra situação ainda não explicada no inquérito policial.

O delegado responsável pelas investigações, Dr. Fernando Ernane Martins, diz não ter dúvidas sobre a autoria do crime.

Eduardo Leonildo da Silva já tinha passagens pela polícia pelo crime de homicídio, por ter matado no passado uma ex companheira de 16 anos.

Sobre o crime

Tábata foi morta no dia 26 de setembro de 2017, depois de ter sido deixada pelo irmão mais velho na esquina da escola onde estudava. Por meio de câmeras de segurança, a polícia identificou o carro que raptou a criança e chegou até o acusado. Na ocasião, moradores da cidade chegaram a depredar a delegacia de polícia quando souberam que o suspeito estava depondo. Ele foi transferido para Curitiba e segue detido.

A equipe da RIC TV esteve em Umuarama. Relembre o caso e confira a reportagem completa.

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