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Violência contra a mulher

Vídeo mostra mulher apanhando do marido na frente da filha em Itaipulândia

Além da mulher que aparece no vídeo, outro caso de violência contra a mulher foi registrado em Itaipulândia nos últimos dias; em nenhum dos casos as mulheres registram Boletim de Ocorrência

Autor: Redação RIC Mais
Vídeo mostra marido batendo na esposa em  Itaipulândia. (Foto: Reprodução/Vídeo)
Vídeo mostra marido batendo na esposa em Itaipulândia. (Foto: Reprodução/Vídeo)

Um vídeo flagrou o momento que um marido bateu em sua esposa na frente da filha do casal de 8 anos em Itaipulândia, no oeste do Paraná. As imagens, gravadas dentro de uma residência, mostram o homem agredindo a mulher enquanto a criança pede para que ele pare até que, por fim, a menina interfere fisicamente para tentar proteger a mãe. 

Violência contra a mulher em Itaipulândia

Esse é o segundo caso de violência contra a mulher registrado por vídeo e fotos nos últimos dias no município. No entanto, nenhuma das vítimas registrou Boletim de Ocorrência, o que chamou atenção do delegado de Polícia Civil de São Miguel do Iguaçu, cidade vizinha. Ele solicitou que as mulheres façam a denúncia. “Se ela tivesse já, no primeiro momento procurado apoio da Justiça e da polícia essas agressões poderiam já estar cessadas”, afirmou Francisco Robson.

O delegado ainda ressaltou que a cadeirada sofrida por uma das vítimas se enquadra em tentativa de homicídio por motivo fútil. Marizete foi agredida com uma cadeira depois que pediu para o companheiro cuidar do celular. “Eu só falei para ele cuidar das coisas porque não é fácil ter as coisas. E ele veio para cima de mim e ‘fincou’ a cadeira em mim. É a terceira vez que ele faz isso”, contou à equipe da RICTV Oeste. Mas mesmo ferida gravemente, a vítima não quer que o marido fique preso. “Preso não, né. Eu vou sair de perto dele. Daí, ele vive a vida dele e eu vivo a minha”.

Marizete não denunciou o marido à polícia. (Foto: Reprodução/RICTV)

Alerta do delegado às mulheres

Para o delegado, é extremamente preocupante que as vítimas não busquem ajuda da Justiça. “O pior pode acontecer. Aquele caso em Guarapuava [sobre a advogada Tatiane Spitzner que morreu após uma briga com marido], não é um caso isolado. Acredite num delegado que está na profissão há 15 anos. É muito importante, hoje ele lesiona o seu olho, amanhã ele pode tentar cortar o seu pescoço”, concluiu Robson.

Assista à reportagem completa:

Leandro Souza, repórter da RICTV Oeste, conta todos os detalhes.

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