Curitiba

Tiroteio na BR-116 termina com bandido baleado em Curitiba

Após perseguição de carro roubado, policiais trocaram tiro com o assaltante na BR-116

Na troca de tiros, o suspeito foi atingido no braço e na perna. (Foto: Tiago Silva/RICTV)

Na troca de tiros, o suspeito foi atingido no braço e na perna. (Foto: Tiago Silva/RICTV)
Na troca de tiros, o suspeito foi atingido no braço e na perna. (Foto: Tiago Silva/RICTV)
Na troca de tiros, o suspeito foi atingido no braço e na perna. (Foto: Tiago Silva/RICTV)

*Com informações do repórter Tiado Silva, da RICTV Curitiba

Um tiroteio na BR-116, na região do Tatuquara, terminou com um ladrão baleado na manhã desta quinta-feira (20).

Policiais Militares em patrulhamento avistaram, na estrada Delegado Bruno de Almeida, um Prisma branco com placas trocadas, utilizado para assaltos no bairro Tatuquara.

Quando os PMs tentaram interceptar o carro, o motorista acelerou para fugir e foi perseguido até a BR-116. Em frente à Ceasa, o criminoso sacou uma arma e atirou contra os policiais. Na troca de tiros, o suspeito foi atingido no braço e na perna.

A pista foi bloqueada, complicando o trânsito na via, mas, por volta das 10h30, a situação já havia sido normalizada.

O carro foi recuperado e levado à Delegacia de Veículos em Curitiba. O ladrão detido foi conduzido ao Hospital do Trabalhador.

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Homem ingere veneno de rato após atirar contra a mulher

Roberto Vasconcelos atirou duas vezes contra ex-mulher, e este não é o primeiro caso de violência doméstica

Roberto Vasconcelos atirou duas vezes contra ex-mulher, e este não é o primeiro caso de violência doméstica (Foto: Reprodução/RECORDTV)

Uma mulher foi baleada pelo ex-marido, que tentou se matar após cometer o crime, na noite desta quarta-feira (19). Segundo a polícia, o acusado tomou veneno de rato. O caso aconteceu em Camaçari, Região Metropolitana de Salvador (BA).

Roberto Vasconcelos atirou duas vezes contra a ex-companheira Eliane das Neves, 38 anos. Após ingerir veneno para ratos, o suspeito foi socorrido e logo em seguida encaminhado para Delegacia Especial de Atendimento a Mulher (Deam).

Vasconcelos já possui histórico de violência doméstica, ele teria agredido outra ex-companheira há cinco anos. Eliane foi atingida na cabeça, encaminhada ao Hospital Geral da Cidade e não corre risco de morte.

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Justiça manda soltar PMs acusados de matar homens caídos

Um dos policiais também fez, momentos antes, pelo menos um dos disparos que mataram a estudante Maria Eduarda, de 13 anos

O caso aconteceu no dia 30 de março; pouco antes, houve troca de tiros e uma estudante de uma escola próxima morreu (Foto: YouTube, Reprodução)

A Justiça do Rio mandou soltar nesta quarta-feira, 19, o cabo Fábio de Barros Dias e o sargento David Gomes Centeno. Eles estavam presos pela morte de dois suspeitos em Acari, na zona norte do Rio, em 30 de março. A decisão do juiz Alexandre Abrahão Dias Teixeira, da 3ª Vara Criminal do Rio, veio no mesmo despacho em que o magistrado transformou os dois policiais em réus por homicídio doloso (intencional). Assim, os PMs aguardarão o julgamento em liberdade.

O juiz acatou pedido do Ministério Público (MP) que, na segunda-feira, 17, denunciou os policiais por homicídio doloso. Eles foram filmados perto da Escola Jornalista e Escritor Daniel Piza atirando em dois suspeitos que já estavam no chão, baleados e feridos. Na denúncia, contudo, o MP considera que os policiais trabalham em "situação de guerra".

Um dos policiais, o cabo Dias, foi identificado como autor de pelo menos um dos disparos que atingiram a estudante Maria Eduarda Alves, de 13 anos. Durante uma aula de educação física, a menina foi atingida por vários tiros e morreu. Uma perícia constatou que um dos projéteis no corpo da vítima saiu de uma arma que estava com o policial. O caso ainda está sob investigação.

Os PMs alegaram que dispararam por se sentirem ameaçados pelos dois homens que estavam no chão. Ao lado dos corpos, segundo a Polícia, foram achadas armas. Não é possível, porém, ver nas imagens nada que sugira uma reação dos suspeitos baleados.

Decisão

O magistrado, contudo, impôs restrições aos dois policiais. "Entendo necessária a presença mensal dos acusados em Juízo para controlar suas atividades e condutas durante a fase instrutória. Há, também, imperiosa necessidade, neste período, dos acusados manterem-se afastados de locais públicos, festas, bares e outras atividades sociais aonde venha ocorrer aglomeração de pessoas", determinou Teixeira.

Dias e Centeno também não poderão manter contato com testemunhas e parentes das vítimas, tampouco se afastar da cidade do Rio. Eles voltarão ao trabalho, mas não poderão realizar policiamento nas ruas, tampouco atuar na área do 41º BPM, onde estavam lotados. Além disso, devem estar em casa antes das 22h.

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