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Praça da Bíblia

Suspeitos de matarem moradora de rua dentro de banheiro público são presos

Um dos suspeitos admitiu que cometeu o crime porque a mulher se recusou a ter relações sexuais com ele

Autor: Redação RIC Mais
Nathalia, de 29 anos, foi morta dentro de um banheiro público da Praça da Bíblia, em Foz do Iguaçu (Foto: Tribuna Popular)
Nathalia, de 29 anos, foi morta dentro de um banheiro público da Praça da Bíblia, em Foz do Iguaçu (Foto: Tribuna Popular)

Dois homens foram presos suspeitos de matarem uma moradora de rua com golpe de foice foram presos nesta terça-feira (12), em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. Um dos suspeitos confessou o crime. 

Suspeitos de matar moradora de rua são presos

De acordo com a polícia, após encontrarem Nathalia M., de 29 anos, dentro de um banheiro público na Praça da Bíblia, os agentes foram colher depoimento de alguns moradores de rua que conviviam com a vítima. Rapidamente, os nomes dos suspeitos foram declarados.

Os dois homens também viviam na praça e um deles, de 33 anos, admitiu que cometeu o crime porque a mulher, de nacionalidade argentina, se recusou a ter relações sexuais com ele. O outro suspeito negou participação, mas a polícia acredita que ele também tentou estuprar a vítima antes da morte. 

"Eles são usuários de craque e viviam naquela localidade e dormiam dentro do banheiro público. Existia um interesse, digamos assim, por parte de um deles, com relação a vítima. Ele deitou ao lado dela e houve uma certa rejeição. E, por conta disso, ele ficou revoltado e desferiu os golpes de foice contra ela", declarou Aracy Costa, delegada responsável pelo caso. 

Mulher é encontrada morta em banheiro público

Durante a manhã de segunda-feira (11), a Guarda Municipal (GM) foi acionada para atender o caso de agressão contra uma mulher. Os agentes encontraram a mulher dentro de um banheiro público com ferimentos na cabeça. No local também foi encontrada a arma do crime.

Testemunhas contaram que Nathalia estaria vivendo na região há alguns meses. Ainda foi informada, pela Secretaria Municipal de Assistência Social, que a vítima recebia apoio desde 2017, mas fazia algum tempo que ela não procurava ajuda.

O caso permanece sendo investigado e poderá ser tratado como feminicídio. 

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