Curitiba

Acusados pela morte de policial civil são condenados a 194 anos de prisão

Agente Marcos Antônio Gogola foi executado quando escoltava um detento para atendimento odontológico, em 2013

Os quatro acusados de participação na morte do policial civil Marcos Antônio Gogola, em 2013, em Campo Largo, foram condenados a penas que, juntas, chegam a 194 anos de prisão. A decisão aconteceu no começo da tarde desta quinta-feira (7) durante júri popular em Campo Largo. O julgamento começou na terça-feira (5). Os quatro responderam ainda pela tentativa de homicídio de outro policial.

Anderson Barbosa da Luz foi condenado a 47 anos; Dionatan Mendes Quadros (57 anos); Iago Gonçalves (48 anos) e Jean Fernando Portella de Mattos (42 anos).

O crime

A execução aconteceu na manhã do dia 5 de setembro de 2013, em frente a um consultório odontológico no centro de Campo Largo. O policial fazia escolta de um preso quando foi surpreendido por quatro homens armados. Após resgatar o detento, os bandidos atiraram contra Gogola, que morreu no local. 

Na época do crime, a Delegacia da Polícia Civil de Campo Largo divulgou as imagens de uma câmera de segurança que mostram o exato momento em que os criminosos dão inicio a ação. Para assistir, clique aqui

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Idoso é preso ao tentar vender terreno de outra pessoa com documentos falsos

Suspeito tentou vender um terreno em Fazenda Rio Grande por R$ 120 mil

Suspeito confessou o crime, alegando ser vítima de outras pessoas e que receberia R$ 10 mil reais pela transação. (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Suspeito confessou o crime, alegando ser vítima de outras pessoas e que receberia R$ 10 mil reais pela transação. (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Geraldo Sabino de Andrade, de 69 anos foi preso em flagrante, dentro de um cartório na região central de Curitiba, no final da tarde de quarta-feira (06), por investigadores da Delegacia de Estelionato. 

De acordo com a polícia no ato da prisão o idoso tentava vender um terreno, localizado no município de Fazenda Rio Grande, Região Metropolitana de Curitiba, por R$ 120 mil, utilizando documentação falsificada. Na delegacia, o suspeito confessou o crime, alegando ser vítima de outras pessoas e que receberia R$ 10 mil reais pela transação. 

Segundo o delegado-titular da unidade, Wallace de Oliveira Brito, este homem já possui outras passagens pela polícia. "Ele é natural de São Paulo e estava morando na capital paranaense há um ano. Além de ter passagens policiais no estado de São Paulo, ele também possui passagens no Paraná", finaliza o delegado lembrando que possivelmente deve ter feito outras vítimas nos demais estados brasileiros. 

Andrade responderá pelos crimes de estelionato e falsidade ideológica, se condenado poderá pegar até oito anos de prisão. A polícia acredita que com a divulgação de sua imagem novas vítimas poderão aparecer. O real proprietário do terreno já foi comunicado pela polícia.

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PM prende quadrilha que pretendia tocar o terror no litoral do Paraná

Suspeitos foram detidos na BR 277, a caminho de Paranaguá. Grupo é suspeito de roubos, sequestros e tráfico de drogas

Grupo é suspeito de integrar uma quadrilha envolvida com roubos, sequestros e o tráfico de drogas. (Foto: PM/divulgação)

Grupo é suspeito de integrar uma quadrilha envolvida com roubos, sequestros e o tráfico de drogas. (Foto: PM/divulgação)

Após uma denúncia anônima, cinco pessoas foram presas por policiais militares do 9º Batalhão, suspeitas de integrarem uma quadrilha envolvida com roubos, sequestros e o tráfico de drogas. A ação aconteceu na tarde de quarta-feira (06) na BR 277, próximo a Paranaguá (PR). A ação contou com a colaboração do Departamento de Inteligência do Estado do Paraná (DIEP) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Segundo informações, a PM recebeu informações de que integrantes de uma quadrilha estavam em dois veículos e seguiam para o litoral, onde pretendiam efetuar vários roubos. “Na BR 277, na altura do distrito de Alexandra, próximo a Paranaguá, a equipe policial avistou os carros e os suspeitos, ao notarem a presença da viatura, atiraram em direção aos militares estaduais”, afirmou o capitão César Kamakawa.

Iniciou-se então uma troca de tiros entre os policias e ou bandidos, que abandonaram os carros e tentaram fugir entrando em um matagal. Um dos suspeitos foi baleado, outros quatro foram presos e um sexto suspeito conseguiu fugir. O bandido ferido foi encaminhado para atendimento médico.

“Este grupo é suspeito de integrar uma quadrilha envolvida com roubos, sequestros e o tráfico de drogas”, destaca o capitão Kamakawa. Segundo PM, duas pistolas (uma Taurus e outra Thunder), ambas calibre 380, foram apreendidas, além de dois tabletes de maconha, totalizando mais de 1,5 quilo, que estavam na forração de um dos veículos. Já o veículo C3 constava com alerta de roubo do mês de março deste ano em Curitiba e estava com as placas clonadas.

A quadrilha seria a mesma que no mês de dezembro do ano passado participou do sequestro de um empresário em Santa Catarina e o manteve em cativeiro em Pontal do Paraná. Na ocasião, os policiais militares resgataram a vítima.

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