Curitiba

Suspeito de matar mulher e jogar corpo em rio é preso em Fazenda Rio Grande

Corpo da vítima foi encontrado dentro de uma cava do Rio Iguaçu, em Fazenda Rio Grande

Para a polícia, o suspeito não aceitava fim de relacionamento e crime foi premeditado (Foto: Ricardo Pereira/RICTV Curitiba)

*Com informações do repórter Ricardo Pereira, da RICTV Curitiba

Marcos Aurélio Castanheira, de 43 anos, foi preso nesta sexta-feira (11), suspeito pelo assassinato da zeladora Rubia Maria Pacheco, de 36 anos. A vítima era ex-mulher do homem e seu corpo foi encontrado amarrados com pedras e arames no último domingo (6) dentro de uma cava do Rio Iguaçu, em Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba.

De acordo com os investigadores, Marcos não aceitava o fim do relacionamento e agiu premeditadamente. De acordo com o delegado Mário Sérgio Bradock, no dia do crime, o suspeito telefonou para a vítima informando que queria entregar um presente a ela. Depois disso, a zeladora não foi mais vista.

A polícia ainda espera o resultado dos laudos do Instituto Médico Legal (IML) que comprovem a causa da morte. A hipótese mais provável é a de que Rubia tenha sido estrangulada antes de ter o corpo jogado na água.

Veja também:

Mulher é morta e tem corpo arrastado por condomínio em São José dos Pinhais

Envie seu comentário

Comentários (0)

Mulher é morta e tem corpo arrastado por condomínio em São José dos Pinhais

Polícia acredita que traficantes locais tenham executado a moradora

Crime aconteceu contra uma moradora do Condomínio Serra do Mar (Foto: Reprodução/RICTV Curitiba)

*Com informações do repórter Daniel Santos, da RICTV Curitiba

Uma mulher de 51 anos foi morta com requintes de crueldade na noite desta quinta-feira (11) no Condomínio Serra do Mar, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

Segundo a polícia, a Marilda Aparecida Pereira estava em casa com o filho, quando homens armados e usando capuz invadiram a residência, agrediram a mulher, efetuaram dois disparos de arma de fogo e saíram arrastando a vítima por uma corda amarrada em seu pescoço.

Eles levaram a mulher até um matagal que fica ao lado do residencial, onde uma cova rasa já estava aberta. O cadáver da vítima foi enterrado e os autores do crime fugiram.

Marilda havia recebido um benefício de R$ 5 mil no mesmo dia, mas a Polícia acredita que ela tenha sido executada por não seguir ordens de traficantes locais. A Delegacia de São José dos Pinhais vai investigar o caso.

O Condomínio Serra do Mar é conhecido na Região Metropolitana de Curitiba como "Condomínio da Morte" ou "Serra do Mal", por causa dos altos índices de criminalidade no local. 

Os vizinhos não sairam de casa para acompanhar o trabalho das equipes policiais e todos evitam falar sobre os crimes que acontecem no residencial por medo de retaliações.

 

Envie seu comentário

Comentários (0)

Denarc deflagra operação contra 'delivery de drogas' na região oeste

Cinco pessoas foram presas em flagrante e devem responder por tráfico e associação criminosa

Foram apreendidos R$ 4 mil em dinheiro, balanças de precisão, celulares e 2 kg de maconha (Foto: Polícia Civil)

*Com informações da Polícia Civil

Cinco pessoas foram presas na manhã desta sexta-feira (11) em Santa Terezinha do Itaipu, na Região Oeste do Paraná, suspeitos de participação em um esquema de ‘delivery’ de drogas.

A Operação Delivery Santa foi deflagrada pela Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc).

Durante a operação foram apreendidos mais de R$ 4 mil em dinheiro, duas balanças de precisão, 12 aparelhos celulares, dois quilos de maconha divididos em pequenas porções, uma bucha de cocaína e um notebook.

Foram expedidos e cumpridos 11 mandados de busca e apreensão. Os cinco suspeitos, com idades entre 19 e 51 anos, devem responder pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Duas pessoas ainda são consideradas foragidas. Dois rapazes, de 20 e 26 anos, que respondem pelos crimes de tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. 

De acordo com o delegado responsável pela operação, William da Rocha Assunção, as investigações duraram cerca de três meses. “O grupo costuma atuar exatamente como um disque-drogas. Durante os três meses de investigações mais de 200 quilos de entorpecentes foram apreendidos, além da confecção de vários termos circunstanciados de usuários de drogas”, contou a autoridade policial.

A operação ainda contou com apoio da Delegacia de Homicídios, Grupo de Diligências Especiais (GDE), K9 da Receita Federal, K9 da Polícia Militar e Denarc de Cascavel.

Envie seu comentário

Comentários (0)