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Suspeito de matar Daniel Correa conta como cometeu o crime

Daniel chegou a mandar a localização da onde estava para um amigo, e disse ainda que havia tido relações sexuais com a mulher

Autor: Redação RIC Mais
Suspeito de matar Daniel Correa conta como cometeu o crime (Foto: Polícia Civil/divulgação)
Suspeito de matar Daniel Correa conta como cometeu o crime (Foto: Polícia Civil/divulgação)

Nesta quinta-feira (01), o suspeito de matar o jogador de futebol Daniel Correa, Edison Brittes Júnior, foi até o local do crime acompanhado da Polícia Civil para mostrar em detalhes como teria matado o jogador.

Família está presa

Após a filha e a esposa do suspeito serem presas, policiais acompanharam Edison Brittes até a Colônia Mergulhão, zona rural de São José dos Pinhais.

No local, o suspeito mostrou detalhes de como teria cometido o crime, e o lugar onde jogou a faca que usou para matar o jogador.

Advogado explica versão do suspeito

Claudio Dalledone Junior, advogado do suspeito, afirma que Edison Brittes agiu em defesa da esposa, pois o jogador, segundo ele, teria tentado estuprar a mulher.

De acordo com ele, o objetivo do suspeito não era matar Daniel e sim abandoná-lo na área rural de SJP. Porém, o advogado afirma que quando ele estava transportando a vítima para uma área rural, o celular de Daniel tocou. Foi então que Brittes viu viu as fotos do jogador com sua esposa em cima da cama. Enraivecido, ele teria perdido o controle, matado o jogador e arrancado o órgão genital.

Descontrolado, o advogado alega que este foi o motivo de Edison Brittes ter matado e arrancado o órgão genital do jogador de futebol.

O pênis da vítima foi encontrado no mesmo lugar do corpo, nesta quinta-feira, em cima de uma árvore próximo ao local do crime.

Noite antes da morte de Daniel

Em Curitiba, Daniel passou a noite de sábado (27) com amigos, em uma casa noturna sertaneja no bairro Batel.

Segundo informações da polícia, o jogador de futebol teria vindo a capital paranaense para comemorar o aniversário da filha do suspeito, Allana Brittes, que estava comemorando seus 18 anos na boate.

Além dele, a jovem comemorou ao lado de aproximadamente mais 300 pessoas, que, de acordo com a polícia, teriam consumido ao todo cerca de 140 litros de vodka.

As investigações apontam que após o término da comemoração na boate, 11 pessoas teriam seguido para um “after” na casa da aniversariante, sendo Daniel Correa um dos convidados.

De acordo com a administração da boate, o jogador de futebol não se envolveu em nenhuma confusão dentro do local.

Polícia suspeita do envolvimento de mais indivíduos

Segundo o delegado do caso, Amadeu Trevisan, a suspeita é que Edison Brittes não tenha praticado o crime sozinho. Com isso, policiais já estão realizando a busca de mais três homens que supostamente estariam envolvidos no crime.

"Por mais que tivesse pego a mulher naquelas condições, foi exagero. Um excesso. Um ato totalmente desproporcional", disse o delegado Amadeu Trevisan.

Família presa

Além do suspeito de ter matado o jogador Daniel Correa, Edison Brittes Júnior, a Polícia Civil prendeu a esposa e a filha dele. A mulher, de 35 anos, teria se entregado na quarta-feira (31). Já a filha, que completou 18 anos no dia do crime, foi presa junto com o pai, em casa, em São José dos Pinhais. 

Todas as prisões são temporárias e tem duração de 30 dias, de acordo com a defesa. 

De acordo com o advogado do suspeito, Daniel fez fotos com a esposa do suspeito na cama do casal e, ainda, teria mandado mensagens por aplicativos de mensagem dizendo “vou comer”. Para a defesa, isso causou “brutal destempero emocional” no marido da mulher e principal suspeito.

Testemunhas do caso Daniel Correa foi ouvida

Uma testemunha considerada chave foi ouvida durante a manhã desta quarta-feira (31), por três horas, na delegacia de São José dos Pinhais. Em depoimento, ela teria relatado que Daniel foi brutalmente espancado dentro da residência do principal suspeito. Ele foi até o local com os mesmos amigos que o acompanhavam em uma casa noturna de Curitiba. O grupo resolveu ir à festa na casa do suspeito, após sair da boate.

Passado algum tempo, na casa do suspeito, a testemunha ouviu um grito de socorro em um dos quartos. No entanto, depois disso, o indivíduo afirma que apenas viu o jogador no quarto, só de cueca e camisa, enquanto quatro homens o espancavam.

Na ocasião, mesmo respirando com muita dificuldade e muito machucado, Daniel conseguia implorar para não ser morto.

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