Curitiba

Presídio de Maringá tem rebelião e fuga em massa durante a madrugada

Presidiários ainda fazem agente de refém e a polícia tenta negociar

A cadeia pública que tem lugar para aproximadamente vinte presos, abriga cem e está visivelmente deteriorada. (Foto: Reprodução RICMAIS)

Dezenove presos fugiram da 9ª Subdivisão Policial de Maringá, no norte do estado, durante uma rebelião. A confusão começou por volta das 21h deste domingo (3) quando presos renderam um agente carcerário. Equipes da Polícia Civil e Polícia Militar negociaram a libertação de um carcereiro feito refém. Ele foi liberado pelos amotinados por volta das 5h30 desta madrugada.

Segundo informações, alguns fugitivos saíram pela porta principal da carceragem enquanto outros pelo telhado da cozinha. Durante toda a madrugada moradores relataram barulhos de disparos pela cidade. 

Até a tarde desta segunda-feira quatro fugitivos haviam sido recapturados.

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Três pessoas são fuziladas na saída de restaurante

Um casal morreu na hora e uma mulher foi encaminhada com risco de morte ao hospital

A única sobrevivente, Angela Maria de Carvalho, 36 anos, foi em estado grave para o hospital. (Foto: Reprodução RICTV)

Câmeras de segurança podem ter registrado toda a ação. (Foto: Reprodução RICTV)

Câmeras de segurança podem ter registrado toda a ação. (Foto: Reprodução RICTV)
A caminhonete suspeita foi encontrada incendiada horas mais tarde. (Foto: Reprodução RICTV)
A única sobrevivente, Angela Maria de Carvalho, 36 anos, foi em estado grave para o hospital. (Foto: Reprodução RICTV)

Advogada, irmã e marido foram fuzilados na noite deste domingo (3), aproximadamente às 21h, na rua Chile com a rua Doutor Pamphilo D’Assunção, no bairro Rebouças, em Curitiba. O casal morreu na hora, já a terceira vítima foi encaminhado para o Hospital Cajuru em estado grave. A causa ainda é desconhecida, mas tudo indica ser queima de arquivos.

Andréia Aparecida de Carvalho, 32 anos, Paulo Guilherme Carvalho de Matos, 34 anos, e Angela Maria de Carvalho, 36 anos, deixavam o restaurante de carro quando foram surpreendidos por uma caminhonete que emparelhou com o veículo. Segundo testemunhas, três homens armados desceram e iniciaram uma série de disparos com fuzis e pistolas contra o trio. O carro das vítimas perdeu o controle e só parou em cima da calçada, ao lado de uma universidade. Mais de trinta estojos de calibres diferentes ficaram espalhados pela rua e a polícia fez um isolamento na região movimentada.

Os assassinos fugiram em alta velocidade em uma S10 prata. Uma hora depois, a cerca de quarenta quilômetros do local do crime, perto da BR 277, numa estrada rural, a Polícia Militar recebeu uma chamada sobre uma caminhonete com as mesmas características abandonada e incendiada. A placa é de Londrina.  

O casal estava junto há dez anos e moravam em Pinhais. De acordo com a polícia, Paulo tinha passagem pelo sistema penitenciário e teria sido delator de crimes esclarecidos. Assim, a primeira linha da investigação sugere uma caso de queima de arquivo e não está descartado o envolvimento de uma facção criminosa. As imagens das câmeras de segurança serão usadas para tentar identificar os atiradores pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa.  

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Fuga na cadeia de Guarapuava: nove presos saíram pelo telhado

Durante a bagunça agentes penitenciários conseguiram evitar que mais presos escapassem

A cadeia fica localizada no centro da cidade e gera insegurança à população. (Foto: ilustrativa/Pixabay)

Segundo a Polícia Civil, nove homens que estavam detidos na cadeia pública de Guarapuava, região central do estado, fugiram por um buraco no telhado, na madrugada deste domingo (3). Os agentes penitenciários que trabalhavam no momento conseguiram evitar que os outros colegas de cela também escapassem.

A 14ª Subdivisão da Polícia Civil fica localizada no bairro Batel, região central da cidade e gera insegurança à população. Na cela estavam ao todo dezesseis  presos.

Até o momento nenhum foi recapturado. Qualquer informação ligar para 181 ou 190.

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