Curitiba

Rapaz confessa estrangular cunhada de 17 anos e se mata

Indiciado por tentativa de estupro e feminicídio, ele assumiu a autoria do crime e, em seguida, se matou no plantão da Delegacia Central de Itu (SP)

Após matar a jovem de 17 anos estrangulada, o suspeito teria jogado o corpo no Rio Tietê (Foto: Pixabay)

Suspeito de estrangular a cunhada de 17 anos e jogar o corpo no Rio Tietê, o jovem João Felipe Oliveira de Moura, de 20 anos, foi preso na madrugada deste domingo (14), em Itu, interior de São Paulo. Segundo a Polícia Civil, ele confessou o crime e em seguida se suicidou no plantão da Delegacia Central de Itu. O caso está sendo investigado. O corpo da jovem assassinada, Letícia Ferreira, continuava sendo procurado pelo Corpo de Bombeiros no início da tarde de domingo.

Conforme a Polícia Militar, a família de Letícia entrou em contato com a corporação para denunciar o desaparecimento da garota. Testemunhas teriam visto a adolescente entrar no automóvel do cunhado. O rapaz foi procurado em casa, no bairro Potiguara, e negou ter visto a jovem, mas aparentava nervosismo. Em buscas no veículo, policiais encontraram mancha de sangue no lado do passageiro e uma marca de sapato no painel, além de outras evidências de ter havido luta no interior do carro.

O rapaz acabou confessando que havia tentado estuprar a jovem e, diante da resistência, acabou matando-a por estrangulamento. Em seguida, ele dirigiu o carro até uma ponte, conhecida como Ponte Nova, e lançou o corpo no Rio Tietê. Antes de se matar, ele havia sido indiciado por tentativa de estupro e feminicídio.

A Polícia Civil não deu detalhes das circunstâncias em que aconteceu o suicídio, alegando que o caso ainda estava sendo apurado. O corpo do rapaz foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) e não tinha sido liberado até o início da tarde.

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Estupro coletivo no Rio pode ter tido outra vítima, apontam investigações

A quinta pessoa identificada na cena do estupro coletivo de uma adolescente era, na verdade, uma menina que testemunhou o crime

Os delegados Rodrigo Moreira e Juliana Emerique durante entrevista sobre as investigações do estupro coletivo de uma adolescente de 12 anos, em Mesquita, na Baixada Fluminense (Foto: Tomaz Silva, Agência Brasil)

A quinta pessoa identificada na cena do estupro coletivo de uma adolescente na Baixada Fluminense era, na verdade, uma menina que testemunhou o crime, e que também pode ter sido vítima de violência sexual. As informações foram dadas hoje (12) pela delegada titular da Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV), Juliana Emerique de Amorim.

“Ela [testemunha] já foi identificada e ouvida. É um pouco mais velha que a vítima, mas também é uma criança”, disse a delegada, que não quis dar mais detalhes para não atrapalhar as investigações.

O inquérito principal, que investigava o estupro de vulnerável e a filmagem do crime, já foi concluído e o Ministério Público já apresentou a denúncia à Justiça. Dois novos inquéritos foram instaurados para buscar os responsáveis pela divulgação do vídeo nas redes sociais e outro para investigar se a testemunha também é vítima.

O crime ocorreu no fim de abril e a divulgação do vídeo foi feita na semana passada. Quatro rapazes foram identificados cometendo o estupro, um deles era namorado da vítima. De acordo com a delegada, o próprio namorado fez a filmagem. O vídeo tem 59 segundos de duração, mas as investigações apontam que a vítima ficou pelo menos uma hora no local.

De acordo com a delegada, os comandantes do tráfico de drogas que dominam a área onde ocorreu o crime expulsaram os demais envolvidos. Um deles está foragido. A polícia está negociando com os responsáveis legais dos outros adolescentes que participaram do crime, incluindo o ex-namorado, para que se apresentem a uma delegacia ainda hoje.

“Se não comparecerem, iremos às ruas para cumprir os mandados de busca e apreensão”, informou a titular da DCAV. Ainda segundo a delegada, o tráfico, ao saber da divulgação do vídeo, expulsou os outros três envolvidos e suas famílias da comunidade para evitar a presença da polícia na região. As investigações apontam que os rapazes não tinham envolvimento com o tráfico.

Divulgação do vídeo é crime

O delegado Rodrigo Moreira, que coordenou as diligências, disse que o crime ocorreu na residência do então namorado da vítima. A casa estava vazia e intacta, sugerindo que a família teve que fugir do local por medo de represália do tráfico. Ainda segundo ele, algumas pessoas continuam divulgando o vídeo em redes sociais e, se identificadas, poderão responder criminalmente.“Quem recebeu este vídeo, apague, porque a simples posse desse vídeo também configura crime e só serve para espezinhar cada vez mais essa adolescente, que foi vítima e continua sendo vitimizada”, disse Moreira.

A delegada da DCAV informou que várias testemunhas foram ouvidas e que muitas tentaram desqualificar a vítima. “Principalmente nas comunidades mais carentes, há a tendência de se achar normal que uma criança de 11 anos, 12 anos já tenha iniciação sexual. Independentemente de consentimento, é estupro”, ressaltou.

A família da vítima havia desistido de ingressar no Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (PPCAM), mas as autoridades estão em conversas com os responsáveis legais da menina para que aceitem a medida protetiva. No momento, os parentes e a menina estão em local sigiloso e recebendo assistência jurídica, social e psicológica.

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Mãe é flagrada tentando entregar maconha para o filho preso

Agentes penitenciários encontraram a droga escondida no fundo falso de uma sacola

Maconha estava escondida no fundo falso de uma sacola (Foto: Polícia Civil do Paraná)

Uma mulher de 51 anos foi presa em flagrante em Telêmaco Borba ao tentar entrar na Cadeia Púbica da cidade com cerca de um quilo de maconha para entregar ao seu filho que está preso no local. A droga foi apreendida.

De acordo com a polícia, os agentes encontraram a droga escondida no fundo falso de uma bolsa que a mulher trazia. Os policiais foram acionados e a mulher foi encaminhada para delegacia, onde alegou que não tinha conhecimento da droga no fundo da sacola.

No entanto, a mulher confessou que uma pessoa levava a sacola toda semana em sua residência para levar os alimentos nos dias de visita para seu filho. A mulher disse ainda que era a segunda vez que levava os alimentos para o filho utilizando a mesma bolsa.

A suspeita foi autuada pelo crime de tráfico de drogas e está à disposição da Justiça. A Polícia Civil continua as investigações para identificar a pessoa que levava a sacola com a droga para a mãe do preso.

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