Curitiba

Homem que fugiu de local de acidente é suspeito de ataque a carro-forte

O dinheiro estava com um homem que havia acabado de fugir do local de um tombamento

O dinheiro estava no carro que colidiu com um caminhão na BR-116 (Foto: PRF)

O dinheiro estava no carro que colidiu com um caminhão na BR-116 (Foto: PRF)

O dinheiro estava no carro que colidiu com um caminhão na BR-116 (Foto: PRF)
O caminhão tombou logo após a colisão (Foto: PRF)
O homem foi preso em um posto de gasolina (Foto: PRF)
A BMW ficou com a lateral destruída (Foto: PRF)

O homem de 34 anos que foi preso, nesta quinta-feira (17), pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) ao fugir de um acidente com um caminhoneiro, na BR-116, foi apontado como um dos comandantes de ataques aos veículos que transportam dinheiro. O acidente aconteceu no quilômetro 109 da rodovia, conhecida também como Contorno Leste. O homem foi levado ao Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), onde os policiais descobriram que ele tinha apresentado documentos falsos. 

Com ele, a PRF tinha apreendido R$ 228,7 mil em dinheiro. Em primeiro momento, o homem disse aos policiais que o dinheiro era para a compra de um imóvel, mas as investigações da Polícia Civil apontam que ele apenas tentou enganar os policiais. 

Num apartamento locado pelo homem, no bairro Capão Raso, os policiais apreenderam uma pistola e munições. Ainda dentro do imóvel, os policiais encontraram cintas usadas para prender dinheiro e isso confirmou a suspeita, de que ele estaria por trás dos ataques aos carros-fortes. Segundo o delegado Rodrigo Brown, estas cintas são objetos de uso exclusivo nos transportes de valores. 

As investigações do Cope apontaram que o homem participou do roubo ao carro-forte na BR-277, no litoral do Paraná, em julho deste ano. Nessa ação, bandidos detonaram o veículo da empresa Proforte e estavam fortemente armados. Eles atiraram contra os vigilantes da empresa, balearam duas pessoas e conseguiram explodir o carro fugindo com malotes de dinheiro. Por causa da ação, a rodovia ficou bloqueada por várias horas.

Foragido do Rio Grande do Sul, o homem ficou detido à disposição da Justiça e as investigações continuam. A Polícia Civil procura agora por mais envolvidos nos crimes. 

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Vítima é executada nua com tiro de escopeta calibre 12 em Piraquara

A polícia ainda não sabe a motivação do homicídio, que ocorreu na mata fechada

O corpo foi encontrado na mata fechada (Foto: Reprodução)

*Com informações do repórter Daniel Santos, da RICTV Curitiba

A polícia tenta desvendar uma execução ocorrida nesta quinta-feira (17) em no bairro Entremar, em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba. 

O assassinato ocorreu no meio da mata fechada que ladeia a rua Eduardo da Rocha. 

Suspeita-se que os assassinos tenham entre 30 e 35 anos. A vítima foi executada nua e por uma escopeta calibre 12. Ainda não se sabe a motivação do crime. 

O repórter Daniel Santos, da RICTV Curitiba, esteve no local e mostra mais detalhes sobre o caso, confira:

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R7 entrevista homem que matou a ex-mulher na zona leste de São Paulo

Uma das filhas da vítima, de 13 anos, disse ter presenciado o crime ao lado da irmã mais nova

Geisa Daniele Soares Feitosa foi morta por Ricardo Daniel Pappalardo (Fotos: Arquivo Pessoal)

*Do R7

Era noite do sábado (12) e Geisa Daniele Soares Feitosa, de 30 anos, voltava do trabalho de cabeleireira e manicure. Ela chegou em casa, no Parque São Lucas, na zona leste de São Paulo, e foi abordada pelo ex-companheiro Ricardo Daniel Pappalardo, de 48 anos, que atirou seis vezes. A mulher morreu no local, segundo a família, na frente de duas de suas filhas.

Familiares da vítima informam que Geisa ajoelhou e implorou para não ser executada em frente às crianças.

Em entrevista exclusiva ao R7, Ricardo diz que a motivação do crime foi o fato de ter descoberto que a filha dele, de quatro anos, tinha sido abusada sexualmente por um ex-companheiro da avó da menina. De acordo com o escritório Brito, Vanzolini & Porcer Advogados Associados, que está dando auxílio à família da Geisa, Ricardo já sabia do suposto abuso sexual há mais de um ano. A reportagem não conseguiu localizar o ex-companheiro da avó da menina.

Ele também alegou que as crianças não presenciaram o crime e que não se lembra de a mulher ter se ajoelhado pedindo clemência. A versão de que Geisa teria implorado pela vida seria da filha dela, de 13 anos.

Geisa tentou uma medida protetiva contra Ricardo Daniel Pappalardo oito dias antes de ser assassinada. Segundo a família, na delegacia foi dito que era preciso investigar o caso antes.

Durante a entrevista, Ricardo também diz que não é machista e afirma não saber o que é feminicídio.

Ele responde ao crime em liberdade.

Assista ao vídeo abaixo:



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