Curitiba

Polícia de Maringá investiga venda de bebê por R$ 1,6 mil

Cada um dos envolvidos apresentou uma versão diferente na delegacia; bebê de quatro dias está em abrigo

Bebê de quatro dias está em um abrigo em Maringá (Foto: RICTV Maringá/Reprodução)

Conselho Tutelar recebeu denúncia de que um bebê havia sido vendido em Sarandi (Foto: RICTV Maringá/Reprodução)

Conselho Tutelar recebeu denúncia de que um bebê havia sido vendido em Sarandi (Foto: RICTV Maringá/Reprodução)
Mãe da criança afirma que teve o filho roubado na maternidade (Foto: RICTV Maringá/Reprodução)
Bebê de quatro dias está em um abrigo em Maringá (Foto: RICTV Maringá/Reprodução)

A Polícia Civil de Maringá, na região noroeste do Paraná, abriu um inquérito para investigar a venda de um bebê recém-nascido em Sarandi, município da Região Metropolitana.

Um denunciante anônimo de Sarandi entrou em contato com a Polícia Militar e com o Conselho Tutelar na quinta-feira (18), informando que uma mulher da cidade teria vendido o filho por R$ 1,6 mil.

O Conselho Tutelar foi até o endereço passado na denúncia e conversou com a mãe. Ela confirmou ter parido recentemente, mas disse que a criança foi raptada na saída da maternidade por um casal. “O que é estranho é que ela teve alta do hospital há dois dias e ainda não tinha registrado nenhum boletim de ocorrência do rapto”, disse o coordenador institucional do Conselho Tutelar de Maringá, Carlos Bonfim.

De acordo com Bonfim, a mulher de 22 anos deu à luz um menino na última segunda-feira (15), na Santa Casa de Maringá. Mesmo sendo moradora de Sarandi, no cadastro do hospital ela deu um endereço de Maringá.

No endereço fornecido no cadastro, uma pessoa que não está envolvida no caso disse que conhecia o casal que estava com um bebê recém-nascido, e a Polícia conseguiu localizar o homem de 44 anos e a esposa dele, de 42.

Na quinta-feira, a Polícia Civil de Maringá reuniu todos os envolvidos na delegacia, e os três negaram que a venda do bebê. Porém, cada um deles apresentou uma versão diferente para o caso.

O homem de 44 anos afirma que a mãe do menino teria dito que ele é o pai e, por não ter condições de criar o bebê, pediu para que ele ficasse com o menino. Ele disse ainda não ter certeza de que o bebê é seu filho e que pretende fazer um exame de DNA. Antes disso, no entanto, ele havia afirmado que era mesmo o pai da criança.

A mãe biológica disse que o homem não é pai do menino e manteve a versão de que teve o filho roubado na maternidade.

Segundo o Conselho Tutelar, a mulher do suposto pai, se apresentou no hospital como tia da mãe e foi sua acompanhante durante o parto. Ela disse à polícia que ajudava a mulher com alimentos e dinheiro durante a gestação e afirmou ainda, que a mãe do bebê pediu para que ela e o marido cuidassem da criança depois do nascimento.

A Polícia Civil já solicitou a realização de exame de DNA. Depois de prestar depoimento, os três envolvidos foram liberados. Já o bebê, que está com quatro dias de vida, está em um abrigo de Maringá e aguarda o desfecho do caso.

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Motorista e cobrador são baleados durante assalto

O motorista foi atingido na barriga e teve que passar por uma cirurgia, o cobrador foi baleado no braço de raspão e passa bem

Enquanto fugia do local, o criminoso derrubou a arma utilizada no crime, que foi apreendida e entregue para a Delegacia do Alto Maracanã, em Colombo (Foto: Arquivo/RICTV)

Durante um assalto na madrugada desta sexta-feira (19), um motorista e um cobrador de ônibus foram baleados na Rua Violetas, no bairro Monte Castelo, em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba.

O assalto aconteceu na linha Curitiba/São Dimas, que é madrugueira quando chegou no ponto final. O suspeito que estava dentro do ônibus anunciou o assalto ao cobrador que entregou o dinheiro.  

O motorista, Néri da Silva Enes, que estava do lado de fora do veículo retornou neste momento, e o criminoso assustado atirou contra o trabalhador na barriga, que foi socorrido em estado grave. O cobrador, Marcos Ribeiro dos Santos, foi atingido no braço de raspão. Ambos foram levados ao Hospital Cajuru, em Curitiba.

Santos já foi liberado do hospital e passa bem, e Enes passou por uma intervenção cirurgia na manhã de sexta e está estável. Enquanto fugia do local, o criminoso derrubou a arma utilizada no crime, que foi apreendida e entregue para a Delegacia do Alto Maracanã, em Colombo.

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Operação da PF combate tráfico internacional de drogas

A ação da PF tem como alvo organizações criminosas envolvidas no tráfico internacional de drogas em portos do Brasil

A ação policial tem como alvo principal a investigação de organizações criminosas envolvidas no tráfico internacional de drogas (Foto: Divulgação/PF)

A ação policial tem como alvo principal a investigação de organizações criminosas envolvidas no tráfico internacional de drogas (Foto: Divulgação/PF)

A ação policial tem como alvo principal a investigação de organizações criminosas envolvidas no tráfico internacional de drogas (Foto: Divulgação/PF)
Os investigados responderão pela prática dos crimes de tráfico e associação para o tráfico de internacional de drogas (Foto: Divulgação/PF)

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta sexta-feira (19) a operação Flashback. Foram expedidos 20 mandados de busca e apreensão, 18 mandados de prisão preventiva e 06 mandados de prisão temporária a serem cumpridos nos estados do Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul e Pará.

A ação policial tem como alvo príncipal organizações criminosas envolvidas no tráfico internacional de drogas, com remessa através de portos do Brasil para a Europa. Os mandados foram expedidos pelo Juízo da Vara Federal de Paranaguá.

Os presos no litoral do Estado serão trazidos para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, os demais ficarão à disposição do juízo nos Estados em que foram cumpridos os mandados de prisão. Os investigados responderão pela prática dos crimes de tráfico e associação para o tráfico de internacional de drogas.

O nome da operação é uma referência ao fato de que o modus operandi utilizado pelos investigados é recorrente nos portos nacionais, inclusive já identificado com a prisão de diversos envolvidos em operações realizadas pela Polícia Federal em Paranaguá há alguns anos (operação Deadline e Safira).

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