Curitiba

Polícia apreende uma tonelada de agrotóxico contrabandeado do Paraguai

Motorista do carro em que o agrotóxico foi encontrado fugiu; caso aconteceu na madrugada deste domingo (16), em Guaíra

Após furar a barreira policial, o motorista se envolveu em um acidente (Foto: Correio do Lago)

Após furar a barreira policial, o motorista se envolveu em um acidente (Foto: Correio do Lago)

Após furar a barreira policial, o motorista se envolveu em um acidente (Foto: Correio do Lago)
Dentro do carro havia quase uma tonelada de agrotóxico contrabandeado (Foto: Correio do Lago)

O Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron) apreendeu, na madrugada deste domingo (16), aproximadamente uma tonelada de agrotóxico contrabandeado do Paraguai, em uma área rural de Guaíra, no oeste do Paraná.

O material estava em um carro, de acordo com o BPFron, que fez a apreensão durante um patrulhamento no local.

De acordo com informações do BPFron, policiais avistaram um comboio de veículos e, ao tentaram abordá-lo, eles fugiram em alta velocidade. Outra equipe, então, fez um bloqueio na tentativa de parar um dos automóveis. O motorista, no entanto, desobeceu a ordem, furou a barreira e fugiu.

Alguns quilômetros a frente de onde a barreira foi montada, esse veículo se envolveu em um acidente com outro carro. Logo após a colisão, o motorista fugiu novamente. Ele foi em direção a uma lavoura e, até a publicação desta reportagem, não havia sido localizado.

Dentro do carro conduzido por ele a polícia encontrou o agrotóxico contrabandeado.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamando para atender o acidente, e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi ao local fazer a sinalização.

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Dois bebês são encontrados mortos em bairros do Rio de Janeiro

Um estava dentro de uma mochila infantil, e o outro, um feto, dentro de uma lixeira

Um dos dois casos foi o de um feto abandonado em uma lixeira na Central do Brasil (Foto: Tânia Rego, Agência Brasil)

Dois bebês foram achados mortos em menos de 12 horas no Rio de Janeiro. O primeiro foi encontrado dentro de uma mochila infantil, na noite desta sexta-feira, 14, em Guadalupe, bairro da zona norte do Rio. A mochila com o bebê foi achada em uma rua por uma equipe da Comlurb que fazia a limpeza da área.

O segundo caso foi de um feto achado, na manhã deste sábado, 15, dentro de uma lixeira, em um dos terminais da estação de trem da Central do Brasil. Os bombeiros foram acionados para recolher o feto.

As causas dos óbitos ainda são desconhecidas. A Polícia Civil informou, por meio de nota, que a Delegacia de Homicídios da Capital trabalha para identificar os dois fatos.

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Laudo confirma que corpo queimado é de rapaz gay morto pela mãe

Rapaz foi assassinado a facadas e teve o corpo incendiado em um canavial, em 2016; a mãe o matou por ser homossexual

Rapaz foi morto em dezembro de 2016 pela própria mãe por ser homossexual. (Foto: Reprodução/Facebook)

Um exame de DNA confirmou ser de Itaberlly Lozano, de 17 anos, morto em dezembro, o corpo encontrado carbonizado, em janeiro, em canavial de Cravinhos, no interior de São Paulo. De acordo com a Polícia Civil, o rapaz foi morto pela própria mãe, com a ajuda do padrasto, por ser gay.

O laudo, do IML (Instituto Médico Legal) de São Paulo, ficou pronto na quinta-feira (13). Os restos mortais, que permaneciam no IML de Ribeirão Preto aguardando o resultado do DNA, foram liberados à família e serão sepultados nesta sexta-feira (14).

As circunstâncias do assassinato chocaram a cidade de 34 mil habitantes, na região de Ribeirão Preto. A Polícia Civil e o Ministério Público acusam a mãe do rapaz, a gerente de supermercado Tatiana Ferreira Lozano Pereira, de 33 anos, de ter tramado a morte do filho por não aceitar sua condição de homossexual. Ela contou com a ajuda de outros três jovens para o crime, executado na noite de 29 de dezembro, e do marido, padrasto do rapaz, para esconder o corpo.

Itaberlly foi atraído para a casa da mãe e morto com facadas no pescoço. Tatiana foi ajudada por Victor Roberto da Silva, de 19 anos, Miller da Silva Barissa, de 18, e por uma garota de 16.

De acordo com a investigação, os dois rapazes espancaram e tentaram enforcar Itaberlly, mas, como ele resistia, a própria mãe o esfaqueou. Tatiana e o marido, o tratorista Alex Canteli Pereira, de 30 anos, levaram o corpo até o canavial e atearam fogo.

Seis dias antes de ser assassinado, o rapaz postou em rede social que a mãe o havia espancado por ser homossexual. No texto recuperado pela polícia ele escreve: "Lembrando que essa mulher que eu chamava de mãe me espancou e colocou uma renca de mlk (moleques) atrás de mim para me bater, me pôs para fora de casa e me deu uma pisa (surra), sabe por quê? Porque eu sou gay".

O casal e os dois rapazes estão presos. A garota está sob custódia, já que a polícia acredita que ela também tenha participado do assassinato. O processo segue em segredo de Justiça por envolver menores, e a próxima audiência está marcada para o dia 2 de agosto.

O Ministério Público acusa a mãe de homofobia e quer levar os acusados a júri popular, sustentando a tese de homicídio duplamente qualificado. A defesa do casal atribui o crime aos dois jovens que foram chamados por ela apenas para dar um "corretivo" no filho.

Já segundo o defensor desses acusados, eles apontam a mãe como executora do assassinato. A página de Itaberlly no Facebook foi convertida em memorial, com mensagens de luto e pedidos de justiça.

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