Curitiba

Mulher flagra marido com outra e inicia quebradeira em bar

Câmeras do estabelecimento flagraram o episódio, que demorou para ser contido

Foto: Reprodução

O Cidade Alerta da Record TV mostrou, na tarde desta terça-feira (21), um vídeo surpreendente de um caso de ciúme. As câmeras do bar de um posto de gasolina flagram uma mulher, Cristina, se aproximando rapidamente de uma mesa em que estão um homem e duas mulheres. O homem é Dasseyev, seu marido, e uma das mulheres é Vaniele, amante dele há quase um ano.

Cristina vai logo batendo nos dois e os derruba. A confusão demora para ser contida. A irmã de Cristina aparece e tenta acertar Vaniele com uma garrafa de cerveja, enquanto a própria Cristina tenta bater no marido - que agora já seria ex-marido, porque ela já se diz solteira na internet. Ele saiu das redes sociais.

Várias pessoas acabam se envolvendo até conseguir arrefecer os ânimos. O episódio foi em Rio Verde, Goiás, no domingo (19).

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Cristina descobriu a traição mexendo no celular de Dasseyev. Eles estavam casados há 22 anos e têm uma filha de 19. 

Assista ao vídeo.

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Estupro coletivo no Rio: dois envolvidos são condenados a 15 anos de prisão

Os envolvidos compartilharam o crime no WhatsApp, e no vídeo um deles diz que "mais de 30" abusaram da adolescente

O chefe de Polícia Civil, Fernando Veloso, fala sobre o estupro coletivo na época em que o caso ocorreu (Foto: Tomaz Silva, Agência Brasil

A Justiça do Rio de Janeiro condenou Raí de Souza e Raphael Assis Duarte Belo a 15 anos de prisão pelo estupro de uma adolescente de 16 anos na zona oeste do Rio de Janeiro, em maio do ano passado. Souza gravou e transmitiu o vídeo que mostra a menina desacordada após o estupro; Belo fez uma selfie ao lado da garota e também compartilhou as imagens.

À época, as cenas foram compartilhadas indiscriminadamente pelo WhatsApp, e, ao serem presos, ambos declararam terem agido sem pensar nas consequências.

Um terceiro acusado, Moisés Camilo Lucena, conhecido como Canário, também acusado do estupro, continua foragido. Outras quatro pessoas haviam sido indiciadas pela Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima, mas essas não viraram rés.

As investigações mostraram que a adolescente saiu de um baile funk no Morro da Barão, em Jacarepaguá, com três pessoas. Eles beberam e consumiram drogas, e a menina ficou no local. De lá, ela foi levada desacordada para outra casa por Canário, que a estuprou. Outros homens também cometeram violência sexual contra ela, conforme a polícia apurou.

O crime ganhou repercussão pela idade da vítima e porque em um dos vídeos se dizia que ela havia sido estuprada por "mais de 30" homens. As investigações concluíram que foram menos pessoas envolvidas. A menina e sua família foram incluídas no programa de proteção a testemunhas do governo do Estado e deixaram o local onde moravam.

A condenação saiu na segunda-feira, dia 20, pela 2ª Vara Criminal Regional de Jacarepaguá. O regime de prisão inicial será fechado, e os réus foram condenados ainda ao pagamento de 306 dias-multa. A prisão foi decretada pelos crimes previstos no artigo 217 do Código Penal (estupro de vulnerável) e artigo 240 do Estatuto da Criança e do Adolescente (que fala sobre produzir reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, cena de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo criança ou adolescente). 

Segredo de Justiça

O Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) informou que "em razão da necessidade do sigilo, determinado por decisão judicial, para preservar a imagem e identidade da vítima adolescente, que poderiam ser atingidas pela divulgação da íntegra dos atos processuais, o processo continua a tramitar em segredo de Justiça.

Assim, fica proibida a divulgação de notícias que contenham identificação da vítima adolescente, vedando-se fotografia, vídeos referência de nome, apelido, filiação, parentesco, residência e, inclusive, iniciais do nome e sobrenome", afirmou o juiz da 2ª Vara, Aylton Cardoso Vasconcellos.

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Operação Bancarrota prende grupo especializado em arrombamentos

Dois mandados tinham como alvo policiais envolvidos no esquema

Dois mandados tinham como alvo policiais que são acusados de participação (Foto: Divulgação).jpg

Dois mandados tinham como alvo policiais que são acusados de participação (Foto: Divulgação).jpg

Dois mandados tinham como alvo policiais que são acusados de participação (Foto: Divulgação).jpg
Dois mandados tinham como alvo policiais que são acusados de participação (Foto: Divulgação).jpg

A Polícia Civil realiza, desde a madrugada desta terça-feira (21), a Operação Bancarrota, que tem como alvo prender acusados de envolvimento em arrombamento de empresas e bancos na região de Catanduvas, no oeste do Paraná. 

Apesar de os crimes serem cometidos lá, todos os nove mandados expedidos foram cumpridos em Cascavel. Os policiais se dividiram: alguns caracterizados e outros descaracterizados. O primeiro mandado foi cumprido no bairro Tarumã, onde foi encontrado maconha e um giroflex.

As investigações estão sendo realizadas desde junho de 2016. Foram apreendidos três veículos que seriam usados no crime: um Vectra, um Clio e um Stilo. Ferramentas de rádio e comunicadores também foram apreendidas.

Dois mandados referem-se a policiais que são acusados de participação nos crimes. Ambos já estão detidos no 6BPM.

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