Curitiba

Mulher encontrada em chamas foi morta por rir de impotência sexual

Corpo de Sibele foi encontrado queimando da cintura para baixo. o suspeito é um motorista que abordou a vítima na rua

Sibele tinha duas filhas e foi morta por estrangulamento (Foto: Arquivo Pessoal)

*Com informações do repórter Daniel Santos, da RICTV Curitiba

A Polícia Civil apresentou nesta terça-feira (4) o suspeito pelo assassinato de Sibele Aparecida Staroi, de 33 anos. O corpo da manicure foi encontrado parcialmente em chamas no dia 15 de junho, às margens do Rio Miringuava, em São José dos Pinhais (SJP), na Região Metropolitana de Curitiba.

Romeo Francisco dos Santos Junior, de 32 anos, foi preso no bairro Afonso Pena, também em São José dos Pinhais. O mandado de prisão é válido por 30 dias. O homem não reagiu à prisão e confessou o crime.

De acordo com o delegado-adjunto da delegacia de SJP, Michel Teixeira, o suspeito é motorista de um aplicativo de celular, e Sibele entrou no veículo dele depois de ter sido deixada em casa por um amigo.

A equipe de investigação reuniu imagens de várias câmeras de segurança da região onde a manicure morava, no bairro Barreirinha, e conseguiu determinar o passo a passo do suspeito no dia do crime.

Sibele saiu para dançar com alguns amigos na noite do dia 14 de junho, véspera do feriado de Corpus Cristhi. Na manhã do dia seguinte, ela saiu de uma casa noturna no bairro Atuba acompanhada de um amigo. Esse rapaz disse à polícia que deixou a mulher em casa por volta das 6h. O corpo foi reconhecido pela família no dia 16.

Depois disso, Sibele não entrou em casa, saiu caminhando pelo bairro com as sandálias na mão. Imagens de câmeras de segurança a mostram perambulando pelas ruas. O suspeito passou de carro por Sibele e a convidou para entrar no veículo.

De acordo com os investigadores, o casal passeou de carro durante um tempo e decidiu ir a um drive-in (estacionamento) no bairro Boqueirão, onde tentou manter relações sexuais. O motorista contou que não conseguiu ter uma ereção por estar sob efeito de cocaína. “A vítima começou a rir e debochar do suspeito, então ele se irritou e esganou Sibele ainda dentro do veículo”, disse o delegado.

Ao perceber que a manicure estava morta, Romeo levou o corpo até a região da Colônia Zacarias, em São José dos Pinhais, onde desovou o cadáver. Antes disso, ainda segundo a Polícia, ele passou em um posto de combustíveis e comprou etanol. Ao abandonar o corpo no mato, Romeo ateou fogo da cintura para baixo.

Histórico

A Polícia Civil informou que o suspeito, Romeo dos Santos Junior, de 32 anos já tinha passagens pelos crimes de adulteração de sinal identificador de veículo e receptação e uso de entorpecentes. Ele deve responder por homicídio e ocultação de cadáver.

Vítima

Sibele Staroi tinha 33 anos e trabalhava como manicure em uma rede de salões de beleza de Curitiba. Ela morava em no bairro Barreirinha com os pais idosos e duas filhas, de 8 e de 14 anos.

O pai das meninas foi assassinado a menos de um ano, e o crime nunca foi esclarecido.

Veja também
Homem mata companheira com tiro no rosto em Paranaguá

Envie seu comentário

Comentários (0)

Bombeiros e PM sobem em prédio de 10 metros, mas ladrões escapam

O trio invadiu uma farmácia, mas foi flagrado por moradores; para tentar escapar da PM, os ladrões subiram em um prédio de aproximadamente 10 metros

O corpo de bombeiro foi chamado, e com uma escada auxiliaram nas buscas pelos trio de assaltantes no teto da farmácia (Foto: Reprodução/RICTV Curitiba)

Os ladrões estavam tentando invadir uma farmácia quando foram flagrados por moradores da região, que imediatamente chamaram a PM (Foto: Reprodução/RICTV Curitiba)

Os ladrões estavam tentando invadir uma farmácia quando foram flagrados por moradores da região, que imediatamente chamaram a PM (Foto: Reprodução/RICTV Curitiba)
O corpo de bombeiro foi chamado, e com uma escada auxiliaram nas buscas pelos trio de assaltantes no teto da farmácia (Foto: Reprodução/RICTV Curitiba)

* Com informações do repórter Marcelo Borges, da RICTV Curitiba

Um trio de assaltantes deu o maior trabalho para a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros na madrugada desta terça-feira (4), na Rua Marechal Deodoro, no Centro de Curitiba. 

Os ladrões estavam tentando invadir uma farmácia quando foram flagrados por moradores da região, que imediatamente chamaram a PM. Quando o trio percebeu a movimentação dos policiais, os ladrões subiram no prédio de aproximadamente 10 metros de altura para despistar os agentes.

Os bombeiros foram chamados e, com uma escada, auxiliaram nas buscas pelos assaltantes no teto da farmácia. Apesar dos esforços, o trio conseguiu pular em um prédio vizinho e fugir. Ninguém foi preso até até a manhã desta terça-feira.  Assista à reportagem:

Leia mais:

Dupla de adolescentes rouba carro de PM, é flagrada na fuga e se dá mal

Envie seu comentário

Comentários (0)

Funcionária da Copel suspeita de desviar mais de R$ 500 mil é presa

Servidora que trabalhava no departamento administrativo da Copel é suspeita de desviar dinheiro para pagar boletos próprios e para comprar um carro de luxo e terreno na RMC

A fraude foi identificada pela empresa e repassada imediatamente ao Nurce para apurar o caso (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Além do carro, ela fez a quitação de um terreno em Colombo, comprou materiais de construção, pagou antecipadamente a construção de uma casa pré-fabricada (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Além do carro, ela fez a quitação de um terreno em Colombo, comprou materiais de construção, pagou antecipadamente a construção de uma casa pré-fabricada (Foto: Divulgação/Polícia Civil)
la pegava os boletos bancários dela, falsificava e lançava-os como sendo dívida da empresa; em um dos casos, ela comprou um carro de luxo 0 km (Foto: Divulgação/Polícia Civil)
O juiz ainda determinou a quebra do sigilo bancário e fiscal da funcionária da Copel, o sequestro de um terreno e a busca e apreensão de um veículo de luxo (Foto: divulgação/ Polícia Civil)
A fraude foi identificada pela empresa e repassada imediatamente ao Nurce para apurar o caso (Foto: Divulgação/Polícia Civil)
A ação policial é coordenada pelo Núcleo de Repressão a Crimes Econômicos (Nurce), da Polícia Civil, e tem como objetivo cumprir os mandados expedidos pela Justiça de Curitiba, de prisão temporária e busca e apreensão (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Uma funcionária pública da Copel foi presa na manhã desta terça-feira (4), em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, suspeita de desviar mais de R$ 500 mil da estatal. A ação policial é coordenada pelo Núcleo de Repressão a Crimes Econômicos (Nurce), da Polícia Civil, e tem como objetivo cumprir os mandados expedidos pela Justiça de Curitiba, de prisão temporária e busca e apreensão.

O juiz ainda determinou a quebra do sigilo bancário e fiscal, o sequestro de um terreno e a busca e apreensão de um veículo de luxo, ambos adquiridos com dinheiro desviado dos cofres da Copel. A fraude foi identificada pela empresa e repassada imediatamente ao Nurce para apurar o caso. Em menos de um mês, a equipe da especializada da Polícia Civil conseguiu identificar o modus operandi da funcionária e reunir provas que sustentassem o pedido de prisão dela.

O esquema era relativamente fácil, a servidora, que trabalha no departamento dministrativo, era considerada exemplar e detinha alto grau de confiança dentro da empresa, que acabou sendo vítima dela. Basicamente a função da funcionária era lançar no sistema as faturas emitidas contra a empresa, para um posterior pagamento, mas valendo-se da função exercida e do acesso ao sistema da estatal, a funcionária passou  a desviar dinheiro da companhia para próprio proveito, na maior parte das vezes quitando boletos referentes a gastos particulares.

Ela pegava seus boletos bancários, falsificava e lançava-os como sendo dívida da empresa, em um dos casos, ela comprou um carro de luxo 0 km. A investigação comprovou que ela construía uma fatura ou boleto com código de barras e valor corretos. Neste exemplo, ela manteve o boleto da concessionária, com código de barras e o valor de R$ 128 mil, mas montou uma fatura de uma companhia de telefonia celular. Como se a dívida de R$ 128 mil fosse da Copel com serviço de telefonia.

Desta forma, apenas nos meses de maio e junho, ela desviou mais de meio milhão de reais. Além do carro, ela fez a quitação de um terreno em Colombo, comprou materiais de construção, pagou antecipadamente a construção de uma casa pré-fabricada, recusando o desconto oferecido pela fábrica de R$ 10 mil, adquiriu diversos produtos de uma loja de departamento e por meio do telemarketing de uma empresa, além de produtos de beleza.

Mesmo após a prisão da funcionária, a polícia continua as investigações e não descarta o envolvimento de mais pessoas no esquema, já que os boletos eram pagos em outros setores da estatal. 

Leia mais:

Ex-prefeito é condenado a devolver mais de R$ 3 mi aos cofres de Londrina

MP move ação contra fraude em Antonina; empresa envolvida nega

Envie seu comentário

Comentários (0)