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Moto dirigida por Edison Brittes está no nome de traficante

A moto foi apreendida nesta sexta-feira (9), na Delegacia de São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba

Autor: Redação RIC Mais
Cristiana Brittes e Edison Brittes em evento de motos (Foto: reprodução das redes sociais)
Cristiana Brittes e Edison Brittes em evento de motos (Foto: reprodução das redes sociais)

 

Uma moto modelo esportivo utilizada por Edison Brittes, assassino confesso do jogador Daniel Corrêa Freita, foi apreendida pela Polícia Civil de São José dos Pinhais nesta sexta-feira (9). Conforme o delegado Amadeu Trevisan, o veículo está registrado em nome de um traficante que está preso na Casa de Custódia de Piraquara.

Moto de traficante

A Honda CBR 100 Rr Repsol era usada por Edison para participar de encontros de motociclistas. Nas redes sociais, o casal possui inúmeras fotos e vídeos com o veículo.

Cristiana e Edison Brittes na moto apreendida (Foto: divulgação redes sociais)

Edison confessou ter matado Daniel Correa

Edison Brittes, que já possui ficha criminal por porte de arma, adulteração de veículo, ameaça e crime contra a pessoa, crime contra o patrimônio, além de outros processos mantidos em sigilo, pode responder também pela morte do jogador Daniel Correa, que ele mesmo confessou na Delegacia de São José dos Pinhais, durante depoimento prestado. 

Perícia complementar

Os policiais foram até a Colônia Mergulhão, onde o corpo foi encontrado, para realizar uma perícia complementar em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba. 

De acordo com as autoridades, o principal objetivo é ter mais detalhes de como o corpo foi levado até o local, e se o jogador Daniel Correa foi morto ali onde o corpo foi encontrado, ou se já chegou sem vida.

Depoimento Edison Brittes durou mais de 6h

Na quarta-feira (7), Edison Brittes, que já confessou ser o autor do crime, prestou depoimento por 6h na Delegacia de São José dos Pinhais, e, durante o interrogatório, relatou que matou o jogador Daniel Correa sozinho.  

Porém, ainda no depoimento, Edison conta que várias pessoas presenciaram o momento em que o jogador foi espancado na festa na casa da família Brittes, que aconteceu após alguns dos convidados deixarem a festa de comemoração em uma casa noturna, no bairro Batel, em Curitiba.

Não houve tentativa estupro em Cristiana Brittes

Em coletiva, Amadeu Trevisan, o delegado responsável pelo caso, já afirmou que a tentativa de estupro ou o arrombamento foram descartados da investigação, já que tudo indica que nunca aconteceram. 

Depoimento Cris e Allana Brittes

Allana, filha do suspeito de matar o jogador Daniel Corrêa Freitas, e Cristiana Brittes, esposa de Edison Brittes, prestaram depoimento na tarde desta segunda-feira (5) na delegacia de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. 

No interrogatório, Allana mudou a primeira versão e afirmou que conhecia Daniel há um ano e cinco meses. Além disso, ela disse que percebendo a gravidade da situação, pediu para que o pai parasse, mas Edison falou para ela sair do quarto. Então, Allana encostou a porta. Minutos depois, a jovem encontrou a mãe, que contou que Daniel havia tentado a estuprar.

No depoimento, Allana contou que Edisson, Ygor King, seu primo e outro amigo batiam no ex-meia do cruzeiro dentro do quarto do casal. Quase desfalecido, Edison colocou o carro de ré, próximo de onde Daniel estava, e abriu o porta-malas. Colocando o jovem, de 24 anos, dentro do veículo. 

Allana também relata que, em conversa com o pai, ele a orientou para inventar a história de que Daniel havia saído de sua casa após o 'after' pelo portão, sem avisar onde iria, e tomado rumo desconhecido.

Já Cristiana Brittes, em depoimento, conta que na residência, sua prima entrou em seu quarto para usar o banheiro, e ela, enquanto usava o sanitário, teria deixado a porta aberta. Com isso, ela conta que Daniel entrou no local e a ficou olhando enquanto fazia suas necessidades, tendo comentado, segundo o relato "eu sei que você tem namorado e ela é casada, só vou fazer xixi".

Além disso, Cristiana afirma que ao invés de ajudarem Daniel, o jogador foi ainda mais agredido, e ninguém tentou separar a briga, e que ela se recorda apenas de ver Daniel na área externa da sua casa, ainda dentro do terreno, caído no chão, não ouvindo ele dizer nada.  

 

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