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2º caso

Marta Rocha: carro de deputada é alvo de tiros no Rio de Janeiro

Carro da deputada foi fechado próximo a Avenida Brasil e foi alvo de fuzis; motorista foi baleado na perna, mas já recebeu alta

Autor: R7 com redação RIC Mais
Deputada não foi atingida e acompanhou atendimento médico do motorista (Foto: André Muzell/Arquivo R7)
Deputada não foi atingida e acompanhou atendimento médico do motorista (Foto: André Muzell/Arquivo R7)

O carro da deputada estadual Martha Rocha (PDT-RJ) foi alvo de tiros na manhã deste domingo (13) e o seu motorista foi baleado na perna após intensa trocas de tiros. O crime aconteceu no bairro da Penha, na zona norte da cidade.

Deputada alvo de tiros no Rio

A deputada é a segunda parlamentar a ser alvo de tiros no Rio de Janeiro em menos de um ano. Em março de 2018, a deputada Marielle Franco (PSOL) e seu motorista, Anderson Gomes, foram alvejados e mortos no bairro da Lapa, região central da cidade, ao voltar de um evento promovido por ela.

Carro foi fechado próximo a Avenida Brasil

As primeiras informações indicam que o carro em que a deputada estava foi fechado nas proximidades da Avenida Brasil por um outro veículo em que estavam quatro homens armados com fuzis. Houve intensa troca de tiros, o motorista da deputada levou um tiro na perna e foi levado para o Hospital Getúlio Vargas, também na Penha, mas já recebeu alta.

De acordo com a assessoria de imprensa da parlamentar, a deputada não foi atingida e passa bem. Marta=ga acompanhou o atendimento médico de seu motorista, o subtenente reformado da PM Geonísio Medeiros.

Martha Rocha (PDT)

Em seu segundo mandato na Assembleia Legislativa, Martha Rocha, de 59 anos, foi a primeira mulher a chefiar a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro.  Ainda não há informações se o crime teria sido um atentado ou uma tentativa de roubo de carro, uma vez que na área são constantes os roubos de veículos.

Obstrução de investigação no caso Marielle

O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Rogério Galloro, confirmou que uma equipe do órgão apura a suspeita de que uma organização criminosa estaria atuando para impedir que a Polícia Civil do Rio de Janeiro esclareça o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e seu motorista, Anderson Gomes. Os agentes já receberam parte do material que os investigadores fluminenses reuniram ao tentar identificar os mandantes e os executores do crime.

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