Curitiba

Mãe que abandonou filha na escola explica os motivos na delegacia

A mãe deixou a filha na escola e avisou aos professores que não iria voltar para buscá-la; a mulher foi escoltada pela Guarda Municipal para não ser linchada por vizinhos revoltados com o abandono

Quando chegou com a menina no colégio, a mãe avisou aos professores que não iria mais voltar para buscá-la (Foto: Reprodução/RICTV)

Com informações dos repórteres Joel Junior e Rayssa Alves, da RICTV Maringá

Uma menina de seis anos foi abandonada pela própria mãe em uma escola municipal de Maringá, na tarde dessa quinta-feira (25). Após descobrirem o abandono, os vizinhos se revoltaram e foram até a residência da mulher para linchá-la. Ela se escondeu na casa de uma vizinha e só saiu de lá escoltada pela Guarda Municipal. 

Quando chegou com a menina ao colégio, a mulher teria avisado aos professores que não iria voltar para buscá-la. Surpreendida com a atitude, a diretora do local escreveu uma declaração de abandono, que foi assinada pela mãe da criança.

O Conselho Tutelar foi chamado para tentar entender a situação. Após a conversa, o conselheiro colheu provas para prestar denúncia contra ela. Além de responder por abandono de incapaz, a mãe da criança deve ser indiciada por agressão, pois marcas foram encontradas no corpo da menina.

À equipe de reportagem da RICTV Maringá, a acusada negou o abandono. "Eu não sou cachorro para abandonar filho", disse, acrescentando: "Se eu tivesse que abandonar, eu a teria jogado em uma vala, teria abandonado na casa de alguém". Sobre os hematomas, a mulher informou que utilizou uma vara de um pé de jabuticaba de seu quintal para bater na filha.

Outros membros da família não querem assumir a guarda da menina, que deve ser encaminhada para uma abrigo. 

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Assaltantes amarram moradores de chácara e roubam ovelhas e carneiros

Os criminosos passaram cerca de duas horas na propriedade rural e fugiram levando ovelhas e carneiros em um carro da família

Os animais estavam assutados no moemtno em que foram encontrados por agentes da Guarda Municipal de Londrina (Foto: Reprodução/RICTV)

Os carneiros e ovelhas, que foram retirados de uma chácara em Guaravera, foram encontrados no carro roubado das vítimas (Foto: Reprodução/RICTV)

Os carneiros e ovelhas, que foram retirados de uma chácara em Guaravera, foram encontrados no carro roubado das vítimas (Foto: Reprodução/RICTV)
Os animais estavam assutados no moemtno em que foram encontrados por agentes da Guarda Municipal de Londrina (Foto: Reprodução/RICTV)

Um grupo de seis criminosos manteve reféns moradores de uma casa no distrito rural de Guaravera, em Londrina, norte do Paraná, na noite dessa quinta-feira (25). Os bandidos fugiram levando carneiros e ovelhas da propriedade, além de um veículo da família.

As vítimas foram amarradas pelos assaltantes, que permaneceram aproximadamente duas horas na chácara. Na fuga com o Fiat Pálio roubado, dois dos ladrões se depararam com uma viatura da Guarda Municipal. Mas na abordagem os dois carros colidiram e a dupla de suspeitos fugiu a pé.

Dentro do veículo, os guardas encontraram pelo menos quatro animais, entre ovelhas e carneiros, e armas que foram abandonadas. A Polícia Civil trabalha no caso para identificar e prender os autores do crime. Assista:

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Marido mantém mulher refém por 13 horas em Cambará

O homem utilizou duas facas de cozinha para manter a esposa refém por 13 horas; ele já havia sido preso esta semana por ameaçar a mulher, mas foi liberado após pagar fiança

De acordo com vizinhos, eram frequentes as brigas entre o casal, e o marido da vítima havia sido preso, enquadrado na Lei Maria da Penha, na terça-feira (23), mas foi solto após pagar fiança (Foto: Arquivo Pessoal/Claubinho Souza)

De acordo com vizinhos, eram frequentes as brigas entre o casal, e o marido da vítima havia sido preso, enquadrado na Lei Maria da Penha, na terça-feira (23), mas foi solto após pagar fiança (Foto: Arquivo Pessoal/Claubinho Souza)

De acordo com vizinhos, eram frequentes as brigas entre o casal, e o marido da vítima havia sido preso, enquadrado na Lei Maria da Penha, na terça-feira (23), mas foi solto após pagar fiança (Foto: Arquivo Pessoal/Claubinho Souza)
Policiais militares e civis, agentes do Bope e da Guarda Municipal e socorristas do Bope e do Samu participaram da ação de resgate da mulher feita refém pelo marido em Cambará (Foto: Arquivo Pessoal/Claubinho Souza)
Após intensa negociação, o homem entregou as facas, libertou a mulher e se entregou (Foto: Arquivo Pessoal/Claubinho Souza)

Terminou na madrugada dessa quinta-feira (26) um sequestro que durou cerca de 13 horas em Cambará, no norte do Paraná. O resgate de uma mulher que foi feita refém pelo marido mobilizou Polícias Civil e Militar do município e o Batalhão de Operações Especiais (Bope) de Curitiba.

Por volta das 11h30 dessa quinta-feira (25), a PM recebeu uma denúncia anônima sobre a briga de um casal no bairro Jardim Paraíso, na qual um homem estaria ameaçando matar a mulher. Ao chegar ao local, os policiais constataram que, na residência, também estavam as duas meninas que moram com o casal - uma de oito e outra de 10 anos.

Através de uma janela, Paulo Henrique Alves, 22 anos, disse que não queria a presença da polícia em sua casa. Na sequência, ele pegou duas facas de cozinha e as colocou no pescoço de sua esposa, dizendo que iria matá-la, caso os policiais se aproximassem. Ele liberou as duas filhas, que ficaram sob cuidados de uma vizinha, e manteve a mulher em cárcere privado.

Veja também: Estuprador que atacou mãe e filhas em Colombo é morto pelo Bope

Durante a negociação, que se estendeu pela tarde e noite, foi verificado que o agressor estava extremamente exaltado e apresentava sinais de perturbação mental. Ele afirmou aos policias estar ouvindo vozes e vendo vultos, além disso, mantinha as duas facas junto ao pescoço da vítima e, algumas vezes, colocava uma das facas em seu próprio pescoço, dizendo que iria matar a mulher e cometer suicídio.

Guardas Municipais, o Corpo de Bombeiros e o Samu também deram suporte à operação policial.

Por volta das 0h50, após negociações constantes, os policiais convenceram o agressor a soltar as facas que estava portando, liberar a mulher e se entregar. Foram apreendias 16 facas de cozinha que estavam na residência do casal.

Ambos foram foram encaminhados ao pronto socorro-municipal pela âmbulância do Samu, para atendimento médico. Não foi constatada nenhuma lesão no agressor ou na vítima. Na sequência, eles foram conduzidos para a delegacia onde alves foi preso em flagrante.

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De acordo com vizinhos, eram frequentes as brigas entre o casal, e o marido da vítima havia sido preso, enquadrado na Lei Maria da Penha , na terça-feira (23), após ser denunciado pela esposa que relatou estar sofrendo ameaças.

No fim do mesmo dia, Alves foi solto mediante a pagamento de fiança e desrespeitou a medida protetiva que o proibia de se aproximar da esposa.

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