Curitiba

Justiça analisa recurso que pode anular condenações do caso Eliza Samudio

Caso o pedido de anulação seja aceito, o julgamento dos seis acusados pode ser cancelado, assim como as penas decretadas

Eliza Samúdio foi assassinada em 2010 e o principal suspeito é o ex-goleiro Bruno (Foto: Divulgação - TJMG/Renata Caldeira)

Eliza Samúdio foi assassinada em 2010 e o principal suspeito é o ex-goleiro Bruno (Foto: Divulgação - TJMG/Renata Caldeira)

Eliza Samúdio foi assassinada em 2010 e o principal suspeito é o ex-goleiro Bruno (Foto: Divulgação - TJMG/Renata Caldeira)
O ex-goleiro do Flamengo foi condenado pelo homicídio triplamente qualificado e ocutação de cadáver de Eliza Samudio, bem como do sequestro do menor Bruno Samudio, filho dele com a ex-modelo (Foto: NELSON ANTOINE/ESTADÃO CONTEÚDO)
Conhecido como Bola, o ex-policial civil, foi condenado, em abril de 2013, a 22 anos de reclusão pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e por ocultação de cadáver (Foto: Divulgação - TJMG/Renata Caldeira)

* Do R7

Nesta quarta-feira (13), a Justiça analisa dois recursos do caso Eliza Samudio. Em um deles, a defesa do goleiro Bruno Fernandes solicita a anulação da certidão de óbito da ex-modelo, assassinada em 2010. Caso o pedido seja aceito, o julgamento dos acusados pode ser cancelado, assim como as penas decretadas. O outro recurso em análise, questiona a condenação imposta ao jogador e à ex-amante dele, Fernanda Gomes de Castro. Além dos dois, outras seis pessoas foram diretamente ligadas ao caso. 

Conhecido como Bola, o ex-policial civil, foi condenado, em abril de 2013, a 22 anos de reclusão pelos crimes de homicídio duplamente qualificado (com emprego de meio cruel e sem permitir a defesa da vítima) e por ocultação de cadáver. Do período total da pena, 19 anos deverão ser cumpridos em regime fechado e três em aberto.

Primo do goleiro Bruno, Sales era acusado por homicídio triplamente qualificado e ocultação do cadáver de Eliza Samudio, mas ele foi assassinado em agosto de 2012, antes de ser julgado.

O amigo do goleiro Bruno, conhecido como Macarrão, foi condenado, em 2012, a 15 anos de prisão pelo homicídio triplamente qualificado de Eliza e pelo sequestro e cárcere privado de Bruninho. Três anos da pena devem ser cumpridos em regime aberto e os outros 12 anos em regime fechado

Silva era caseiro do sítio na época do crime. Em agosto de 2013, ele foi condenado a três anos de reclusão em regime aberto pelo sequestro e cárcere privado de Bruninho, filho de Eliza com o goleiro Bruno. Em maio de 2014, o Tribunal de Justiça determinou que a pena fosse cumprida em regime semiaberto. Em junho deste ano, Silva, que tinha um mandado de prisão contra ele, foi detido, no centro de Belo Horizonte.

A ex-mulher e mãe das filhas do goleiro Bruno, foi acusada pelo sequestro e cárcere privado de Bruninho. Em 2013, ela foi julgada ao lado do atleta, em juri popular, mas foi absolvida.

Em novembro de 2012, a ex-amante do goleiro Bruno foi condenada pelo sequestro e cárcere privado de Eliza Samudio e do filho da ex-modelo. A pena estipulada para ela, que será revista pelo TJMG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais), foi de cinco anos em regime aberto. Em 2013, ela foi aprovada no vestibular para cursar direito.

O ex-goleiro do Flamengo foi condenado pelo homicídio triplamente qualificado e ocutação de cadáver de Eliza Samudio, bem como do sequestro do menor Bruno Samudio, filho dele com a ex-modelo. A pena determinada foi de 22 anos e três meses de prisão em regime fechado. Fernandes está preso no presídio de Varginha, no sul de Minas Gerais, e ganhou autorização para trabalhar dando aulas de futebol para crianças.

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Homem de 45 anos é executado no Sítio Cercado

Vítima tinha passagem pela polícia por tráfico de drogas em 2010

Polícia investiga motivação dos criminosos (Foto: Tiago Silva)

* Com informações do repórter Tiago Silva

Um homem de 45 anos foi assassinado na manhã desta terça-feira (12), na rua Cidade do Xaxim, Sítio Cercado, enquanto ia almoçar na casa de parentes. A vítima, que já tinha passagem pela polícia por tráfico de drogas, foi surpreendido por veículo um branco – os suspeitos dispararam contra a vítima e fugiram do local logo após o crime.

Familiares da vítima afirmam que ele não havia sofrido ameaças, e que atualmente trabalhava com compra e venda de carros sinistrados.

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Polícia Federal prende suspeito de envolvimento em assalto à CEF

Prisão foi efetuada na manhã desta terça-feira (12); suspeito era funcionário da Caixa Econômica Federal

Bandidos quebraram as vidraças da agência (Foto: Divulgação/PF)

* Com informações da Polícia Federal 

A Polícia Federal cumpriu na manhã desta terça-feira (12) um mandato de busca e apreensão visando apurar o assalto à uma unidade da Caixa Econômica Federal do bairro Tatuquara, nos dias 03 e 09 de maio de 2016. Durante a busca foi localizada uma arma de fogo irregular – o proprietário foi preso em flagrante.

Na investigação, que contou com o auxílio da Caixa Econômica Federal, foi apurado que os criminosos tiveram ajuda de um servidor da agência bancária, o qual repassava informações para os criminosos pouco antes de agirem.

Na primeira tentativa, no dia 03 de maio, os criminosos foram avistados pelos seguranças da agência e desistiram do assalto, retornando no dia 09 do mesmo mês para uma nova tentativa. Na ocasião, os bandidos arremessaram uma pedra contra a vidraça da Caixa Econômica, entraram no local e roubaram cerca de R$ 208 mil.

O suspeito detido foi encaminhado para a Superintendência da Polícia Federal, no bairro Santa Cândida e se condenado pode pegar até 15 anos de prisão.

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