Curitiba

Incêndio em apartamento no Bigorrilho pode ter sido intencional

De acordo com a polícia, fogo não tomou grandes proporções e saída do local era possível

Ruas próximas do edifício foram bloqueadas. (Foto: Helen Anacleto)

Resgatado em um incêndio ocorrido por volta das 5h30 desta quarta-feira (8) em um apartamento no 15o andar no Bigorrilho, Marcelo de Gracia Correa segue internado, mas não está na UTI e não corre risco de morte, informou a assessoria do Hospital Evangélico.

O irmão de Marcelo, João Paulo, saltou do apartamento durante o fogo. De acordo com comunicado da Polícia Civil, tratou-se de suicídio, já que o incêndio não tomou grandes proporções, ficando concentrado nos quartos, e a chave da porta de saída do apartamento encontrava-se na fechadura. No comunicado, consta a afirmação de que "se a vítima quisesse sair, seria perfeitamente possível".

A polícia já escutou Marcelo no hospital. Segundo o delegado Fábio Amaro, que está cuidando das investigações, Marcelo contou que estava dormindo e acordou com o barulho de uma explosão seguida de incêndio. Ele então correu até a sala, onde foi resgatado pelos bombeiros. Ainda segundo ele, o irmão passava por dificuldades financeiras, o que pode tê-lo motivado a incendiar o apartamento.

O prédio foi evacuado somente no momento do incêndio. Depois que o fogo foi controlado, os moradores puderam voltar para os seus apartamentos. Somente o apartamento em que o incêndio ocorreu continua interditado. 

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Professora de Maringá é acusada de colocar cabeça de alunos em privada

Segundo depoimento das crianças, isso seria feito quando elas não se comportavam bem; mães denunciaram

Professora foi afastada do caso e sindicância foi instaurada (Foto: Reprodução RICTV Maringá)

*Com informações da repórter Paola Moraes, da RICTV Maringá

Um grupo de mães da cidade de Maringá, na região noroeste do Paraná, denunciou uma professora do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Zeferino Mozzato Krukoski por maus-tratos contra crianças. As mulheres gravaram o depoimento dos filhos, com idades entre 4 e 5 anos, dizendo que a educadora coloca a cabeça dos alunos dentro do vaso sanitário quando eles não se comportam bem.

"Ela sergurou o meu braço e colocou minha cabeça na patente. Daí ela deu descarga", relata uma garotinha não identificada. O depoimento da criança é semelhante ao relato de outros coleguinhas.

As mães falaram com a reportagem da RICTV | Record TV e também não tiveram a identidade revelada para preservar os filhos. "Um dia a gente estava saindo para jantar fora e eu ouvi ela conversando com a boneca dela no carro. Ela dizia que iria colocar a cabeça da boneca dentro da patente se ela não obedecesse. Eu achei aquilo estranho e perguntei por que ela estava dizendo aquilo. Daí ela me disse que professora fazia isso quando eles faziam bagunça na escola", relatou uma das mães.

A denúncia das mães foi feita junto à Secretaria Municipal de Educação e um boletim de ocorrência foi registrado na Polícia Civil. Ela pedem o afastamento imediato da professora.

A professora de 52 anos trabalha com uma turma de 25 anos e disse que sofre perseguição por parte de quatro pais de alunos desde fevereiro. Ela também esteve na delegacia da Polícia Civil nesta quarta-feira (8) e registrou um boletim de ocorrência por ameaça, calúnia e difamação.

A secretária de educação de Maringá, Valquíria Trindade, disse em entrevista que a professora já foi afastada das funções e uma sindicância vai apurar o caso. "Inicialmente ela é afastada e depois das investigações, se ficar comprovada a culpa, ela pode ser até exonerada", explicou.

Outro caso

Esta não é a primeira denúncia contra professores enfrentada pelo CMEI Zeferino Mozzato Krukoski. Em agosto deste ano, uma mãe denunciou uma auxiliar de turma por agressão contra um menino de três anos.

O menino teria chegado em casa com um ferimento no lábio e, ao ser questionado sobre o que havia acontecido, contou que havia sido empurrado pela professora.

Segundo a mãe do aluno a servidora confessou o incidente a ela e disse que "deu um ‘empurrãozinho’" no menino.

Conversando com os pais de outros colegas do filho, a mulher descobriu que outras nove mães já haviam feito reclamações a respeito da mesma auxiliar de turma. A funcionária também foi afastada e uma sindicância foi instaurada pela Secretaria Municipal de Educação.

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Homem é detido após infração de trânsito, atentado ao pudor e assédio

Testemunhas contaram aos guardas municipais que ele parecia estar dirigindo embriagado

Vídeo mostra homem urinando em carrinho de cachorro quente (Foto: Reprodução)

*Com informações da repórter Paola Moraes, da RICTV Maringá

Um homem de 32 anos foi detido pela Guarda Municipal de Maringá, na manhã desta quarta-feira (8), depois de uma série de delitos no centro da cidade.

Segundo testemunhas, o rapaz estava visivelmente alterado, quando estacionou o veículo em fila dupla na Avenida Brasil.

O agente da Guarda Municipal Reginaldo Souza, relatou que um agente de trânsito pediu apoio. "Ele contou que esse cidadão desceu do veículo, foi até um carrinho de lanche na calçada e urinou. Logo em seguida, ele ainda entrou em uma loja e assediou uma funcionária do local", descreveu.

A operadora de caixa de 28 anos pediu para não ser identificada e disse que ficou assustada. "Eu pensei que ele precisava de alguma informação. Mas ele já veio me agarrando e tentando me beijar. Aí ele saiu dando risada, bem alterado, com o olho arregalado", relembrou.

Um vídeo feito por pedestres mostra o homem fazendo xixi na rua e mostrando o pênis antes de entrar na loja.

Na delegacia, ele conversou com a reportagem da RICTV Maringá e riu da situação. Ao ser questionado se estava embriagado, ponderou: "depende. Depende do que você acha que eu tô embriagado". Logo depois ele negou que tivesse ingerido álcool ou drogas.

A repórter perguntou por que ele tentou agarrar a funcionária da loja e o homem apenas riu escondendo os olhos.

O preso teve a carteira de habilitação cassada e deve responder por atentado ao pudor.

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