Curitiba

Grávida leva marretada e tiros do ex-namorado e sobrevive

Após levar marretadas e tiros, a menina se fingiu de morta para que o agressor fosse embora

Estado de saúde da grávida e do bebê é estável (Foto: Ilustrativa/Pixabay)

 

Uma menina grávida agredida pelo ex-namorado com marretadas e tiros sobreviveu aos ataques. Ela segue internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Nossa Senhora do Rocio, em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), e seu estado de saúde e do bebê é estável. 

O caso aconteceu na última terça-feira (9) quando os dois discutiram. Após levar marretadas e tiros, a menina se fingiu de morta para que o agressor fosse embora. Ela conseguiu escapar para um matagal e pediu ajuda para vizinhos.

A jovem teve um romance com o agressor durante 10 meses, mas já estaria há seis meses com o atual e esse deve ser o motivo das agressões, segundo a polícia.

O agressor foi preso no trabalho durante a quarta-feira (10) e confessou o crime.

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Suspeita de participar de assalto a banco é presa em sítio

Polícia encontrou um veículo EcoSport, com placas de Curitiba, além de colete balístico, toucas balaclavas, dinheiro e outro objetos

Há possibilidade de outros moradores de Guaraqueçaba terem envolvido com o assalto (Foto: JB Litoral)

Uma mulher suspeita de participar do assalto a banco em Guaraqueçaba, no litoral paranaense, foi presa na quarta-feira (10) por policiais militares e pelo serviço reservado.

Ela é suspeita de ter envolvimento no assalto à agência do Banco Itaú, quando bandidos fortemente armados explodiram caixas eletrônicos. As investigações apontam que a mulher é de uma família de comerciantes.

Ao abordar a mulher em um sítio na cidade, a polícia encontrou um veículo EcoSport, com placas de Curitiba, além de colete balístico, toucas balaclavas, dinheiro e outro objetos. Ela foi encaminhada à delegacia de Antonina, também no litoral.

Há possibilidade de outros moradores de Guaraqueçaba terem envolvido com o assalto.

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Criminosos fortemente armados metralham ônibus que transportava presos

Com fuzis e pistolas, eles procuravam por um detento chamado ‘Betinho’; ninguém ficou ferido

A alvo dos criminosos não estava no ônibus. (Foto: Reprodução/RICTV Curitiba)

*Com informações de Marcelo Borges, repórter da RICTV Curitiba

Na noite desta quarta-feira (10), criminosos fortemente armado metralharam um ônibus que transportava detentos da Colônia Penal Agrícola que seguiam para o trabalho. O veículo foi interceptado na BR-116, em Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba, por volta das 22h. Doze homens estavam atrás de um preso específico para executar.

O ônibus saiu de Piraquara, também na Região Metropolitana de Curitiba, e levava presos do regime semiaberto que todos os dias prestam serviço em uma metalúrgica durante a madrugada. Segundo informações, o veículo acessava a marginal da BR-116 quando foi fechado por dois carros. O motorista foi obrigada a desligar o ônibus e os criminosos invadiram o veículo gritando ‘cadê o Betinho?’. Vendo que o procurado não estava lá, eles interrogaram os sessenta detentos e resolveram ir embora.

Como o banheiro estava trancado, o grupo desconfiou que o alvo estaria escondido dentro do compartimento, e abriram fogo através da porta. (Foto: PRF)

Frustrados e armados com fuzis e pistolas, eles ainda obrigaram os reféns a correr para um matagal e metralharam o ônibus antes de fugir. Um dos carros usados foi abandonado e outro incendiado às margens da rodovia.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), ambos os carros possuíam placas clonadas e alerta de roubo: um Renault Sandero e um Chevrolet Onix, este último incendiado. O grupo utilizou ainda uma Ford Ecosport na ação, que até o momento não foi encontrado.

O Onix havia sido roubado anteontem (11), em Curitiba. E o Sandero, em Colombo (PR), no mês passado. (Foto: PRF)

Socorristas foram chamados no local, mas, por sorte, ninguém ficou ferido. 

A Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Militar realizaram buscas na região. No entanto, ninguém foi preso ou mesmo identificado. A PRF encaminhou a ocorrência para a Delegacia da Polícia Civil em Quatro Barras.

Em nota, o Departamento Penitenciário do Estado do Paraná (Depen) informou que detentos em regime semiaberto não precisam de escolta policial quando se deslocam para o trabalho. Que todos os presos possuem autorização do juiz da Vara de Execuções Penais para trabalhar e que transporte é fornecido pela empresa contratante.

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