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Suspeito de estuprar criança seis vezes é preso em Araucária, na RMC

Os estupros teriam ocorrido no bairro Água Verde, em Curitiba; o menino de 12 anos teria conhecido o homem em uma praça

Autor: Redação RIC Mais
Homem é preso por suspeita de estuprar criança no bairro Água Verde. (Foto: Reprodução/Facebook)
Homem é preso por suspeita de estuprar criança no bairro Água Verde. (Foto: Reprodução/Facebook)

Um homem suspeito de estuprar uma criança de 12 anos foi preso em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, na manhã desta quinta-feira (10). Cleverton Machado teria abusado sexualmente do menino pelo menos seis vezes.

Segundo as investigações do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), os estupros aconteceram no bairro Água Verde, da capital. O últimos deles, inclusive, ocorreu no Cemitério Água Verde.

A situação chegou até a polícia, depois que a vítima começou a apresentar comportamento estranho na escola. Aos ser questionado pelo pais, ele contou o que estava acontecendo. 

Prisão dos suspeito de pedofilia

A prisão de Cleverton foi decretada pela Vara da Infância e da Juventude de Curitiba, mas como ele é morador de Araucária a prisão foi feita pela Polícia Civil do município. De acordo com o delegado Tiago Wladika, ele foi localizado em uma residência no bairro Costeira e tentou fugir. “A nossa equipe de investigação é que diligenciou o paradeiro desse indivíduo. Quando foi localizado o paradeiro, hoje pela manhã, nós organizamos uma operação, chegamos até a residência e quando chegamos, cercamos a residência. Ele notou na hora a nossa presença e correu para dentro da casa. Nós invadimos, com o mandado, e acabamos efetuando a prisão do mesmo”, contou.

O delegado também explicou que como as investigações estão a cargo do Nucria, ele não sabe detalhes do caso. “Essa questão das provas e dos levantamentos estão todas lá. Nós só demos cumprimento ao mandado. Como teve prisão preventiva decretada, há indícios de autoria e materialidade do crime”, contou Wladika.

No momento em que Cleverton era levado pela polícia, revoltados, vizinhos foram até os investigadores e informaram que o suspeito costumava fazer amizade com as crianças da região, usava um cachorrinho estimação para se aproximar e chamava elas para brincar.

Versão do suspeito

Cleverton nega que tenha estuprado o menino e afirmou à equipe da RICTV Curitiba | Record PR que foi preso injustamente. Conforme sua versão, a criança andava atrás dele. “Eu queria dizer que eu ia na casa da minha nora ali e ficava ali e ficava ali e aquele pia ficava correndo atrás de mim para baixo e para cima. Chamando eu. Eu falava ‘cara, eu to na casa da minha nora. Eu não posso fazer nada. Eu não quero ir atrás de você. Você que fica vindo atrás de mim, aí’. Aí eu falei para ele ‘cara, você fica me acusando de coisa que eu não fiz, cara’. Eu falei para ele assim: ‘não é bem assim as coisas’. Aí hoje de manhã a polícia me prendeu, até minha mulher estava junto comigo. Porque eu sou casado, tenho mulher, tenho filho de 23 anos. Até minhas crianças se assustaram dentro de casa, me deu um dó deles, das crianças. Arrebentaram a porta, tudo”.

“Não tive nenhuma relação com ele não. [...] Tão me acusando, quero ver provar, eu não fiz nada com ele. [...] Eu jamais iria mexer com uma criança, eu tenho minhas crianças dentro de casa”

O suspeito também disse que conheceu a vítima em uma praça. “Ele foi em um praça. Eu tava com minha ex-mulher, eu fui na praça passear ali, mas eu sabia que ele tava procurando alguma coisa errada. Porque né, você sabe, que quando a mãe e o pai abandonam, não seguram o filho dentro de casa, já viu como que é”. Quando a suspeita de ter estuprado o garoto no Cemitério Água Verde, ele afirmou que foi até o local apenas uma vez para um velório. “Eu fui uma vez só para enterrar meu cunhado lá, meu cunhado que morreu. A única vez”.

Reincidente

Em 2014, Cleverton já havia sido preso pelo mesmo tipo de crime. Ao ser indagado sobre isso ele declarou que não foi nada provado. “Em 2014, eu fui preso, mas não foi nada provado. Daí, me soltaram, me liberaram porque não tinha prova, não tinha testemunha, não tinha nada. Daí meu advogado soltou eu”.

*Com informações de Thais Travençoli , repórter da RICTV Curitiba

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