Curitiba

Ladrões de celulares de menos de R$ 500 não sofrerão condenação

A decisão é do STF e coloca os aparelhos abaixo desse valor no princípio da 'insignificância'. a ideia é desafogar os presídios

Roubo de celulares abaixo de R$500,00 pode ser considerado irrelevante. (Foto: Divulgação)

Furtar celular pode deixar de ser crime no Brasil, por causa de uma decisão polêmica do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o órgão, ladrões que roubarem aparelhos celulares com valor abaixo de R$ 500 não devem sofrer condenação.

Segundo os ministros que votaram, o roubo de celulares abaixo do valor estipulado encaixa-se no princípio da "insignificância". O termo é utilizado para designar crimes considerados desprezíveis e que não valem uma investigação, no sentido de acionar a lei penal. 

O objetivo é desafogar o sistema carcerário, que deve servir apenas para prender criminosos ligados a roubos de alta periculosidade.

Assista aqui à reportagem do Balanço Geral SP sobre o tema.

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Suspeito de matar namorada com taco de beisebol é preso em Foz

Casal era sócio no bar onde a vítima foi morta; homem tentava fugir para o Paraguai

Anderson e Juliana eram sócios em bar onde o crime aconteceu (Foto: Reprodução/Facebook)

O suspeito de matar Juliana Nunes, de 33 anos, com um taco de beisebol foi preso no final da manhã desta quinta-feira (27) em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. Anderson Barbosa de Paula, de 39 anos, era namorado da vítima e estava tentando fugir para o Paraguai com o carro dela.

Juliana foi encontrada morta dentro de um bar e Ponta Grossa, nos Campos Gerais, por volta das 8h desta quinta.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito confessou o crime e disse que a matou a namorada por ciúmes. Ele deve ser transferido para Ponta Grossa ainda nesta tarde.

O crime

Juliana Nunes, de 33 anos, foi encontrada morta dentro do Bar Copacabana. Ela e o namorado eram sócios no estabelecimento e estavam dormindo no local há alguns meses para evitar furtos.

Vizinhos afirmaram ter ouvido gritos da mulher e chamaram a Polícia Civil. No local, os investigadores encontraram três bilhetes que teriam sido deixados pelo namorado, que não teve o nome divulgado.

Os papéis diziam “Ela pulou ne mim com o taco (sic). Só me defendi e acabou’. No segundo bilhete o autor diz que matou por amor: “Fiz isso por amor. Ela acabou com a minha vida e me traiu. Dei tudo pra ela”. No terceiro bilhete ele pede desculpas: “Ela sempre quis me enganar. Desculpas”.

Juliana foi asfixiada e agredida com um taco de beisebol, que foi apreendido para perícia. Imagens de câmeras de segurança mostram o namorado de Juliana saindo do bar com o carro da vítima por volta das 3h da madrugada.

Apesar de dormir com o namorado no bar, Juliana ainda morava com a mãe e a filha de sete anos, fruto de um relacionamento anterior.

O corpo dela deve ser velado na Capela Luto Santana e o sepultamento está previsto para acontecer na manhã de sexta-feira (28).

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Mulher é achada morta dentro de bar em Ponta Grossa

O principal suspeito do crime já foi identificado, mas ainda não foi encontrado

A polícia já tem um suspeito. Foto: Colaboração/Portal A Rede.

*Com informações do portal A Rede

Juliana Silveira Nunes, de 34 anos, foi encontrada morta dentro de um bar na Rua Rio de Janeiro, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais. O crime bárbaro aconteceu na manhã desta quinta-feira (27) e chocou os moradores do bairro Nova Rússia.

A polícia ainda não tem muitos detalhes sobre o que aconteceu. A Polícia Militar (PM) foi acionada por denúncia anônima e os policiais encontraram o lugar trancado. Assim que conseguiram abrir a porta, viram a mulher já sem vida e com manchas de sangue.

Informações extraoficiais indicam que a vítima foi agredida e asfixiada. O principal suspeito do crime é o namorado de Juliana.

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