Curitiba

Carreta é apreendida com R$ 1 milhão em cigarros contrabandeados

A carga de 250 mil carteiras de cigarro foi avaliada em R$ 1,25 milhão e era transportada para Curitiba

A carga de 250 mil carteiras de cigarro foi avaliada em R$ 1,25 milhão e era transportada para Curitiba (Foto: Divulgação/PRF)

Cerca de 250 mil carteiras de cigarro contrabandeadas do Paraguai foram apreendidas na tarde desta segunda-feira (8) na BR-277, em Balsa Nova, na Região Metropolitana de Curitiba. A ação foi realizada em conjunto pela Polícia Rodoviária Federal(PRF) e da Receita Federal. 

Avaliada em pelo menos R$ 1,25 milhão, a carga ilícita era transportada em uma carreta, abordada por volta de 15h30 em frente à Unidade Operacional São Luiz do Purunã. Com 38 anos de idade, o motorista foi preso em flagrante por contrabando. Ele afirmou que saiu de Cascavel, no oeste do Estado, e que levaria o cigarro até Curitiba.

A ocorrência foi encaminhada para a Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. O crime de contrabando tem pena prevista de dois a cinco anos de prisão.

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Casos de feminicídio no Rio aumentam 62% de 2016 para 2017

Os dados correspondem aos casos que viraram processos judiciais e apesar de alto, muitos não são registrados

No ano passado, foram 88 casos e em 2016 foram 54 registros, o que representa aumento de 62% (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

*Da Agência Brasil

Em 2017, o estado do Rio de Janeiro registrou aumento no número de feminicídios, que é o assassinato de mulheres por motivo de gênero, derivado geralmente do ódio, desprezo ou sentimento de propriedade sobre elas. No ano passado, foram 88 casos e em 2016 foram 54 registros, o que representa aumento de 62%. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (8) pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) e correspondem aos casos que viraram processos judiciais.

Os registros do Instituto de Segurança Pública do estado (ISP) somam 62 feminicídios de janeiro a novembro de 2017 e 225 tentativas de feminicídio no mesmo período. De 2016, o ISP só tem dados de novembro e dezembro, que somam 14 feminicídios e 43 tentativas. A divulgação de estatísticas sobre o feminicídio no Rio de Janeiro está prevista na Lei estadual nº 7.448, de outubro de 2016. Os dados do ISP correspondem às ocorrências registradas nas delegacias.

O Observatório Judicial da Violência contra a Mulher, um portal do TJRJ, também aponta o crescimento das prisões por processos de violência doméstica. No primeiro semestre de 2017 foram 531 casos. Entre 2011 e 2016, o crescimento foi de 173,45%, indo de 550 para 1.504 reclusões. Desde 2015 o feminicídio é classificado como homicídio qualificado. O crime é previsto no Código Penal e também na Lei Maria da Penha.

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Blog racista ataca estudantes de universidade do Rio de Janeiro

A página divulgava imagens, informações e perfis de redes sociais dos estudantes da universidade

Em resposta, alunos envolvidos expressaram indignação com o ocorrido, alegando que o ataque foi inesperado e que as devidas ações legais seriam tomadas (Foto: Reprodução)

Em resposta, alunos envolvidos expressaram indignação com o ocorrido, alegando que o ataque foi inesperado e que as devidas ações legais seriam tomadas (Foto: Reprodução)

Em resposta, alunos envolvidos expressaram indignação com o ocorrido, alegando que o ataque foi inesperado e que as devidas ações legais seriam tomadas (Foto: Reprodução)
O Diretório Central dos Estudantes (DCE) da universidade postou em sua rede social uma resposta oficial se posicionando de forma contrária às ações e opiniões expostas pelo blog (Foto: Reprodução)
lém disso, informou que esteve em reunião durante a manhã com as vítimas e a União Estadual dos Estudantes do Rio de Janeiro (UEE-RJ) e que a UniCarioca forneceu todo o suporte para os atingidos (Foto: Reprodução)

*do R7

Durante o último sábado (6), um blog com conteúdo racista, que divulgava imagens, informações e os perfis das redes sociais de estudantes de uma universidade do Rio, viralizou na internet e gerou revolta a diversas pessoas. No texto, um homem realizou acusações racistas e homofóbicas no intuito de denegrir as imagens de homens e mulheres.

Em resposta, alunos envolvidos expressaram indignação com o ocorrido, alegando que o ataque foi inesperado e que as devidas ações legais seriam tomadas. O Diretório Central dos Estudantes (DCE) da universidade postou em sua rede social uma resposta oficial se posicionando de forma contrária às ações e opiniões expostas pelo blog. Além disso, informou que esteve em reunião durante a manhã com as vítimas e a União Estadual dos Estudantes do Rio de Janeiro (UEE-RJ) e que a UniCarioca forneceu todo o suporte para os atingidos. Além disto, cerca 12h30, afirmaram que estavam a caminho da delegacia para formalizar a denúncia.

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