Curitiba

Bebê é agredido por estagiária em vídeo gravado em escola infantil do PR

Segundo a Secretaria de Educação de Salto do Lontra, a agressora foi identificada no mesmo dia e afastada do trabalho

Vídeo flagra o momento em que a estagiária de uma escola infantil bate em um bebê em Salto do Lontra (Foto: Reprodução/WhatsApp)

Vídeo flagra o momento em que a estagiária de uma escola infantil bate em um bebê em Salto do Lontra (Foto: Reprodução/WhatsApp)

Vídeo flagra o momento em que a estagiária de uma escola infantil bate em um bebê em Salto do Lontra (Foto: Reprodução/WhatsApp)
A mãe da vítima gravou um vídeo no qual chama a agressora de seu filho de monstro e diz já ter registrado queixa. (Foto: Arquivo pessoal)

As imagens de um bebê sendo agredido pela mulher que deveria estar cuidando dele, em Salto do Lontra, na região sudoeste do Paraná, ganhou grande repercussão nas redes sociais. A agressão aconteceu em um centro de educação infantil do município e foi registrada por funcionários da CMEI.

No vídeo, é possível ver a criança chorando, enquanto a estagiária segura o celular com uma das mãos e com a outra bate no bebê. A medida que o choro da vítima se torna mais intenso,a mulher grita com o menino, o joga pelos braços e dá palmadas mais fortes nele. Assista:

Por meio de nota, a Secretaria de Educação do município informou já ter conhecimento do vídeo e confirmou o afastamento da estagiária. Confira abaixo:

A mãe da vítima gravou um vídeo no qual chama a agressora de seu filho de monstro e diz já ter registrado queixa. A polícia vai começar a trabalhar no caso a partir de segunda-feira (27). Veja: 

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Dois homens são mortos a tiros e facadas em diferentes bairros de Curitiba

Assassinatos no Parolin e no Sítio Cercado aconteceram com intervalo aproximado de uma hora

Homem de 31 anos é esfaqueado na porta de um bar no Sítio Cercado . (Foto: Paulo Fischer/Reprodução/ RICTV)

Homem de 31 anos é esfaqueado na porta de um bar no Sítio Cercado . (Foto: Paulo Fischer/Reprodução/ RICTV)

Homem de 31 anos é esfaqueado na porta de um bar no Sítio Cercado . (Foto: Paulo Fischer/Reprodução/ RICTV)
Usuário de crack foi executado em um beco no Parolin. (Foto: Paulo Fischer/Reprodução/ RICTV)

*com informações de Marcelo Borges

Um jovem de aproximadamente 20 anos foi executado na madrugada deste sábado no bairro Parolin, em Curitiba. Policiais encontraram o corpo de Maicon, mais conhecido pelo apelido “Carudo” em um beco, pouco depois da 1h da manhã, com marcas de tiros de pistola 380.

Segundo a polícia, a vítima era viciada crack, e informações apontam que uma dívida de drogas teria motivado o assassinato.

Esfaqueado

Cerca de uma hora depois, outro assassinato foi registrado em Curitiba. Desta vez, nas moradias Sambaqui, na região do bairro Sítio Cercado: um homem de 31 anos foi morto com pelo menos duas facadas.

Dione Cesar Marçal caiu em uma escada que dá acesso a um bar, que estaria fechado no momento do homicídio.

Segundo amigos e familiares, Dione era uma pessoa muito querida pelos moradores, por toda a vizinhança. À reportagem da RICTV, a mãe da vítima disse suspeitar que o filho tenha sido assassinado por causa de uma mulher.  

Os dois casos são investigados pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil.

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Nos vídeos que viralizaram nas redes são escutados vários ganidos extremos de dor dos animais

Vídeo causou polêmica nas redes sociais. (Foto: Reprodução Facebook)

Um petshop e clinica veterinária, localizado no bairro Alto da XV, em Curitiba, se tornou o centro de uma polêmica esta semana. Os proprietários do estabelecimento estão sendo acusados de maus-tratos pela vizinhança após alguns vídeos viralizarem nas redes sociais.

Um dos vídeos mostra um canil nos fundos de uma casa no bairro Cristo Rei. Vários animais aparecem ganindo e chorando enquanto a proprietária se locomove dentro do ambiente. 

Segundo depoimentos da vizinhança na internet, ela estaria agredindo os cachorros e xingando as pessoas que filmavam o ato. Em um segundo vídeo, filmado no mesmo dia, porém à noite, um furgão aparece retirando os animais da residência. As duas filmagens vêm causando revolta em quem assiste.

Vizinhança indignada

Em contato com a nossa equipe, a moradora de um dos prédios da região, que filmou e publicou alguns dos vídeos, disse que as brigas entre os animais eram constantes. Na segunda-feira (20), data das filmagens, ela disse que depois de a vizinhança perceber a suposta agressão, ela e um amigo se dirigiram para a residência para resgatar os animais. Foi quando encontraram outros moradores da região, que contaram a ela que os proprietários mantinham um canil clandestino nos fundos da casa.

Como não conseguiram retirar os cães, os moradores denunciaram o caso à central 156 e chamaram a polícia, que não invadiu o local por não se tratar de um flagrante - quando a polícia esteve lá, os animais não estavam fazendo barulho e os proprietários não responderam a chamados.

Mais tarde, ainda segundo a moradora que conversou com o RIC Mais, os proprietários esperaram a vizinhança sair da frente da casa e saíram com os animais em um furgão. Segundo essa mesma moradora, no dia seguinte (21) os donos da residência fizeram uma limpa no local e, na quarta (22), a Delegacia do Meio Ambiente foi até o local, mas não encontrou nada.

Versão do proprietário

Em conversa com o RIC Mais por telefone, o proprietário da clínica veterinária, que é filho dos donos da residência, alegou que sua mãe não estava agredindo os cães no vídeo e, sim, separando uma briga entre eles. Ele também informou, sobre a retirada dos animais no furgão, que ele mesmo fez isso porque queria levá-los até sua clínica veterinária para examinar os machucados causados pela briga.

Questionado por que ele apagou seu perfil pessoal e da página da clínica veterinária nas redes sociais, o proprietário afirmou que recebeu muitas ameaças devido ao conteúdo dos vídeoss. Ele disse ter recebido cerca de 10 visitas - de órgãos como Polícia Florestal, IBAMA e Delegacia do Meio Ambiente, que, sustenta, não detectaram nenhuma irregularidade.

Ele ainda informa que seus pais, desde que os vídeos surgiram nas redes sociais, não saem de casa. 

Veja um dos vídeos gravados.

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