Curitiba

Ataques voltam a assustar população de Fortaleza; oito são presos

Delegacias foram atacadas, e ao todo já são 21 veículos do transporte público incendiados

já foram 21 ônibus e outros veículos públicos incendiados (Foto: Jarbas Oliveira, Estadão Conteúdo)

Mais quatro coletivos e três delegacias foram atacados nesta quinta-feira, 20, na Grande Fortaleza. Ao todo, já são 21 veículos do transporte público incendiados. Um cobrador, um motorista e um suspeito estão internados com queimaduras.

Cinco carros que prestam serviço a empresas de distribuição de água e energia elétrica também foram alvos da ação de bandidos. Até o início desta tarde, oito pessoas foram presas, suspeitas de participação nas ações criminosas.

Apesar dos crimes, o secretário de Segurança do Ceará, André Costa, não cogita pedir ajuda da Força Nacional de Segurança. Segundo ele, o policiamento nas ruas de Fortaleza está sendo reforçado com agentes que desempenhavam funções administrativas e por policiais que estariam de folga neste início de feriado de Tiradentes.

As ações coordenadas foram uma retaliação pela transferência de detentos de presídios. Em carta deixada em um dos coletivos, os bandidos ameaçaram explodir prédios públicos e praticar atentados se o governo seguir "mexendo com unidades prisionais".

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PRF apreende mais de R$ 3 milhões em cigarros contrabandeados no Paraná

Apenas duas carretas apreendidas transportavam mais de 600 mil carteiras de cigarro do Paraguai

Juntas as duas cargas de cigarro contrabandeado somam mais de R$ 3 milhões em valor de mercado (Foto: PRF)

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu cerca de 650 mil carteiras de cigarro contrabandeadas do Paraguai nesta quinta-feira (20) no Paraná. As duas cargas juntas somam aproximadamente R$ 3,25 milhões.

A primeira apreensão aconteceu na BR-163 em Lindoeste, na região oeste do Estado, onde os agentes da PRF abordaram uma carreta transportando cerca de 250 mil carteiras de cigarro escondidas sob uma carga de soja.

O motorista foi preso em flagrante por contrabando e a ocorrência foi encaminhada para a Delegacia da Polícia Federal em Cascavel, também na região oeste.

Já em Pato Branco, na região sudoeste do Paraná, a polícia abordou outra carreta na BR-158, transportando cerca de 400 mil carteiras de cigarro, com valor de mercado estimado em R$ 2 milhões. O semirreboque acoplado ao caminhão estava totalmente lotado de cigarro contrabandeado.

A PRF encaminhou a ocorrência para a Delegacia da Polícia Federal em Guarapuava.

O crime de contrabando tem pena prevista de dois a cinco anos de prisão.

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Mulher que mandou matar ex-marido a marretadas é presa na região Norte

A vítima se recusaria a aceitar o fim do relacionamento, e então teria contratado três homens para fazer o 'serviço'

Foto: Polícia Civil

Uma mulher de 34 anos foi presa em Ribeirão Claro, na região norte do Paraná, suspeita de mandar matar o ex-companheiro a marretadas. Junto com ela, a Polícia Militar também prendeu um rapaz de 19 anos, suspeito de ser um dos executores do crime.

Segundo a Polícia Civil, o corpo de Adilson José de Souza, 34 anos, foi encontrado na tarde de segunda-feira (17) com sinais de violência física, próximo ao Centro de Eventos de Ribeirão Claro, no bairro CQG. O homem foi morto no domingo com golpes de marreta. A polícia está a procura de outros dois suspeitos que teriam ajudado a assassinar a vítima.

O motivo do crime, conforme a polícia, é que Adilson não aceitava o fim do relacionamento. De acordo com a delegada responsável pelo caso, Patrícia Cavalari Bocamino Taborda, a mulher planejou a morte e convidou o ex-companheiro para um suposto encontro com a intenção de atraí-lo até o local em que ocorreu o crime. “Ao chegar lá, a vítima foi surpreendida pelos três rapazes, que o agrediram até a morte com uma marreta”, conta. 

O crime foi elucidado em menos de 24 horas. A mulher e o jovem detidos estão presos no Setor de Carceragem Temporária (Secat) da Delegacia de Ribeirão Claro, onde aguardam à disposição da Justiça.

Todos os envolvidos responderão por crime de homicídio qualificado e, se condenados, podem pegar até 30 anos de prisão.

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