Curitiba

Assessoria de Laércio sugere "vaquinha" para libertar ex-bbb

O advogado do artista nega as acusações e diz que ele teve um relacionamento apenas virtual com a adolescente

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imagem: Polícia Civil/Divulgação

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Imagem: Reprodução/Twitter

A assessoria do tatuador e ex-brother Laércio de Moura, que foi preso nesta segunda-feira (16) por suspeita de estupro de vulnerável, quer coletar dinheiro com os fãs do artista para ajudar o artista a sair da cadeia. No Twitter de Laércio está sendo realizada uma enquete perguntando se os fãs aceitam contribuir com uma “'vaquinha' no site vaquinhaonline para ajudar o Laercio para ele ser liberto”.

Até às 18h30 desta segunda-feira, quase 20 mil pessoas haviam votado na enquete e 94% dos internautas disseram que não aceitam ajudar o tatuador. A postagem foi respondida por várias pessoas que repudiaram a pergunta dos assessores. “Pago para ele ficar mais tempo na cadeia”, disse um internauta.

Laercio é suspeito de estupro de vulnerável, por um suposto relacionamento com uma adolescente de 13 anos. Computadores e celulares do artista foram apreendidos e a polícia vai periciar o material para descobrir se o tatuador armazenava material pornográfico infantil, que é considerado crime de pedofilia.

Por telefone, o advogado do ex-BBB, Ronaldo Manoel Santiago, nega que o brother tenha tido relação física com a adolescente. “Foi apenas virtual, não houve conjunção carnal. A denúncia é infundada”, afirmou.

O crime de estupro é inafiançável e a assessoria de Laércio não foi localizada para explicar como o dinheiro arrecadado seria usado.

Conversas

A Polícia divulgou alguns prints de conversa de Laercio com a adolescente, que hoje tem 17 anos. Confira na galeria de imagens acima alguns trechos das conversas.

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Casal é preso com mais de 100 kg de maconha em Curitiba

Casal receberia R$ 5 mil para entregar a droga na Cidade Industrial de Curitiba

Foto: Polícia Civil

Foto: Polícia Civil

Um casal foi preso nesta sexta-feira (16) com 126 kg de maconha no Contorno Sul, em Curitiba. Andriele Tormes Lourenço, de 21 anos, e André Felipe Lourenço, estavam em uma caminhonete Duster Oroch, e traziam a droga de Foz do Iguaçu, na região oeste do Paraná.

De acordo com o depoimento de André à Polícia, o entorpecente seria entregue na Cidade Industrial de Curitiba e ele receberiam R$ 5 mil para entregar a carga. O rapaz, que usa uma perna mecânica, disse que usaria o dinheiro para fazer uma cirurgia e trocar a prótese.

Andriele disse que não sabia que eles estavam transportando a droga e o marido confirmou a versão. A delegada Camila Cecconello, da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc), afirmou que a jovem sabia sobre o tráfico. “Ela sabia do transporte e por isso foi presa junto com ele”, declarou.

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Dentista mata concorrentes para se vingar do fechamento de clínica

Proprietários e funcionários da clínica concorrente foram atacados três vezes

Em todos os ataques, o suspeito usou peruca e óculos escuros para cometer os crimes. (Foto: Reprodução)

Em todos os ataques, o suspeito usou peruca e óculos escuros para cometer os crimes. (Foto: Reprodução)

O dentista Flávio do Nascimento Graça, de 37 anos, é o principal suspeito pelo assassinato de três pessoas em Santos, no litoral sul de São Paulo. Com prisão temporária decretada pela Justiça, ele é considerado foragido.

De acordo com o Setor de Homicídios da Delegacia Especializada Antissequestro (Deas) de Santos, os crimes foram planejados e cometidos por vingança. Segundo as investigações, o suspeito mantinha um consultório em São Vicente, também no litoral paulista, mas fechou o estabelecimento em 2007 após uma clínica pertencente às vítimas ser aberta ao lado do consultório, e culpava a concorrência pelo fechamento.

Proprietários e funcionários da clínica foram atacados três vezes. Na primeira, no dia 23 de dezembro de 2014, o empresário Agilson Corrêa de Carvalho, de 54 anos, foi morto com um tiro na cabeça quando saía de uma filial da clínica no bairro Gonzaga, em Santos.

No dia 15 de julho de 2015, Aldacy Correa de Carvalho, de 56 anos, foi assassinada, também a tiros, ao sair de uma unidade no centro de Santos. Arnaldo Correa de Carvalho, de 54 anos, que estava junto com a empresária, também foi baleado e morreu no hospital, quatro meses depois. Outra vítima do mesmo crime sobreviveu.

No dia 23 de setembro de 2015, uma mulher de 40 anos, ex-funcionária do suspeito, e que trabalhou como esterilizadora dos instrumentos na clínica das vítimas, foi atacada no bairro do Gonzaga, em Santos, mas sobreviveu. Segundo a polícia, essa vítima reconheceu o suspeito em imagens de câmeras de segurança da região.

Em todos os ataques, o suspeito usou peruca e óculos escuros. A polícia também colheu o depoimento de colegas de faculdade do dentista, que confirmaram a identificação. Em junho de 2015, o suspeito cancelou seu registro no Conselho Regional de Odontologia (CRO) e, para entrar no prédio, precisou fazer um registro fotográfico, sendo essa a imagem mais recente do foragido divulgada pelos policiais.

Na residência do suspeito, a polícia encontrou velas e livros sobre bruxaria e magia negra. Na casa da mãe dele, os agentes encontraram um tênis semelhante ao usado em um dos crimes.

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