Olá {{nome}}
Logout
Ao vivo:
Próximo

unidade de segurança máxima

Após possibilidade de fuga, Edison Brittes é transferido para Curitiba

A transferência foi determinada após a realização de uma revista na cela de Edison Brittes, local em que foram encontrados bilhetes que mencionavam uma possibilidade de fuga, caracterizando a periculosidade do preso.

Autor: Redação RIC Mais
Edison Brittes tem extensa ficha criminal. (FOTO: REPRODUÇÃO/RICTV)
Edison Brittes tem extensa ficha criminal. (FOTO: REPRODUÇÃO/RICTV)

Edson Brittes, assassino confesso do jogador Daniel Correa, morto em outubro do ano passado, foi transferido da Casa de Custódia de São José dos Pinhais para a Casa de Custódia de Curitiba na manhã desta sexta-feira 8 de março.

Juninho Riqueza trocava bilhetes dentro da prisão

A transferência foi determinada após a realização de uma revista na cela de Edison Brittes, local em que foram encontrados bilhetes que mencionavam uma possibilidade de fuga, carecterizando a periculosidade do preso.

De acordo com o Departamento Penitenciário do Paraná (Depen), além dos bilhetes encontrados, o forte apelo midiático que envolve o caso, a proximidade de sua residência e amigos com a Unidade Prisional de São José dos Pinhais, o seu envolvimento com presos e traficantes da região, também foram determinantes para a efetivação da transferência de Juninho Riqueza para uma unidade de segurança máxima, a fim de preservar a integridade física dos presos e servidores desta unidade penal e manter a harmonia prisional.

Edison Brittes tem extensa ficha criminal

Além da morte do jogador Daniel, Edison Brittes possui outras passagens pela polícia e já responde por diversos processos desde 2005. Dentre eles estão porte ilegal de armas, adulteração de veículo e ameaça e crime contra a pessoa.

O que diz a defesa do réu

Segundo o advogado Cláudio Dalledone Junior, responsável pela defesa da família Brittes, as revistas ocorreram quando Edison estava ausente para participar das audiências de instrução do processo sobre o assassinato do jogador Daniel e o réu não teria tido acesso às mensagens. “A segurança ingressou na sua unidade carcerária e lá encontrou vários bilhetes, bilhetes estes que era deixados pelo faxina do corredor. [...] Esses bilhetes sequer foram acessados”, declarou.


Ainda conforme o defensor, nesses bilhetes eram ofertados todo tipo de produtos e serviços a Edison, pois os outros presos teriam uma visão de que o acusado é milionário. “Dentre as quais, que chamaram a atenção da segurança, uma, de um conhecido estelionatário dentro da cadeia, que vende fumaça dentro do presídio, dizendo que se Edison Brittes depositasse R$ 70 mil na conta que ele indicava naquele bilhete, ele poderia fazer um arrebatamento de Edison Brittes”.

O que achou desta matéria

  1. Péssima
  2. Ruim
  3. Regular
  4. Boa
  5. Excelente

Média dos leitores 3,8

  • Comentário via facebook