Curitiba

Amante que foi exposta em panfletos pela cidade vai processar a "rival"

Segundo a polícia, além de responder criminalmente por injúria e difamação, agora a esposa pode também ter que pagar indenização na esfera civil

A conversa virou panfleto e deu confusão. Foto: Divulgação.

Lembra do caso da esposa que descobriu uma conversa do marido com outra e espalhou tudo em panfletos pela cidade? A história continua. A mulher exposta nos panfletos disse que não sai mais de casa e decidiu processar a “rival”, que confessou ser a responsável pela divulgação da conversa.

A confusão aconteceu em Apucarana, no norte do Paraná. Ao saber das conversas do marido com uma mulher pelo whatsapp, a mulher imprimiu o que recebeu, transformou em panfletos e mostrou para todo mundo. A esposa chegou a contratar um carro para espalhar as folhas na cidade.

Espalhando os folhetos pela cidade, a mulher colou os papeis até mesmo em frente ao emprego da rival. Conforme o RIC Mais já tinha noticiado, a confusão foi parar na delegacia. Por causa da exposição, a “outra” registrou um boletim de ocorrência por difamação.

A Polícia Civil, embora não possa resolver a situação das duas com o pretendente, elaborou um termo circunstanciado. O documento foi encaminhado ao Juizado Especial Criminal, que deve julgar a pena da mulher.

Quase uma semana depois do episódio, a amante continua afetada com a situação. Ela afirmou que teve que parar de estudar (é aluna de direito) por causa da polêmica que envolveu o caso. Segundo a polícia, além de responder criminalmente por injúria e difamação, agora a esposa pode também ter que pagar indenização na esfera civil.

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Presos serram grades e fogem da Colônia Penal de Piraquara

A fuga foi na noite desta segunda-feira (31) e assim que forem encontrados, os dois presos devem regredir a pena, ou seja, vão passar para o regime fechado

Os presos conseguiram escapar e não foram encontrados. Foto: Arquivo.

Dois presos fugiram da Colônia Penal Agroindustrial (CPAI), unidade do regime semiaberto de Piraquara, Região Metropolitana de Curitiba (RMC), na noite desta segunda-feira (31). Os presos serraram as grades do alojamento.

Como a unidade é do regime semiaberto, a estrutura é diferente das outras prisões. Por isso, a fuga de Elias Alves dos Anjos e Jeferson dos Santos Padilha foi percebida pouco tempo depois pelos agentes penitenciários.

Segundo o Departamento Penitenciário do Estado do Paraná (Depen), buscas foram feitas, mas eles não foram localizados. Equipes da Polícia Militar (PM) foram acionadas e prestaram apoio aos agentes, mas não houve confusão entre os outros presos. Assim que forem encontrados, os dois presos devem regredir a pena, ou seja, vão passar para o regime fechado.

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Briga de vizinhos por causa de cerca no quintal acaba em morte na RMC

O autor do crime tentou fugir para São Paulo e Santa Catarina, mas voltou e foi preso pela Polícia Civil

A cerca foi o motivo da confusão. Foto: Tiago Silva/RICTV.

*Com informações do repórter Tiago Silva, RICTV Curitiba

Uma briga por causa de uma cerca que dividia um quintal do outro motivou o assassinato de Luiz Carlos da Silva de Oliveira, 51 anos, em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). O autor do crime foi preso pela Polícia Civil um dia depois que o homem morreu. Segundo a polícia, ele chegou a fugir.

O crime aconteceu no dia 24 de julho, depois de uma discussão entre os dois vizinhos, que moravam no Jardim Jaguatirica, região que fica a aproximadamente 30 quilômetros do Centro da cidade. Conforme apurou a reportagem do RIC Mais, os dois brigaram por causa de uma cerca que foi feita para dividir os dois terrenos, mas teria sido colocada num local onde o atirador não gostou.

Revoltado com o que aconteceu, o homem destruiu a cerca e entrou em casa. Minutos depois, ele voltou armado com uma espingarda e atirou contra Luiz Carlos e atingiu também a esposa dele.

Os dois foram socorridos e encaminhados ao Hospital Angelina Caron. A mulher, atingida de raspão, recebeu alta e já se recuperou. Luiz Carlos morreu na madrugada do dia 26 de julho, depois que a situação complicou devido aos graves ferimentos.

Já sabendo do crime, os policiais da Delegacia de Campina Grande do Sul agiram rápido e conseguiram evitar que o paradeiro do assassino fosse desconhecido, já que ele teria fugido para São Paulo e Santa Catarina. O mandado de prisão foi pedido, a Justiça expediu e os investigadores prenderam o autor dos disparos. O homem continua detido e as investigações foram dadas como encerradas.

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