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Rio Marumbi

Homem que morreu afogado em Morretes tentava salvar a sobrinha

Segundo o Corpo de Bombeiros, a família tomava banho no Rio Marumbi quando foi surpreendida por uma cabeça d’água

Autor: Redação RIC Mais
Marcos morreu afogado em Morretes na tarde de sábado (12).  (Foto: Reprodução/Facebook Sintcom)
Marcos morreu afogado em Morretes na tarde de sábado (12). (Foto: Reprodução/Facebook Sintcom)

Marco Antonio Manoel Mina, 45 anos, que morreu afogado em Morretes, no litoral do Paraná, na tarde deste sábado (12), tentava salvar a sobrinha de uma cabeça d’água no Rio Marumbi, de acordo com a Polícia Militar (PM). 

Afogado no Recanto Cascatinha

Conforme informações da PM, Marco viajava com a família quando eles resolveram parar para aproveitar a riozinho - chamado Recanto Cascatinha - às margens da rodovia. No entanto, enquanto as crianças tomavam banho no local, ocorreu uma súbita elevação do nível da água, causada por uma cabeça d’água. Foi nesse momento, que Marco percebeu que sua sobrinha não conseguia sair do rio e resolveu tirá-la de lá. Já na água, ele conseguiu salvar a menina, mas não teve forças para retornar à beirada do rio e sumiu.

A família foi surpreendida por uma cabeça d’água no Recanto Cascatinha. (Foto: Reprodução/Mauri Vinícius/Direitos Reservados)

Uma equipe do Corpo de Bombeiros que fazia patrulhamento na região passou pelo local cerca de 5 minutos após o ocorrido e iniciou as buscas. Uma ambulância e um helicóptero também foram acionados para ajudar no socorro, mas Marco só foi localizado depois de ter ficado 50 minutos submerso. Ele passou por procedimentos de reanimação por quase uma hora, porém, não resistiu e morreu no local.  

Carteiro morre afogado

Neste domingo (13), o Sindicato dos Trabalhadores nos Correios do Paraná (Sintcom) publicou uma nota de pesar sobre o afogamento. Marquinhos, como era chamado pelos amigos, era carteiro e segundo os representantes do órgão, deixou a esposa e um casal de filhos menores de idade. Veja a nota na íntegra: 

Cabeça d’água nos rios

O local onde Marco morreu afogado é de difícil acesso e não tem sinal de telefone ou internet. De acordo com o Corpo  de Bombeiros, devido aos perigos dos rios da região - agravados pela incidência de cabeças d’água - equipes constantemente fazem rondas nesses locais.

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