Curitiba

Adolescente viciada em drogas é procurada, suspeita de matar pai deficiente

Para a polícia não há dúvidas de que foi a filha quem cometeu o crime; ela está desaparecida desde a noite do assassinato e não apareceu nem no velório

Carlos Cesar de Paula Rodrigues, 48 anos, foi encontrado morto na noite da última quinta-feira (Foto: Reprodução/RICTV Curitiba)

A Polícia Civil não tem mais dúvidas de quem matou Rodrigues foi a filha adolescente de 17 anos (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

A Polícia Civil não tem mais dúvidas de quem matou Rodrigues foi a filha adolescente de 17 anos (Foto: Divulgação/Polícia Civil)
A menina foi vista carregando os pertences do pai para fora de casa após o crime pela vizinhança (Foto: Divulgação/Policia Civil)
Ela e o namorado, que também é viciado em drogas, são procurados pela polícia. O casal está desaparecido desde o dia do crime (Foto: Divulgação/Policia Civil)

* Com informações do repórter Tiago Silva, da RICTV Curitiba

Para a Polícia Civil do Paraná não restam mais dúvidas sobre a autoria do assassinato de Carlos Cesar de Paula Rodrigues, 48 anos. A filha dele, uma adolescente de 17 anos, que é viciada em drogas, é a principal suspeita. Carlos foi morto na noite da última quinta-feira (15), no bairro Planta Deodoro, em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba.

Rodrigues foi encontrado morto com marcas de facadas no pescoço e no peito. Um serrote foi encontrado no local e ele tinha ferimentos nas pernas, o que sugeriu que os assassinos tentaram esquartejar o corpo. O cadáver do homem foi trancado dentro do quarto da filha e policiais tiveram que arrombar a porta.  

O homem era portador de deficiencia mental e morava sozinho com a garota, já que a mulher morreu quando a filha ainda era pequena. A menina foi vista carregando os pertences do pai para fora da casa. Ela também não apareceu no velório.

A polícia acredita ainda no envolvimento do namorado da jovem, que também é viciado em drogas. Ninguém sabe o paradeiro do casal desde a noite de quinta-feira.

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PRF registra oito mortes e apreende quase 700 quilos de maconha

Durante os cinco dias de operação a PRF flagrou oito mortes, 139 acidentes, 135 pessoas feridas e 115 motoristas dirigindo embriagados

Os agentes da PRF flagraram 115 motoristas dirigindo embriagados, praticamente um a cada hora (Foto: Divulgação/PRF)

Durante os cinco dias de operação, a PRF registrou 139 acidentes e 135 pessoas feridas (Foto: Divulgação/PRF)

Durante os cinco dias de operação, a PRF registrou 139 acidentes e 135 pessoas feridas (Foto: Divulgação/PRF)
Os agentes da PRF flagraram 115 motoristas dirigindo embriagados, praticamente um a cada hora (Foto: Divulgação/PRF)
A PRF abordou ainda 46 veículos nos quais crianças eram transportadas sem cadeirinha, bebê-conforto ou assento de elevação (Foto: Divulgação/PRF)

Durante os cinco dias do feriado prolongado de Corpus Christi, foram registradas oito mortes nas rodovias federais do Paraná.

Entre a última quarta-feira (14) e domingo (18), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 139 acidentes e 135 pessoas feridas. Este é o terceiro ano consecutivo em que a PRF registra queda no total de mortes ocorridas nesta operação no estado. No feriado de Corpus Christi de 2014 houve 17 mortes. Em 2015, foram 12. No ano passado, nove.

Os agentes da PRF flagraram 115 motoristas dirigindo embriagados, praticamente um a cada hora. Outros 695 foram multados por efetuar manobras de ultrapassagens proibidas, e 9,3 mil tiveram as imagens de suas placas captadas por radares portáteis da PRF, por transitar acima dos limites máximos de velocidade.

A PRF abordou ainda 46 veículos nos quais crianças eram transportadas sem cadeirinha, bebê-conforto ou assento de elevação. Foram apreendidas 65 pistolas, 2.460 munições e 687 quilos de maconha no Paraná.

Acidentes fatais

As oito mortes registradas durante o feriado ocorreram em trechos de reta e com pista seca. Entre as causas dos acidentes fatais estão desatenção do motorista ou do pedestre, ultrapassagem indevida e velocidade incompatível. Quatro pessoas morreram em colisões frontais. Entre as oito vítimas mortas estão um ciclista, um pedestre e um motociclista.

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Mulher ataca adolescente após marido dar em cima da garota; veja fotos

Mulher viu o marido abordando a adolescente de 12 anos; furiosa, ela ataca o marido e depois parte para agressões físicas e verbais contra a menina

Marlenea (esquerda) atacou a adolescente de 12 anos após marido dar em cima da garota (Foto: Reprodução)

Marlenea (esquerda) atacou a adolescente de 12 anos após marido dar em cima da garota (Foto: Reprodução)

Marlenea (esquerda) atacou a adolescente de 12 anos após marido dar em cima da garota (Foto: Reprodução)
Marlenea ficou furiosa quando percebeu que o marido estava conversando com a adolescente e chegou furiosa empurrando o cônjuge (Foto: Reprodução)
Após o marido fugir do local, ela partiu para cima da garota de apenas 12 anos (Foto: Reprodução)
Ela empurrou a adolescente para o chão e ameaçou chutar nela enquanto estava no chão (Foto: Reprodução)

Uma mulher de 28 anos atacou violentamente uma garota de 12 que estava comendo um salgadinho num estacionamento da loja de conveniência Quick Stop, em Wilkes-Barre, estado da Pensilvânia, nos EUA.

A menina atacada se chama Presley Keeney e estava esperando pelo pai dela, que fazia compras. Enquanto aguardava, Marlenea, a agressora, e o marido passaram por ela. Ele vê a garota, disfarça e começa a rir, mas segue caminhando com a mulher.

O marido volta para falar com a menina. Com segundas intenções, ele pede "um pedaço dela". A jovem parece não entender e, inocentemente, oferece algo que estava dentro da sacola, provavelmente um salgadinho.

Então a mulher surge enfurecida, empurra o marido, que sai correndo, e em seguida ataca a adolescente. Empurra a menina de apenas 12 anos, segura o cabelo, bate no rosto, no ombro e, quando a menina cai no chão, Marlenea continua xingando e ofendendo.

Ela ameaçou chutar a menina, mas decide ir embora e sai andando tranquilamente. Segundos depois, o pai da menina é visto pela câmera de segurança. Ele socorre a filha e tenta ampará-la com um braço.

Ele sai em busca da agressora, mas não a encontra. Leva a filha para dentro da loja de conveniência para chamar a segurança do local, volta mais uma vez para o lado de fora, e nada. Pela câmera ela é vista do outro lado do estacionamento discutindo com o marido, sem ligar para a agressão cometida.

Após a agressão, a mãe de Presley, Chere Fuller, foi à polícia denunciar a mulher que atacou sua filha. Chere quer que a mulher seja presa e responda pelo ataque violento.

Marlenea continua foragida, e se presa deve responder por agressão. 

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