Curitiba

Venda de 41 planos de saúde está suspensa a partir desta sexta

A suspensão decorre de reclamações feitas por clientes quanto à cobertura assistencial, como recusa ou demora no atendimento

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet (Foto: Marcos Santos, USP Imagens)

Entra em vigor hoje (8) a determinação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que proíbe dez operadoras de comercializar 41 modalidades de planos de saúde. A suspensão decorre de reclamações feitas por clientes, durante o primeiro trimestre, quanto à cobertura assistencial, como recusa ou demora no atendimento.

A suspensão já tinha sido anunciada em 1º de setembro. As operadoras deverão continuar a assistir os mais de 175 mil usuários atendidos pelos 41 planos suspensos, sob pena de serem multadas.

Os planos suspensos são comercializados pelas seguintes empresas: Unimed-Rio Cooperativa; Unimed Norte/Nordeste; Caixa de Assistência à Saúde (Caberj); Green Life Plus; Salutar Saúde Seguradora; GS Plano Global de Saúde; Sociedade Assistencial Médica e Odonto cirúrgica (Samoc); Sociedade Cooperativa Cruzeiro; Associação Auxiliadora das Classes Laboriosas e Caixa de Previdência e Assistência dos Servidores da Fundação Nacional de Saúde (Capesesp).

A lista completa dos planos que tiveram as vendas suspensas, está disponível no site da ANS. Os interessados também podem consultar informações sobre cada operadora, a fim de checar quais planos foram suspensos.

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Pais querem mudança em lei após transplante de coração salvar filho

Menino de 4 anos quase morreu várias vezes até corpo aceitar novo órgão

A campanha deseja tornar todo mundo doador, a menos que a pessoa deixe registrado que não deseja doar seus órgãos depois da morte. (Foto: Reprodução R7)

*Do R7

Uma criança que foi diagnosticada aos seis meses com cardiomiopatia dilatada, condição que faz com que os ventrículos aumentem de tamanho e não bombeiem sangue suficiente, ganhou um novo coração. As informações são do jornal The Mirror.

Peter Mckay tinha três anos quando seu pai, que também chama Peter, e sua mãe, Nikita Campbell, foram avisados de que a única chance dele sobreviver era um transplante de coração na Inglaterra, a quilômetros de distância da casa deles na Irlanda.

Depois que Peter recebeu o transplante, Nikita soube de uma petição que pede a mudança nas leis relacionadas à doação de órgãos na Inglaterra. Atualmente, quem tem vontade de doar órgãos precisa ter um cartão de doador. A campanha pede para que os órgãos de qualquer pessoa que tenha ou não o cartão, sejam doados, a menos que a pessoa se recuse a doar, como ocorre no País de Gales e na Escócia

A mãe de Peter conta que o menino teve sorte de conseguir um coração. “Eu apoio a campanha. Peter recebeu o coração a tempo. Mas outros não são tão sortudos e precisamos disponibilizar o máximo órgãos que forem possíveis Peter, hoje com quatro anos, quase morreu várias vezes, antes que seu corpo finalmente aceitasse o novo coração. Na semana passada, ele foi para a escola pela primeira vez.

Até agora, mais de 11 mil pessoas assinaram a petição da Lei para a Vida, que pede a exclusão do cartão doador na Inglaterra e na Irlanda do Norte.

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Número de casos de gripe caiu 81% este ano no Brasil

Na campanha deste ano, foram vacinadas 51,8 milhões de pessoas, uma cobertura de 87,5% do público-alvo

Este ano foram 361 mortes até 28 de agosto; no mesmo período do ano passado, foram 2.007 (Foto: Agência Brasil)

O número de casos de gripe no Brasil caiu 81% este ano em relação ao ano passado, com 2.070 casos e 361 óbitos até 28 de agosto. No mesmo período do ano passado, foram registrados 11.062 casos, com 2.007 mortes por influenza. Os dados sobre a circulação da gripe no país foram divulgados hoje (6) pelo Ministério da Saúde.

Segundo a pasta, neste ano o vírus com maior circulação, até o momento, é o H3N2. No ano passado, o vírus predominante foi o H1N1.

Para o ministro da Saúde, Ricardo Barros, a baixa circulação da gripe no país desmobilizou a busca das pessoas pela vacina. “Quando a incidência é baixa, não há esse alerta, as pessoas relaxam e acham que não vão ter problema. Mas a vacinação é fundamental, e a cobertura deve ser melhorada”, disse Barros.

Na campanha deste ano, foram vacinadas 51,8 milhões de pessoas, uma cobertura de 87,5% do público-alvo definido pelo Ministério da Saúde. A campanha foi realizada de 17 de abril a 26 de maio e prorrogada até 9 de junho.

Devido à baixa procura dos públicos prioritários, o Ministério da Saúde autorizou estados e municípios a ampliar a vacinação para toda a população. O objetivo foi evitar o desperdício de doses, uma vez que a vacinação é mais efetiva antes do início do inverno, época de maior incidência da doença.

O Ministério da Saúde investe R$ 4 bilhões ao ano para fornecer os 19 tipos de vacina do calendário vacinal.

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