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Estudantes paranaenses produzem webdocumentário sobre mulheres paratletas

Autor: Redação RIC Mais
Foto: Cristiano Carvalho

Se você precisasse citar um jogador do futebol brasileiro, com certeza nomes não faltariam. Caso fosse necessário falar sobre algum atleta de outra modalidade, a dificuldade seria maior, mas um ou outro você conheceria. Mas, e se fosse para comentar sobre alguma mulher paratleta? Difícil, não é? É por este motivo que um grupo de alunas de jornalismo da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) resolveu produzir um webdocumentário muito especial, tendo como protagonistas paratletas paranaenses.

Dentro das piscinas, nas quadras de futsal, no rio durante a paracanoagem, na força do arremesso de peso, no escritório, na rua, dentro de baladas ou conquistando o mundo. Você sabe como é a rotina de uma paratleta? Será que há incentivo para buscarem tantas medalhas para o país, ou tudo é tirado da própria vontade de vencer? Foi para responder a essas e outras perguntas que o webdocumentário “Além das Linhas” nasceu.

Voltado ao paradesporto, à inclusão e à quebra de paradigmas, a ideia para o projeto de conclusão de curso surgiu durante a Olimpíada e Paraolimpíada Rio 2016. Na ocasião, as estudantes perceberam que as matérias sobre os paratletas –homens ou mulheres- tinham um espaço muito menor dentro da mídia ou, então, tratavam apenas de “superação”. Tal percepção foi confirmada meses depois após uma pesquisa digital realizada em todo o país. Para mais de 95% dos participantes, há pouco espaço para as atletas na imprensa esportiva brasileira. 

Com o objetivo de reverter este quadro, dar mais espaço às esportistas e levar mais informação a todos que se interessam pelo esporte nacional, o projeto se tornou possível. O nome “Além das Linhas” retrata todas as linhas criadas ou impostas às atletas, sejam dentro do esporte, do trabalho, dos relacionamentos ou da vida cotidiana dentro de uma grande cidade. Linhas das quadras, das reportagens, das ruas ou do preconceito: as mulheres são muito mais que isso.

Para financiar a produção, as alunas lançaram uma ‘vaquinha’ digital na última semana e pedem a ajuda da população e de empresários interessados no assunto. É possível ajudar com quantias a partir de R$ 10, basta acessar o link: https://www.catarse.me/alemdaslinhas

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