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Justiça bloqueia contas de Ricardinho por desvio de verbas no Maringá Vôlei

Além das contas de Ricardinho, foram bloqueadas as contas do Maringá Vôlei e da sogra após denúncia de desvio de recursos

Autor: Redação RIC Mais
Ricardinho, do vôlei Maringá, teve os bens bloqueados pela Justiça (Reprodução/Instagram)
Ricardinho, do vôlei Maringá, teve os bens bloqueados pela Justiça (Reprodução/Instagram)

O jogador de vôlei Ricardinho teve os bens bloqueados pela Justiça após uma denúncia do Ministério Público sobre desvio de verbas públicas em eventos de vôlei, em Maringá, no norte do Paraná.

Denúncias Maringá Vôlei

A prefeitura teria feito um repasse de R$ 800 mil reais para os eventos. Cerca de 500 mil reais foram depositados em 2014 nas contas particulares do Maringá Vôlei, Ricardinho e da sogra dele, Carmen Panza. Segundo a denúncia, apenas 25% desse valor teria sido destinado aos evento em 2014.

Ricardinho bens bloqueados

De acordo com o promotor do caso, o tesoureiro do Maringá Vôlei sacou em espécie R$ 500 mil para pagar as despesas. Porém, só conseguiu apresentar comprovações de 205 mil em gastos.

O restante do dinheiro não teve o uso comprovado e teria sumido. O dinheiro da bilheteria, cerca de R$  325 mil, foi depositado diretamente na conta do Ricardinho e da sogra dele e também teria desaparecido.

Além das contas de Ricardinho, foram bloqueadas as contas do clube e da sogra. Os advogados do Maringá Vôlei disseram que até agora o clube não foi acionado.

Outro lado

A Assessoria de Imprensa do Maringá Vôlei e do Ricardinho informou, por meio de nota, que o questionamento do Ministério Público não se trata de atividades cotidianas desenvolvidas pela associação e pelo Ricardinho, mas sim de dois eventos isolados realizados em 2014 – Copa Brasil e Liga Mundial. Esclarece ainda que o Maringá Vôlei não fez qualquer contratação com a Prefeitura de Maringá e sim com a CBV - Confederação Brasileira de Voleibol, única detentora dos direitos de promover jogos da Copa Brasil e Seleção Brasileira. É importante ressaltar que todos os serviços contratados foram realizados e que as devidas prestações de contas foram feitas para a CBV. Inclusive esses eventos muito contribuíram com a economia, incentivando o esporte e o turismo. Os amistosos foram feitos exatamente nos mesmos moldes que são feitos todos os anos nos diversos municípios do Brasil. Esclarece também que em nenhum momento o Maringá Vôlei, Ricardo Bermudez Garcia e Maria do Carmo Panza receberam notificação judicial para prestar contas dos eventos. No entanto, eles declaram, nesta oportunidade, que estão à disposição da Justiça para que os fatos sejam esclarecidos. Por fim, Ricardinho ressalta que tudo foi feito na mais absoluta lisura, como será apurado.

Assista à reportagem completa sobre o caso envolvendo Ricardinho:

Confira todos os detalhes da denúncia.

Com informações da RICTV Maringá

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