Curitiba

Uso de cerol pode fazer com que soltar pipa vire brincadeira fatal

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Durante as férias escolares, crianças de todo o Brasil costumam empinar pipas – também chamadas de papagaio, arraia, pandorga ou pepeta, a depender do estado – como forma de diversão. Mas, o uso do cerol na linha para cortar a pipa do adversário tem causado a morte de muitas pessoas, segundo adverte o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal.

Segundo a assessoria da corporação, o uso do cerol deve ser evitado, porque a brincadeira com pipa se transforma em arma. A mistura de cola e vidro é extremamente cortante e os motociclistas são as vítimas mais frequentes. Para os motociclistas, é recomendado que se use a antena de proteção, que corta a linha antes que ocorra o contato direto com o piloto.

De acordo com o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (DF), quando o cerol entra em contato com uma pessoa em movimento, pode fazer profundos cortes e até mesmo seccionar membros, causando inclusive a morte, dependendo do local atingido, como o pescoço. Por isso, o risco também ameaça ciclistas.

A assessoria do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) informa que, atualmente, a antena corta-pipas é de uso obrigatório apenas para mototaxistas e motofretistas, mas o órgão recomenda uso geral e não descarta a proposição de uma lei que abranja todos os condutores de motocicleta.

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Pesquisa revela que idosos levam mais tempo para frear carro

Pesquisa do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP)aponta que o tempo de reação dos motoristas idosos para frear um veículo é 39,6% maior em comparação ao de adultos jovens.A média do tempo de reação a partir do momento que uma placa “Pare” é avistada até a frenagem foi 1,34 segundo para os idosos, enquanto que para o grupo de adultos jovens, o tempo foi 0,96 segundo. O estudo, divulgado hoje (15), foi feito com o uso de um simulador e teve a participação de 30 idosos e 15 adultos jovens.

Apesar do tempo de reação maior, 97% dos idosos participantes do estudo não se envolveram em acidentes nos últimos cinco anos, nem foram multados no último ano. O estudo detectou que os idosos evitam colisões diminuindo drasticamente a velocidade. “Intuitivamente ou não, eles diminuem a velocidade e aí eles têm um tempo maior para parar”, diz a pesquisadora do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas, Angélica Castilho Alonso.

A pesquisadora ressalta que com o aumento do número de idosos no país – em 2020, o Brasil terá a quinta maior população idosa do mundo – as cidades terão de se adaptar ao modo, mais lento, deles ao volante. “A adaptação não é proibir os idosos de dirigir. Teremos que pensar quais serão as modificações na cidade para que o idoso possa fluir sem atrapalhar o trânsito e sem correr riscos,” diz a pesquisadora, sugerindo algum tipo de identificação nos veículos.

A idade dos avaliados foi 74,3 anos para homens e 69,4 para mulheres. Eles dirigem em média há 48,5 anos, e elas há 40,6 anos. Os carros das mulheres têm em torno de 5,7 anos de uso, e o dos homens, 10,7 anos. Todos os avaliados dirigem os próprios veículos em dias de chuva, vias congestionadas e no horário do rush. A maior parte dos motoristas pesquisados – 73% mulheres e 87% homens – dirige à noite.
“Antes, nós pensávamos em um idoso motorista como aquele que dirige no entorno da sua residência, que leva os netos na escola. Mas esse perfil mudou 100%. Os nossos entrevistados afirmam que dirigem em horário de pico, na chuva, à noite, pegam estradas, sobem rampas, fazem conversões e baliza”.
Todos os entrevistados afirmaram ser cuidadosos no trânsito. Entre as mulheres, 27% já pensaram em parar de dirigir, e entre os homens, apenas 13%. “Recomendação médica, pedido familiar, facilidade de usar outro meio de transporte ou a autopercepção de incapacidade são os motivos que levariam o grupo pesquisado a parar de dirigir”, ressalta a pesquisadora.

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5 dicas para cuidar das crianças na praia

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1 – Praia não é playground. Crianças sempre devem ser supervisionadas pelos pais. Fique de olho! Nunca perca o contato visual.

2 – No Paraná, a Polícia Militar distribui pulseirinhas de identificação. Coloque sempre este material na criança quando levá-la para a praia com o nome dela, dos responsáveis e um fone de contato.

3 – Ensine a criança a procurar diretamente um Policial Militar ou um Bombeiro Militar caso ela venha a se perder. Não é aconselhável que os pequenos peçam informações para estranhos.

4 – A imensidão da faixa litorânea pode confundir os filhos, fazendo com que eles não encontrem o local onde os pais estão. Para facilitar, mostre para a criança pontos de referência, como uma sorveteria, um posto do guarda-vidas ou uma barraca . Ela vai se localizar com mais facilidade.

5 – Em praias com faixas de areia largas, monte o seu guarda-sol sempre o mais próximo possível de onde os filhos estiverem brincando. Outras famílias ou cadeiras na sua frente podem atrapalhar a visão e dificultar uma ação mais rápida que se faça necessária.

Fonte: Tenente Costa – Porta voz da Operação Verão da Polícia Militar do Paraná

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