Curitiba

Personal trainer falha ao tentar recorde e sofre rompimento peitoral

O atleta possui 65 recordes mundiais e já foi campeão no levantamento de peso; veja as fotos

Quando estava tentando quebrar seu recorde mundial de supino acabou sofrendo um grave rompimento peitoral (Foto: Reprodução/Instagram)

Quando estava tentando quebrar seu recorde mundial de supino acabou sofrendo um grave rompimento peitoral (Foto: Reprodução/Instagram)
Quando estava tentando quebrar seu recorde mundial de supino acabou sofrendo um grave rompimento peitoral (Foto: Reprodução/Instagram)
Quando estava tentando quebrar seu recorde mundial de supino acabou sofrendo um grave rompimento peitoral (Foto: Reprodução/Instagram)

O norte-americnao Scot Mendelson pratica levantamento de peso e tem especialidade em um exercício que é voltado para os músculos peitorais, o supino. Uma foto compartilhada em sua conta no Instagram impressionou seus seguidores e os fãs de levantamento de peso.

O registro foi feito em 2013, quando o atleta estava tentando quebrar seu recorde mundial de supino, tentando levantar 325 quilos. Em um dos momentos mais tensos de sua vida, ele acabou sofrendo um grave rompimento peitoral.

Até parece uma tatuagem, mas são vários vasos sanguíneos de Mendelson que 'explodiram'. Ele é campeão mundial no levantamento de peso e já venceu quatro vezes o campeonato nacional dos Estados Unidos. Ao longo de sua carreira, o atleta conseguiu quebrar 65 recordes mundiais. Atualmente Mendelson trabalha como personal trainer.

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Casal realiza sonho de se casar dentro d’água; veja fotos

A noiva chegou de barco até o local do matrimônio; as daminhas foram transportadas em cima de uma prancha até o altar

O tão esperado beijo não poderia ser em outro lugar do que dentro d'água (Foto: Del Sol Photography)

O tão esperado beijo não poderia ser em outro lugar do que dentro d'água (Foto: Del Sol Photography)
O altar foi uma prancha de Surf (Foto: Del Sol Photography)
Noiva sendo levada até o "altar" (Foto: Del Sol Photography)
Noiva chegando de barco até o casamento (Foto: Del Sol Photography)
Daminhas foram levadas de prancha até o local (Foto: Del Sol Photography Reprodução)
Padrinhos arrumando o local da cerimônia (Foto: Del Sol Photography)
Del Sol Photography Reprodução.jpg

Um casal escolheu um lugar inusitado para trocar as alianças: o  meio do oceano. Susana Zamos e seu noivo Jovany realizaram a cerimônia em El Cielo, no Caribe, um banco de areia localizado na ilha de Cozumel.

As daminhas foram transportadas em cima de uma prancha e continuaram a tradição de jogar pétalas de rosas antes da entrada da noiva. Já os mais de cem convidados foram levados até o local por dois barcos e um catamarã.

Os padrinhos ajudaram a decorar a nave  (local onde os noivos passam para chegar ao altar). A noiva que é instrutora de mergulho e sempre adorou o mar chegou de barco até o local do matrimônio.

Como um “altar” uma prancha foi usada para oficializar a união do casal.

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Mulher de 56 anos conta como venceu a depressão e se tornou atleta

A ex-dona de casa, que chegou a ser perseguida pelo companheiro, superou a doença e hoje é campeã de fisiculturismo

A atleta Helena Maria De Col chegou a pesar 45 kg por causa de uma depressão. (Foto: Reprodução/Arquivo pessoal)

*Por Luciana Pioto

Qual mulher nunca deixou seus projetos pessoais ou profissionais de lado para se dedicar ao marido, aos filhos ou a outros familiares? Quem não deixou de se alimentar, ou de dormir, por estar preocupada com os problemas daqueles que ama? Foi este comportamento, tão típico da figura feminina, que levou curitibana Helena Maria De Col, 56 anos, a uma profunda depressão, há oito anos.

Na ocasião, Helena era esposa, mãe e dona de casa, mas também mantinha uma pequena loja de roupas femininas. De acordo com a atleta, a preocupação com os problemas familiares, sobretudo com o irmão alcoólatra, foram absorvidos por ela e causaram um enorme estresse.

Foi então, aos 48 anos, que Helena viu sua vida perder o sentido. “Comecei a sentir um desânimo, não queria mais olhar no espelho, nem conversar com as pessoas. Eu não sabia que era depressão. Mas eu só queria ficar quieta e sozinha, eu só pensava em morrer”, lembra.

Incompreensão e perseguição do ex

A apatia da dona de casa rapidamente se transformou em um problema conjugal. Como ela não aceitava receber carinhos do marido, ou mesmo conversar ele, o relacionamento terminou. Porém o companheiro não havia entendido que a causa da separação era um problema de saúde da mulher, e chegou a afirmar que acreditava que estava sendo traído.

Para prejudicar Helena, o ex parou de pagar o colégio do filho ou qualquer valor que havia sido combinado informalmente como uma pensão. Mas o pior estava por vir: ele passou a persegui-la e colocou um detetive atrás dela. “Ele aparecia em qualquer lugar pedindo pra voltar, era agressivo com as palavras e me ofendia; feria-me”, conta a atleta.

Enquanto isso, Helena foi perdendo peso, foram 20 kg em poucos meses. Após resistir a buscar por ajuda, por sempre ter se considerado uma pessoa com força de vontade, Helena se entregou ao tratamento psiquiátrico no dia em que teve uma interminável crise de choro. Na clínica médica, ela encontrou uma forma de sobreviver à depressão. Entretanto, viver uma vida plena ainda parecia algo improvável. “Eu passei a tomar altas doses de remédio, ficava dopada para afastar os pensamentos ruins, mas ainda não conseguia fazer nada, nem comer”, afirma.

"Eu preciso me animar, eu preciso viver”

Um dia, pouco mais de dois anos após o início dos sintomas de depressão, pesando 45 kg e muito debilitada, Helena levantou-se da cama e abriu a janela do seu apartamento. Foi quando um vento fresco bateu em seu rosto e ela notou a placa de uma academia a alguns metros de seu prédio. Naquele momento, inesquecível para a atleta, ela resolveu buscar ajuda. Saiu de casa de moletom e, por causa da fraqueza, teve muita dificuldade para percorrer uma quadra.

Ela lembra que, ao chegar à academia, as recepcionistas espantadas foram ajudá-la e perguntaram o que ela queria. “Eu quero viver. Não estou louca, estou depressiva, muito doente. Eu preciso me animar, eu preciso viver”, foi a resposta sua resposta.

Uma nova vida

No mesmo dia, Helena experimentou exercícios que utilizavam o peso do próprio corpo e alongamentos. Ela se matriculou e voltou para casa com a orientação de se alimentar de forma saudável. Lá, resolveu realizar algo que não fazia há muitos meses: se olhar no espelho. “Esta não sou eu, pensei em choque. Vou renascer e me tornar uma nova mulher”.

Ela então reduziu a dose dos remédios, se fortaleceu com uma alimentação balanceada e uma rotina de exercícios. Após cinco meses, Helena havia recuperado 15 kg e a autoestima e já não dependia mais dos medicamentos psiquiátricos.

Foi quando seu personal trainer sugeriu que ela se inscrevesse no campeonato estadual de fisiculturismo. A princípio, ela resistiu. Acostumada a se esconder sob roupas longas, teria que expor o corpo em um pequeno biquíni e competir com mulheres mais novas e com mais tempo de treino, mas olhando para a própria trajetória, percebeu que merecia se dar esta chance.

A atleta começou com o pé direito e, mesmo descrente do seu potencial ganhou na categoria figure, que valoriza corpos musculosos (sem exageros) femininos. De lá pra cá, Helena ganhou dezenas de prêmios, deu entrevistas e marcou presença em academias e eventos do Paraná e de São Paulo.

Foco e inspiração

Hoje Helena se considera uma vencedora, não apenas dos campeonatos, mas da vida. Ela conta que é reconhecida e recebida com alegria nas academias. Além disso, a atleta orienta e motiva jovens que se impressionam com seu corpo e com seu feito.

Objetivo dela é continuar treinando e competir em outras modalidades, como levantamento de peso e leg press (ela consegue carregar até 500 kg neste equipamento). “Meu remédio é o exercício físico, conversar com as pessoas, viajar e trabalhar. Consegui quebrar paradigmas. Eu posso, eu quero, eu consigo”, conclui a atleta.

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