Curitiba

Governo libera pagamento do PIS para 1,2 milhão de aposentados

Tem direito aos recursos o aposentado do setor público ou privado que contribuiu para o PIS até 4 de outubro de 1988

Caixa pagará valores de PIS que variam de R$ 79 a R$ 937, totalizando R$ 1,2 bilhão para 1.778.726 trabalhadores. (Foto: Ilustrativa/Antonio Cruz/Agência Brasil)

*Do R7

A Caixa Econômica Federal vai pagar R$ 1,791 bilhão para 1,233 milhão de aposentados com direito ao saque das contas do PIS (Programa de Integração Social).  O pagamento começa no dia 17 de novembro, porém, para aqueles aposentados que têm conta na Caixa o crédito acontece amanhã (15).

Em dezembro, a partir do dia 14, o saque do PIS será liberado para mulheres a partir de 62 anos e os homens de 65 anos, ou mais. Serão cerca de 1,57 milhão de beneficiados. Antes, o saque poderia ser feito apenas pelos que Já tivessem completado 70 anos.

Confira aqui se você tem direito ao saque.  No mês passado, o governo liberou o saque do PIS para 3,59 milhões de pessoas com saldo nas contas inativas do PIS.

Quem tem direito

Só tem direito aos recursos o aposentado do setor público ou privado que contribuiu para o PIS até 4 de outubro de 1988 e que não tenha feito o resgate total do saldo do fundo.

Saques

Os saques das cotas do PIS com valor até R$ 1.500 poderão ser realizados no Autoatendimento das agências da Caixa Econômica Federal apenas com a Senha Cidadão, sem a necessidade do Cartão do Cidadão, ou com Cartão Cidadão e Senha nas casas lotéricas e Caixa Aqui, mas precisa levar um documento original com foto.

Os saques de valores até R$ 3.000 podem ser feitos com Cartão do Cidadão e Senha Cidadão no autoatendimento da Caixa,  nas lotéricas e Caixa Aqui, com documento de identificação oficial com foto.

Os valores acima de R$ 3.000 devem ser sacados nos caixas das agências, o aposentado precisa apresentar um documento com foto.  Confira o vídeo com as regras do saque:

 

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Bolsa Família será reajustado em 2018, diz ministro Osmar Terra

Ministro afirmou, ainda, que a baixa inflação atual valoriza o benefício

O ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra (Foto: Wilson Dias, Agência Brasil)

O ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, afirmou hoje (13) que o governo pretende reajustar o valor do Bolsa Família no próximo ano.

“No ano que vem, queremos aumentar alguma coisa acima da inflação, pode ser 0,5%, 1%, o que estiver dando em março ou abril. Ainda estamos definindo", disse à imprensa após participar do lançamento do Programa Emergencial de Ações Sociais para a cidade do Rio de Janeiro.

De acordo com o ministro, o fato de a inflação estar mais baixa propicia o aumento do valor do benefício, concedido a 13,5 milhões de famílias, de acordo com o ministério.

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Com alta na energia, outubro tem inflação de 0,42%, a maior do ano

Sistema elétrico está operando na faixa 2 da bandeira vermelha desde o início do mês, o que adicionou uma taxa extra de R$ 3,50 na conta de luz a cada 100 kWh consumidos

Foto: Marcos Santos/USP imagens

* Por Juca Guimarães, do R7

A meta do governo federal é deixar a inflação próxima a 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo (entre 2,5% a 6,5%). Esse é o objetivo até 2018. Para 2019, a meta é de 4,25% e, para 2020, o centro da meta será de 4% (com tolerãncia de 1,5 ponto percentual nos dois anos).

A inflação fechou o mês de outubro em 0,42%, o maior índice do ano, segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (10). 

O recorde em 2017 se deve à alta na energia elétrica. O sistema está operando na faixa 2 da bandeira vermelha desde o início de outubro, o que adcionou uma taxa extra de R$ 3,50 na conta de luz a cada 100 kWh consumidos. 

Os preços da energia elétrica subiram 3,28% em outubro, o que contribuiu para que o segmento "habitação" fechasse o mês com 1,33% de inflação, a maior entre os nove setores analisados pelo IBGE. Nesse segmento, o instituto destaca ainda a alta no botijão de gás, de 4,49%.

Os dados fazem parte do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), indicador oficial da inflação no Brasil. O levantamento foi feito entre os dias 28 de setembro e 30 de outubro.

O IPCA fechou os meses anteriores em: janeiro (0,38%), fevereiro (0,33%), março (0,25%), abril (0,14%), maio (0,31%), junho (-0,23%), julho (0,24%), agosto (0,19%) e setembro (0,16%). 

 

Em entrevista ao site do IBGE, José Fernando Gonçalves, analista da pesquisa, lembra que a bandeira vermelha continua em vigor, mas com uma taxa extra maior em novembro, de R$ 5,00 a cada 100 kWh consumidos, o que vai manter a pressão sobre os preços em novembro.

Análise anual e acumulada

Apesar da alta em outubro, a inflação em 2017 continua sendo a menor desde 1998, como vem acontecendo ao longo de 2017. De janeiro a outubro, a média do preços subiu 2,21%.

Considerando os últimos 12 meses, a inflação ficou em 2,70%, o que confirma que a inflação parou de cair e se estabilizou abaixo dos 3%.

 

A meta do governo federal é deixar a inflação próxima a 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo (entre 2,5% a 6,5%). Esse é o objetivo até 2018. Para 2019, a meta é de 4,25% e, para 2020, o centro da meta será de 4% (com tolerãncia de 1,5 ponto percentual nos dois anos).

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