Curitiba

Bolsa Família será reajustado em 2018, diz ministro Osmar Terra

Ministro afirmou, ainda, que a baixa inflação atual valoriza o benefício

O ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra (Foto: Wilson Dias, Agência Brasil)

O ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, afirmou hoje (13) que o governo pretende reajustar o valor do Bolsa Família no próximo ano.

“No ano que vem, queremos aumentar alguma coisa acima da inflação, pode ser 0,5%, 1%, o que estiver dando em março ou abril. Ainda estamos definindo", disse à imprensa após participar do lançamento do Programa Emergencial de Ações Sociais para a cidade do Rio de Janeiro.

De acordo com o ministro, o fato de a inflação estar mais baixa propicia o aumento do valor do benefício, concedido a 13,5 milhões de famílias, de acordo com o ministério.

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Com alta na energia, outubro tem inflação de 0,42%, a maior do ano

Sistema elétrico está operando na faixa 2 da bandeira vermelha desde o início do mês, o que adicionou uma taxa extra de R$ 3,50 na conta de luz a cada 100 kWh consumidos

Foto: Marcos Santos/USP imagens

* Por Juca Guimarães, do R7

A meta do governo federal é deixar a inflação próxima a 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo (entre 2,5% a 6,5%). Esse é o objetivo até 2018. Para 2019, a meta é de 4,25% e, para 2020, o centro da meta será de 4% (com tolerãncia de 1,5 ponto percentual nos dois anos).

A inflação fechou o mês de outubro em 0,42%, o maior índice do ano, segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (10). 

O recorde em 2017 se deve à alta na energia elétrica. O sistema está operando na faixa 2 da bandeira vermelha desde o início de outubro, o que adcionou uma taxa extra de R$ 3,50 na conta de luz a cada 100 kWh consumidos. 

Os preços da energia elétrica subiram 3,28% em outubro, o que contribuiu para que o segmento "habitação" fechasse o mês com 1,33% de inflação, a maior entre os nove setores analisados pelo IBGE. Nesse segmento, o instituto destaca ainda a alta no botijão de gás, de 4,49%.

Os dados fazem parte do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), indicador oficial da inflação no Brasil. O levantamento foi feito entre os dias 28 de setembro e 30 de outubro.

O IPCA fechou os meses anteriores em: janeiro (0,38%), fevereiro (0,33%), março (0,25%), abril (0,14%), maio (0,31%), junho (-0,23%), julho (0,24%), agosto (0,19%) e setembro (0,16%). 

 

Em entrevista ao site do IBGE, José Fernando Gonçalves, analista da pesquisa, lembra que a bandeira vermelha continua em vigor, mas com uma taxa extra maior em novembro, de R$ 5,00 a cada 100 kWh consumidos, o que vai manter a pressão sobre os preços em novembro.

Análise anual e acumulada

Apesar da alta em outubro, a inflação em 2017 continua sendo a menor desde 1998, como vem acontecendo ao longo de 2017. De janeiro a outubro, a média do preços subiu 2,21%.

Considerando os últimos 12 meses, a inflação ficou em 2,70%, o que confirma que a inflação parou de cair e se estabilizou abaixo dos 3%.

 

A meta do governo federal é deixar a inflação próxima a 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo (entre 2,5% a 6,5%). Esse é o objetivo até 2018. Para 2019, a meta é de 4,25% e, para 2020, o centro da meta será de 4% (com tolerãncia de 1,5 ponto percentual nos dois anos).

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Receita abre consulta ao sexto lote de restituição do Imposto de Renda

Consulta ao sexto lote de restituição está liberada no site da Receita Federal; lote é de R$ 2,8 bilhões

A restituição do imposto de renda é referente a restituições residuais do período de 2008 a 2016. (Foto: Marcos Santos/USP Imagem)

A consulta ao sexto lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2017 será aberta hoje (8), a partir das 9h. O lote contempla 2.358.433 contribuintes, totalizando mais de R$ 2,8 bilhões, informou a Receita Federal. O lote multiexercício inclui restituições residuais do período de 2008 a 2016.

O crédito bancário aos contribuintes será feito no dia 16 de novembro, chegando a R$ 3 bilhões. Desse total, R$ 107,844 milhões referem-se aos contribuintes com prioridade: 26.209 idosos e 3.354 pessoas com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet, ou ligar para o Receitafone 146. Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nessa hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante a entrega de declaração retificadora.

A Receita disponibiliza ainda aplicativo para tablets e smartphones, que facilita a consulta às declarações do IR e à situação cadastral no CPF.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer requerimento pela Internet, mediante o Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da Declaração do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contactar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

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