Curitiba

Universitárias de Sorocaba (SP) brigam e mãe de uma delas se envolve

Os alunos filmaram a confusão, que teria sido motivada por postagens em redes sociais

Foto: YouTube, Reprodução

Uma briga entre duas alunas teve a participação da mãe de uma delas, na terça-feira, 7, no câmpus da Universidade de Sorocaba (Uniso), instituição de ensino tradicional da cidade do interior de São Paulo. Uma das estudantes levou uma "voadora" da rival e teve os cabelos puxados pela mãe dessa estudante. As duas rolaram pelo chão. Só depois um segurança da universidade interveio, separando as contendoras.

O confronto foi presenciado por dezenas de alunos, que assistiram às agressões sem interferir. Alguns estudantes filmaram as cenas do "pugilato", que bombaram nas redes sociais.

A briga aconteceu em frente à secretaria administrativa do câmpus da Uniso, na Rodovia Raposo Tavares. As filmagens mostram uma aluna puxando os cabelos e desferindo um soco na outra. A mãe da menina intervém aos gritos. "Você não mexe com minha filha, eu te arrebento, menina."

A aluna que está com a mãe tenta dar uma "voadora" na outra estudante e as duas se atracam, caindo ao chão. A mulher entra na briga e puxa o cabelo da aluna caída. Só nesse momento um segurança aparece para separar a briga.

O desentendimento teria sido causado por postagens em redes sociais que desagradaram uma das alunas. As envolvidas tiveram escoriações e procuraram a Polícia Civil.

A Uniso informou em nota ter instaurado uma Comissão Disciplinar que iniciará nesta quarta-feira, 8, a apuração da agressão envolvendo estudantes. A comissão terá um prazo de 30 dias para concluir os trabalhos, que vão recomendar as medidas disciplinares cabíveis - desde advertência, até expulsão.

"A Universidade repudia qualquer forma de violência e possui normas de conduta pautadas pelo seu regimento e código de ética, que devem ser cumpridas pela comunidade acadêmica. Por fim, a Uniso lamenta o compartilhamento das imagens da agressão, prática que se iguala em brutalidade ao ocorrido", diz a nota.

Assista ao vídeo.



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Senadoras, deputadas e servidoras aderem à greve geral de mulheres

Os movimentos são organizados pelas parlamentares de oposição, que vão se manifestar também contra a reforma da Previdência

Marcha das Mulheres Negras Contra o Racismo e a Violência em Brasília, em 2015 (Foto: Marcello Casal Jr., Arquivo, Agência Brasil)

Senadoras, deputadas e servidoras organizam uma programação especial para essa quarta-feira, 8 de Março, em que se celebra o Dia Internacional da Mulher. Simpatizantes da causa vão aderir à Greve Geral de Mulheres, movimento internacional com atos em pelo menos 30 países. Além disso, mulheres do Congresso Nacional vão participar de eventos ao longo do dia para denunciar a violência e a desigualdade de gênero no mundo.

Os movimentos são organizados pelas parlamentares de oposição, que vão se manifestar também contra a reforma da Previdência, que está atualmente em discussão na Câmara. Na visão das parlamentares, o projeto é mais prejudicial para a aposentadoria das mulheres do que dos homens. Entretanto, senadoras e deputadas da base do governo também vão aderir a alguns atos da programação do Dia Internacional da Mulher.

As manifestações começaram às 9h com piquetes nas entradas dos prédios anexos da Câmara dos Deputados e do Senado. O objetivo é que senadoras, deputadas e simpatizantes informem às pessoas que visitarem o Congresso nesta quarta-feira os motivos da Greve Geral de Mulheres.

Como nem todas as mulheres que trabalham no Congresso terão condições de parar integralmente durante o 8 de Março, as servidoras realizarão um "apitaço" às 12h30 em solidariedade àquelas que não puderam aderir à greve. O ponto alto das manifestações será às 16h, quando parlamentares e funcionárias farão uma descida coletiva da rampa do Congresso e se unirão às mulheres que participam do Ato Unificado na Praça dos Três Poderes.

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Curitiba também terá manifestação e paralisação

Nessa terça-feira, as senadoras propuseram ao presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), que fosse feita uma paralisação das votações da Casa no Dia Internacional da Mulher. Não houve acordo com os demais senadores, majoritariamente homens, para interromper as votações. Dessa forma, o Senado deve votar nesta quarta o projeto que a reabre o programa de repatriação de recursos de brasileiros no exterior.

Em contrapartida, as senadoras conseguiram aprovar na véspera do Dia Internacional da Mulher um pacote de quatro projetos com temas femininos, que tratam do atendimento à mulher vítima de violência e do reconhecimento de heroínas nacionais. As propostas vão à sanção presidencial.

A reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) desta quarta-feira também será dedicada à apreciação de projetos feministas. As senadoras pediram que propostas que atualizam a Lei Maria da Penha e que determinam cotas para mulheres em empresas públicas fossem priorizadas. O presidente da comissão, Edison Lobão (PMDB-MA), afirmou à reportagem que irá acatar o pedido.

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Dia Internacional da Mulher é marcado por manifestação

Ato começa às 17h na Praça Santos Andrade e segue até a Boca Maldita

Cartaz da manifestação do Dia Internacional da Mulher (Foto: Reprodução/Facebook)

A manifestação e paralisação será mundial e é um protesto conta a desigualdade de gênero, desigualdade e violência contra a mulher (Foto: Reprodução/Facebook)

O Dia Internacional da Mulher será marcado, também em Curitiba, por uma marcha no final da tarde nesta quarta-feira (8). A manifestação reúne mais de 20 entidades representativas das mulheres na Capital contra a reforma previdenciária e pela preservação dos direitos.

A marcha faz parte da chamada Greve Internacional de Mulheres, um coletivo em diversas partes do mundo. A movimentação começa às 17h na Praça Santos Andrade e seguirá até a Boca Maldita.

A manifestação e paralisação será mundial e é um protesto conta a desigualdade de gênero, desigualdade e violência contra a mulher. Em Curitiba, o Ministério Público do Paraná (MP-PR) vai apoiar a Marcha Mundial das Mulheres.

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