Curitiba

Oito bairros de Curitiba ficam sem água nesta quinta

Bairros de Curitiba ficam sem água hoje (27), devido ao rompimento de uma adutora de grande porte

Bairros de Curitiba ficam sem água hoje (27), devido ao rompimento de uma adutora de grande porte (Foto: Reprodução)

Nesta quinta-feira (27), oito bairros de Curitiba terão o abastecimento de água interrompido. A normalização está prevista para o final da tarde.

Em virtude do rompimento de uma adutora de grande porte, o abastecimento será afetado nos seguintes bairros: Jardim Botânico, Rebouças, Centro, Cristo Rei, Hugo Lange, Prado Velho, Juvevê e Alto da XV. Equipes da Sanepar trabalham no conserto.

Só ficarão sem água os clientes que não têm caixa-d’água no imóvel, conforme recomendação da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A Saneparsugere que cada imóvel tenha uma caixa-d’água de pelo menos 500 litros.

O Serviço de Atendimento ao Cliente Sanepar é feito pelo telefone 0800 200 0115, que funciona 24 horas. Ao ligar, tenha em mãos a conta de água ou o número de sua matrícula.

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Greve geral: saiba quais categorias prometem aderir aos protestos

Diversas categorias, em Curitiba e região, prometem cruzar os braços em protesto contra reformas do governo nesta sexta-feira

Greve geral acontece em protesto contra reforma trabalhista e reforma da Previdência (Foto: Brayan Martins/ PMPA)

A greve geral que acontecerá nesta sexta-feira (28) em todo o Brasi, afetará o funcionamento de vários serviços de Curitiba. Postos de combustíveis, motoristas e cobradores do transporte público e professores municipais e estaduais confirmaram adesão à greve. O ato é em protesto contra as reformas trabalhaista e da Previdência propostas pelo governo do presidente Michel Temer e já em curso no Congresso.

Confira a lista dos trabalhadores e categorias que pretendem aderir à greve geral na capital:

  • - Metalúrgicos da Região Metropolitana de Curitiba
  • - Motoristas e cobradores (Sindmoc) 
  • - Sindicato dos Bancários
  • - Vigilantes (Sindivigilantes)
  • - Correios (Sintcom)
  • - Agentes penitenciários (Sindarspen)
  • - Postos de combustíveis do centro de Curitiba e principais bairros
  • - Professores estaduais de Curitiba (APP-Sindicato)
  • - Professores municipais de Curitiba  (Sismac)
  • - Professores de escolas particulares (Sinpropar)
  • - Saneamento (Sanepar)
  • - Trabalhadores da Saúde Estadual (Sindsaúde)
  • - Metalúrgicos (SMC)
  • - Petroleiros (Repar)
  • - Policiais Civis (Sinclapol)
  • - Professores  da UFPR (Apufpr)
  • - Professores da UTFPR (Sindutf-PR)
  • - Comércios da região central de Curitiba e São José dos Pinhais
  • - Hospital de Clínicas (Sinditest/Andes)
  • - Sindicato Nacional dos Aeroviários
  • - Sindicato Nacional dos Aeroportuários
  • - Coleta de lixo, limpeza e conservação (Siemaco)
  • - Servidores municipais e professores de Araucária
  • - Servidores e professores de Campo Largo
  • - Servidores  municipais de Almirante Tamandaré
  • - Servidores municipais de São José dos Pinhais

 

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Trabalhadores dos Correios entram em greve por tempo indeterminado

Paralisação inicia nesta quarta (26) e contesta a possibilidade de privatização e demissões, o fechamento de agências e o 'desmonte fiscal' da empresa

Paralisação dos Correios inicia nesta quarta (26), às 22 horas. (Foto: Fernando Frazão/Arquivo/Agência Brasil)

Os trabalhadores dos Correios entram hoje (26), às 22h, em greve por tempo indeterminado. A possibilidade de privatização e demissões, o fechamento de agências e o "desmonte fiscal" da empresa, com diminuição do lucro devido a repasses ao governo e patrocínios, são os principais motivos para a mobilização, diz a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect).

A estatal afirma que teve prejuízos de R$ 2,1 bilhões em 2015 e de R$ 2 bilhões no ano passado. Em dezembro do ano passado, foi anunciado um plano de demissão voluntária e o fechamento de agências para reduzir os gastos. Já a Federação alega que a receita tem crescido.

“O que tem acontecido é um plano de desmonte próprio da empresa, atacando a própria qualidade e universalização do serviço. Faz parte de um projeto privado com interesse de entrar no mercado”, disse a secretária de Imprensa da Fentect, Suzy Cristiny.

Segundo a Fentect, a privatização colocaria em risco o direito da população aos serviços dos Correios, já que a empresa tem fechado agências em cidades menos lucrativas. “Mais de 200 agências estão sendo fechadas por todo o Brasil. Com isso, muitos moradores do interior e das periferias vão ficar sem o atendimento bancário e postal dos Correios do Brasil”, informou a federação.

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, tem dito que é contra privatizar os Correios, mas que a empresa  terá que fazer "cortes radicais" de gastos para evitar a privatização, já que o governo não socorrerá a empresa financeiramente.

Críticas dos grevistas

Além do fortalecimento de franqueados e o fechamento de agências próprias, o que, na opinião da federação, “esvazia os negócios da empresa para a iniciativa privada”, a Fentect critica os repasses da empresa ao governo federal acima do valor estabelecido. “Nos últimos anos, os Correios repassaram para o governo federal R$ 6 bilhões e, desse montante, R$ 3,9 bilhões foram acima do valor estabelecido legalmente, prejudicando as reservas financeiras e investimentos necessários para a modernização da empresa”, informou.

A entidade cita ainda o distrato de R$ 2,3 bilhões do  Banco Postal com o Banco do Brasil  e a destinação de R$ 300 milhões em patrocínios nas Olimpíadas e pede uma auditoria na contabilidade da empresa.

Os sindicatos de todo o país se reúnem hoje (26) para referendar a manifestação sobre a greve. As entidades e a empresa já promoveram mesas de negociação, mas, segundo a secretária, não houve avanços. Ela disse ainda que os trabalhadores dos Correios se unirão às manifestações marcadas para a próxima sexta-feira (28) contra as reformas trabalhista e da Previdência.

Além da mobilização pelo fortalecimento institucional dos Correios e universalização dos serviços, os trabalhadores reivindicam melhorias nas condições de trabalho, a contratação de novos funcionários, mais segurança nas agências, o retorno da entrega diária e o fim da suspensão de férias.

Outro lado

Em nota, a empresa informou que, caso o movimento grevista seja deflagrado, os Correios adotarão as medidas necessárias para garantir a continuidade de todos os serviços. “Uma paralisação dos empregados neste momento delicado pelo qual passa a empresa é um ato de irresponsabilidade, uma vez que a direção está e sempre esteve aberta ao diálogo com as representações dos trabalhadores”, informou. Os Correios não se manifestaram sobre as reivindicações dos trabalhadores.

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