Curitiba

Noivos morrem em acidente logo após saírem da festa de casamento

Convidados receberam a notícia da morte ainda na recepção do casamento

Casal namorava há três anos (Foto: Reprodução/Facebook

*Do R7

Um casal de noivos morreu em um trágico acidente de carro na última sexta-feira (21). Eles haviam acabado de deixar a própria festa de casamento, na ilha de Guernsey, que fica entre a Inglaterra e a França. Stuart Moorat, de 27 anos, e Georgina Le Prevost, de 25, deixaram a recepção matrimonial e seguiram de carro para o hotel onde passariam o início da lua de mel.

De acordo com os investigadores britânicos, o veículo deles perdeu o controle, saiu da pista na Rue du Catioroc, no bairro de St Saviour, e acabou colidindo contra algumas rochas. A polícia ainda não sabe como o motorista perdeu o controle na pista, que é estreita e cheia de curvas.

Os convidados receberam a notícia do acidente ainda na festa do casamento. Alguns deles passaram mal e precisaram receber atendimento médico. Outros seguiram até o local onde a polícia localizou o carro com os corpos dos noivos.

"Eles dançaram muito na festa. Estavam felizes, eufóricos, radiantes”, disse um dos convidados.

Stuart trabalhava em uma empresa de telecomunicações e Georgina era secretária em um escritório de advocacia. Os dois namoravam durante três anos antes de se casar.

“Eles eram muito felizes juntos. Foram embora um ao lado do outro. Foi uma bela história de amor que acabou numa tragédia. Considero um conforto saber que morreram juntos", publicou Helen Moorat, mãe do noivo, em uma rede social.

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Geladeira pega fogo e incêndio por pouco não provoca tragédia

A dona da casa deixou uma vela acesa em cima da geladeira; por sorte, ninguém se feriu

Por sorte, ninguém se feriu. Foto: Reprodução/RICTV.

*Com informações do repórter Marcelo Borges, RICTV Curitiba

O Corpo de Bombeiros atendeu a um incêndio inusitado no começo da madrugada desta quarta-feira (26) em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Uma geladeira pegou fogo e, por muito pouco, não provocou uma tragédia numa casa na Rua das Rosas, no bairro Afonso Pena.

Os vizinhos viram a fumaça, que começou a ficar alta em uma das casas que ficam anexas a um comércio. Juntos, os moradores conseguiram retirar a dona do imóvel, que é idosa, e a filha dela, cadeirante.

Aos bombeiros, a moradora disse que deixou uma vela acesa em cima da geladeira. Não se sabe como, mas o eletrodoméstico foi tomado pelas chamas e o fogo se alastrou para outros objetos. A agilidade das equipes dos bombeiros evitou que o incêndio atingisse todo o imóvel. Por sorte, ninguém se feriu. Veja o vídeo:

 

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Empresas vendiam óleo de soja como se fosse azeite; veja as marcas

De todas as empresas, três delas agiram rápido e se adequaram às exigências da Vigilância Sanitária

Consumidores eram induzidos ao erro. Foto: Pixabay.

Cinco fábricas da Grande São Paulo e no litoral paulista foram interditadas por vender óleo de soja ou óleo misto como se fosse azeite de oliva virgem ou extra virgem. A fraude foi descoberta a partir de denúncias recebidas pela Vigilância Sanitária sobre as marcas de azeite, mas outros produtos vendidos por essas empresas também vão ser vistoriados.

As marcas de azeite que estavam induzindo o consumidor ao erro eram Torre de Quintela, Malaguenza, Olivenza, Oliveira D’ouro, Estrela da Beira e Coliseu. Todos eram fabricados pela Olivenza Indústria de Alimentos, na cidade de Mongaguá.

As análises de amostras dos produtos foram feitas pelo Instituto Adolfo Lutz, instituição vinculada à Secretaria, e comprovaram que os azeites eram, na verdade, óleo de soja. Ainda segundo a Vigilância Sanitária, a empresa não cumpria requisitos mínimos na fabricação dos alimentos, o que levou à interdição total.

Além da primeira fábrica, outras cinco foram inspecionadas e também acabaram totalmente interditadas: Natural Óleos Vegetais e Alimentos, em Cajamar, Olima Indústria de Alimentos, em Itaquaquecetuba, Paladar Importação Comércio e Representação de Produtos Alimentícios e La Famiglia Alimentos, ambas localizadas em Santana do Parnaíba, e Super Via Distribuidora de Alimentos e Transportes.

Liberação para atuar

Pelo menos três fábricas atuaram rapidamente e, depois de se adequarem às boas práticas de fabricação dos alimentos, foram liberadas para continuar atuando. São elas a Olivenza, Natural e Olima. As três empresas comprometeram a não usar mais a definição “azeite” nos rótulos e sim “óleo composto”. Apesar disso, os lotes dos produtos fabricados antes da adequação foram retirados de circulação.

Além dos azeites, os produtos comercializados pela maioria das empresas eram palmitos em conserva, azeitonas, champignon molhos, geleias, frutas em calda e condimentos, entre outros. Outras nove fábricas vão ser vistoriadas.

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