Curitiba

Mulher descobre segredo tenebroso sobre o marido dias após se casar

Britânica soube que ele é pedófilo e a violentava depois de drogá-la

Entre vários crimes, ela soube, no tribunal, que o ex, armado com uma faca, tinha estuprado uma garotinha de 12 anos. (Foto: Reprodução R7)

Entre vários crimes, ela soube, no tribunal, que o ex, armado com uma faca, tinha estuprado uma garotinha de 12 anos. (Foto: Reprodução R7)

Entre vários crimes, ela soube, no tribunal, que o ex, armado com uma faca, tinha estuprado uma garotinha de 12 anos. (Foto: Reprodução R7)
"O dia em que me casei com um estuprador". (Foto: Reprodução R7)

*Do R7

A britânica Catrina Alexandra Jade Young, de 29 anos, estava casada com Christopher Lander, de 28, havia menos de 20 dias. Os dois namoraram durante três anos e tiveram um filho nesse período. Catrina tem mais três filhos de outro casamento. Ela e Lander decidiram morar juntos depois de trocar alianças. A relação ia bem, segundo Catrina, até o dia em que a polícia apareceu na casa da família, em Ipswich, sudeste do Reino Unido. Os oficiais tinham um mandado de prisão. A acusação era gravíssima: pedofilia. O laptop e o celular de Lander foram levados. A polícia avisou Catrina, perplexa, que o marido baixava vídeos de criança  com regularidade.

"Ele tem várias imagens no computador e no celular", constataram os oficiais, que levaram o marido diante de uma esposa atônita. O choque não acabou por aí: os policiais voltaram depois à casa de Catrina, agora para interrogá-la. Foi então que ela descobriu outras informações assombrosas sobre o marido.

Queriam saber se ela o marido tinham o costume de tirar fotos em "brincadeiras sexuais". "Você se fingia de morta para ele?", perguntou um policial. Catrina disse que nunca tinha feito isso. Diante da resposta negativa, os homens fardados revelaram que acharam arquivos de Lander em que ela, Catrina, aparecia de olhos fechados, como se estivesse se fingindo de morta, fazendo sexo com o marido. A britânica insistiu, enfática: o marido nunca propôs nada do gênero, e, se sugerisse, ouviria um "não" definitivo. Mas Catrina se lembrou que, nos primeiros dias de casada, acordava cansada, com dor de cabeça, como se estivesse de ressaca. Achava que estava doente e pensava em consultar o médicos. Policiais encontraram remédios para dormir na casa dela. Mostraram os vídeos a ela e fizeram outra revelação chocante: o marido seria acusado de drogá-la e violentá-la enquanto dormia.

Pesadelo

Catrina descobriu, na mesma semana, que o marido é pedófilo e a estuprava à noite, após dar, sem ela saber, um coquetel de remédios para ela desmaiar de sono. “Senti um nojo imenso, dele e de mim por não ter descoberto tudo isso enquanto esteve junto com Lander. Demorou muito para acreditar no que estava acontecendo. Não sabia que ela tinha dormido por tanto tempo, como ela disse, com um ‘monstro’”.

Mesmo no dia da prisão de Lander, ela não acreditava que o marido estava sendo acusado de consumir material pornográfico envolvendo pedofilia. "Olhava para ele e, tremendo, ainda achava que a prisão era um mal-entendido", contou ela ao jornal The Sun.

“Sempre o considerei uma ótima pessoa. Ele era pai do meu filho! Dizia que me amava. Nunca vi ou percebi nada suspeito”. Catrina viu o marido ser preso e, antes do julgamento, foi informada que Lander era acusado também de violentar crianças.

O julgamento aconteceu em maio de 2016, e Catrina decidiu agora contar a história escabrosa que viveu e contou outros detalhes a respeito do homem que era seu marido. Ela acabou pedindo o divórcio. Em programas de TV, contou, por exemplo, que soube, no tribunal, que o ex, armado com uma faca, tinha estuprado uma garotinha de 12 anos

Ele foi acusado, ainda, por outros casos de violência sexual. Foi condenado a 12 anos de prisão. Ela considera a sentença recebida por Lander de "irrisória" diante de tudo o que ele foi acusado.

“Ele me enganou, me violentou, me drogou e poderia ter feito mal a meus outros filhos, que moravam conosco. Chegou a falar a seus advogados que pretendia falar comigo. Eu disse que não. Os advogados me contaram que ele iria me acusar de ser cúmplice. Contei isso à polícia, e ele parou de mandar recados para mim”.

Em entrevista ao The Sun, Catrina diz que não vai permitir que o marido se encontre com o filho do casal. "Ele deveria passar a vida toda na cadeia", revolta-se. "Não sei como pude me apaixonar por um homem tão nojento".

Prisão

"Ele não verá nunca mais nosso filho. Não tem a menor chance. Não pode ver nenhuma criança. É um covarde, um predador, um homem imprevisível, dissimulado e extremamente violento", resume ela, que está consultando advogados para impedir que o encontro do pai e o filho aconteça quando ele deixar a penitenciária.

Ela conheceu o marido num site de namoro em 2012. "Demoramos umas seis semanas para nos conhecer. Quando nos vimos, gostei muito dele. Era gentil, educado, amoroso. Não tinha como desconfiar dele", espanta-se ainda hoje.

"Até contei a uma amiga que eu e o meu ex conversamos sobre pedófilos, depois de ver uma reportagem na TV. Ele se dizia horrorizado com criminosos desse tipo. Hoje sei o tanto de hipocrisia e fingimento havia naquela conversa dele. É um pessoa que tem uma maldade infinita, irrefreável. É um trauma que terei que conviver a vida toda: ter me casado com uma pessoa tão repulsiva. É o mal em pessoa", desabafa.

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PRF flagra um motorista bêbado por hora durante o feriado

Em cinco dias de operação, foram registradas sete mortes, 145 feridos e 131 acidentes

Em cinco dias de Operação Independência, sete pessoas morreram em rodovias federais no estado. (Foto: PRF)

*Polícia Rodoviária Federal e Redação RICMAIS

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) autuou 125 motoristas dirigindo sob efeito de bebidas alcoólicas durante o feriado prolongado da Independência no Paraná. O número equivale a um flagrante de embriaguez a cada 58 minutos de Operação Independência, que começou na quarta-feira (6) e terminou no domingo (10).

Em cinco dias de operação, foram registradas sete mortes, 145 feridos e 131 acidentes, número menor do que no ano anterior. Em 2016, a Operação Independência teve um dia a mais de duração e totalizou onze mortes, 163 feridos e 172 acidentes.

Além dos 125 casos de embriaguez ao volante, os agentes da PRF flagraram na operação deste ano 824 manobras de ultrapassagens proibidas (uma multa por ultrapassagem a cada nove minutos) e 6.154 veículos em velocidades superiores à máxima permitida (praticamente um flagrante de excesso de velocidade por minuto).

Os policiais rodoviários federais flagraram ainda 41 crianças sendo transportadas sem cadeirinha ou equipamento de retenção adequado à idade. No total, 234 veículos foram recolhidos aos pátios da PRF, por diferentes irregularidades.

Ao longo da operação, a PRF apreendeu 935,5 quilos de maconha e prendeu 67 pessoas, por diversos crimes.

Números da Operação Independência no Paraná:

- 7 mortos;

- 145 feridos;

- 131 acidentes;

- 125 flagrantes de embriaguez;

- 824 ultrapassagens proibidas;

- 6.154 veículos acima da velocidade;

- 41 crianças sem cadeirinha;

- 234 veículos recolhidos;

- 67 pessoas detidas;

- 8 veículos recuperados;

- 935,5 quilos de maconha apreendidos.

 

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SC: Após briga, rapaz joga carro de penhasco de 100 m com dois filhos

Jovem de 27 anos teria discutido com a mulher antes da tragédia

O Ford Escort ficou completamente destruído. Pai e os dois filhos morreram na queda (Foto: Divulgação)

*Com informações do R7 e do jornal Notícias do Dia, da RICTV Santa Catarina

Um homem e seus dois filhos morreram após o carro onde estavam despencar na região conhecida como Cascata do Avencal, em Urubici, na Serra Catarinense. O acidente aconteceu por volta das 19h de sábado (9).

Segundo informações da Polícia Militar, que ainda investiga o caso, a região onde ocorreu o acidente tem uma queda livre de mais de 100 metros, o que dificultou o resgate das vítimas.

De acordo com a PM, o homem teria discutido com a mulher pela manhã, em Orleans, cidade 120 km distante de Urubici, e levado os filhos pequenos. 

Os filhos estariam no banco de trás. O homem teria aberto o portão do terreno de um desconhecido, entrado no local e jogado o veículo. 

Pai e os dois filhos então morreram na queda. O Ford Escort ficou completamente destruído. 

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