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OPERAÇÃO GAECO

Empresário Joel Malucelli se entrega na sede do Gaeco

Ao se entregar, Joel Malucelli deve passar por exame de corpo de delito, prestar depoimento e ser encaminhado ao CMP

Autor: Redação RIC Mais
Empresário Joel Malucelli estava na Itália e foi o último dos 15 mandados de prisão a ser cumprido (Foto: Ricardo Vilches)
Empresário Joel Malucelli estava na Itália e foi o último dos 15 mandados de prisão a ser cumprido (Foto: Ricardo Vilches)

O empresário Joel Malucelli, que estava com mandado de prisão em aberto na operação Rádio Patrulha, realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), se entregou nesta sexta-feira (14) ao retornar da Itália. Malucelli foi o último dos 15 mandados de prisão a serem cumpridos na operação do Gaeco.

Na quinta-feira (13), o empresário e ex-secretário de Assuntos Estratégicos na gestão de Beto Richa, Edson Casagrande, também se entregou em Curitiba.

Depoimentos no Gaeco

Joel Malucelli será encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para realizar exame de corpo de delito. Em seguida, ele volta para prestar depoimento aos promotores do Ministério Público do Paraná junto com demais investigados, como o ex-governador Beto Richa e a ex-primeira dama, Fernanda Richa.

Joel deve ser encaminhado ao Complexo Médico Penal (CMP), em Pinhais, onde estão os presos da operação - exceto Beto, Fernanda e Pepe Richa, que permanecem no Regimento de Polícia Montada.

Apresentação de Joel Malucelli

O empresário tinha até as 14 horas desta sexta-feira (14) para se apresentar voluntariamente à sede do Gaeco para não ser considerado foragido, conforme decisão judicial que não concedeu a revogação da prisão.

Operação Rádio Patrulha

Na terça-feira (11), o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná,cumpriu 15 mandados de prisão temporária e 26 mandados de busca e apreensão em Curitiba, Londrina, Santo Antônio do Sudoeste e Nova Prata do Iguaçu.  
As medidas investigam o programa Patrulha do Campo, do Governo do Estado do Paraná, no período 2012 a 2014, apurando-se indícios de direcionamento de licitação para beneficiar empresários e pagamento de propina a agentes públicos, além de lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça.

Entre os presos, estão o ex-governador do Paraná, sua esposa, seu irmão, ex-secretários de governo e empresários.

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