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Em Curitiba, líderes do BRICS pedem cooperação mais intensa entre os países

Os líderes do grupo dos países: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (BRICS) estiveram reunidos a capital do Paraná nos dias 14 e 15 de março

Autor: Redação RIC Mais | Prefeitura Municipal de Curitiba
Primeira Reunião de Sherpas do BRICS, no Salão de Atos do Parque Barigui. (Foto:Cesar Brustolin/SMCS)
Primeira Reunião de Sherpas do BRICS, no Salão de Atos do Parque Barigui. (Foto:Cesar Brustolin/SMCS)

Curitiba foi o centro das discussões do grupo BRICS, formado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, durante os dias 14 e 15 de março. O encontro foi realizado no Salão de Atos do Parque Barigui e recebeu os líderes conhecidos como sherpas, encarregados pelos acordos entre as nações.

Entre os assuntos tratados, uma proposta de cooperação mais intensa e estruturada entre as agências de investimentos, exportações e comércio dos países do BRICS foi amplamente discutida. Esse será um dos temas levados para a XI Cúpula de presidentes, que vai ocorrer em Brasília no mês de novembro.

Brasil à frente ao BRICS

A reunião em Curitiba marcou o início da presidência de turno do Brasil à frente ao BRICS. Neste primeiro encontro de trabalho do ano foi debatido tudo o que será feito ao longo de 2019.

Entre os assuntos prioritários do Brasil estão ciência, tecnologia e inovação. Os representantes dos países também discutiram a cooperação em segurança, ações anticorrupção, contraterrorismo e ações na área da saúde.“A cooperação do grupo envolve temas que podem parecer remotos, distantes às pessoas, mas também reúne vertentes de direto e imediato interesse para todos os cidadãos que moram nos países do BRICS”, explicou o embaixador Norberto Moretti, representante do Brasil no grupo.

Conexão com o mundo

O encontro internacional do BRICS trouxe cerca de 55 representantes diplomáticos para Curitiba. “Curitiba dá um passo adicional para entrar, cada vez mais, no mapa do mundo e abrir oportunidades de cooperação com essas economias internacionais”, definiu o embaixador Moretti.

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