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EXCLUSIVO: casal queria vender celular de Cristiana Brittes após crime

Cristiana Brittes tentou vender o aparelho celular após o crime e esteve acompanhada de Edison Brittes durante todo o tempo

Autor: Redação RIC Mais
Casal Brittes tentou vender celular após o crime (Reprodução)
Casal Brittes tentou vender celular após o crime (Reprodução)

Imagens exclusivas obtidas pela reportagem da RICTV | Record TV mostram Edison Brittes e Cristiane Brittes querendo vender um aparelho de celular avaliado em R$ 3 mil, que era de uso dela, em uma assistência técnica, às 17h10, no dia 31 de outubro, horas antes de ser presa pela Polícia Civil, às 22h do mesmo dia, por envolvimento no caso Daniel.

Cristiana Brittes queria vender celular após crime

Segundo a responsável pela loja, Cristiana Brittes estava abatida quando chegou ao estabelecimento e se reservou a falar apenas os problemas do celular. 

Nas imagens, Edison Brittes chega sozinho ao local com o celular. Minutos depois Cristiana Brittes aparece nas imagens e fica sentando em um sofá. A mulher se manifestou depois que testes foram realizados no aparelho antes de concluir a venda do aparelho eletrônico - o que não foi possível pelos defeitos apresentados.

Loja entregou celular para Polícia Civil

De acordo com a assistência, o celular estava com defeito na placa de áudio, na parte do microfone, e ficou no estabelecimento. Após descobrir que o casal Brittes tinha envolvimento no caso Daniel, o responsável pela loja entrou em contato com a Polícia Civil e entregou o aparelho na segunda-feira (5) e a ordem de serviço. O celular não foi resetado pela equipe e foi entregue à polícia do jeito que o casal deixou.

Daniel era cliente da loja

O jogador Daniel Correa também era cliente da loja de celular onde Edison Brittes e Cristiana Brittes estiverem poucas horas antes da prisão dela. De acordo com funcionários, os dois eram clientes há anos e frequentavam o local com periodicidade.

Caso Daniel jogador: mistério sobre o crime pode ser desvendado hoje

Dois envolvidos no caso, que foram presos na quinta-feira (7), Ygor e Deivid podem esclarecer o que ocorreu entre o momento em que o jogador Daniel é colocado no porta-malas, na casa da família Brittes, e quando foi deixado no matagal, em São José dos Pinhais. 

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