Curitiba

Criança de um ano fica presa em buraco e sai ilesa

Após duas horas de desespero dos pais e muito trabalho dos Bombeiros, o menino foi resgatado com ferimentos leves

Após horas de desespero dos pais, a criança foi resgatada do buraco e levada à Santa Casa com ferimentos leves. (Foto: Foto: Rafael Silvestrin/Tásabendo)

Após horas de desespero dos pais, a criança foi resgatada do buraco e levada à Santa Casa com ferimentos leves. (Foto: Foto: Rafael Silvestrin/Tásabendo)
Após horas de desespero dos pais, a criança foi resgatada do buraco e levada à Santa Casa com ferimentos leves. (Foto: Rafael Silvestrin/Tásabendo)

A vítima foi resgatada praticamente ilesa, apenas com ferimentos leves, e foi levada ao hospital Santa Casa, para realizar exames e receber cuidados médicos.

Veja também

Vídeo impressionante mostra acidente de moto na BR-376

Socorristas tentam salvar possível vítima de overdose no centro da capital

Envie seu comentário

Comentários (0)

Em reação à Baleia Azul, publicitários criam lista de 'tarefas do bem'

Em reação ao jogo macabro, o desafio é fazer posts otimistas com 50 tarefas que façam o bem ao outro e ao próprio jogador

Proposta número 21 da 'Baleia Rosa' (Foto: Facebook, Reprodução)

Em reação à Baleia Azul, jogo na internet que incentiva o suicídio, uma dupla de publicitários paulistanos resolveu criar uma versão positiva do game: o Baleia Rosa. "Meu amigo começou a me contar o que era o jogo Baleia Azul. Vi uns vídeos de youtubers falando sobre o assunto e fui atrás da lista (de tarefas). Fiquei muito mal com o que eu li", conta uma das idealizadoras da página, de 30 anos, que prefere não se identificar.

Diante da perplexidade com o "game", ambos tiveram a ideia de criar a Baleia Rosa e fazer posts otimistas com 50 tarefas que façam o bem ao outro e ao próprio jogador. Entre as propostas da "baleia do bem" estão tarefas como "Converse com alguém com quem você não fala há muito tempo" e "Grite na rua: eu me amo". "Fomos lendo a lista da Baleia Azul e tentamos fazer o extremo oposto", diz a publicitária.

Em apenas 6 dias no ar, a página no Facebook já tem quase 5 mil seguidores e não para de crescer. "Fiz um pequeno anúncio no Facebook e marquei no filtro as pessoas mais propícias a buscar a Baleia Azul. Minha intenção era chegar às pessoas que estavam buscando o 'errado' pra dar outra visão a elas", conta a publicitária.

Desde que a página foi criada, já recebeu mensagens até de professores falando que usariam as novas tarefas com os alunos na escola. "Se tornou uma corrente do bem. A gente viu que tem muita gente copiando os posts e ficamos felizes com isso".

Publicações de pessoas em depressão e pedidos de ajuda também aparecem, segundo a publicitária. Para atendê-las de forma profissional, a dupla procurou uma amiga psicóloga que lê os textos e responde. "Em alguns casos, orientamos para procurar o CVV (Centro de Valorização da Vida)", destaca.

Envie seu comentário

Comentários (0)

Mãe mostra rotina de filho com TDAH nas redes sociais

Julyana Mendes, do @Mãe de Sete, compartilha a rotina do filho com TDAH como forma de incentivo para outras mães

Julyana Mendes, do @Mãe de Sete, dá dicas para as mamães que possuem filhos com o mesmo distúrbio (Foto: Reprodução/Facebook)

Julyana Mendes, do @Mãe de Sete, dá dicas para as mamães que possuem filhos com o mesmo distúrbio (Foto: Reprodução/Facebook)
Julyana Mendes, do @Mãe de Sete, dá dicas para as mamães que possuem filhos com o mesmo distúrbio (Foto: Divulgação)

O Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), também conhecido por Distúrbio de Déficit de Atenção (DDA), acomete de 3% a 5% de todas as crianças do mundo, segundo estudos da Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA). Caracterizado por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade, o transtorno tem causas genéticas e, geralmente, aparece na infância e acompanha o indivíduo ao longo de sua vida.

Pensando em auxiliar as mamães que tem filhos nas mesmas condições, a digital influencer Julyana Mendes, do @Mãe de Sete, compartilha sua rotina nas redes sociais. Seu filho Luís Felipe, de 13 anos, foi diagnosticado aos 6. Na época, ele não conseguia se concentrar nas tarefas em sala de aula e tinha dificuldades de relacionamento com os colegas.

“Ele tinha dificuldades de se concentrar e realizar tarefas simples, como ficar sentado enquanto o professor explica o conteúdo. Era setembro, final do ano letivo, e ele ainda não estava alfabetizado. Após o diagnóstico, Luís Felipe passou a ser medicado e, em dois meses, foi albetizado. Ao longo dos últimos anos, temos realizado várias tentativas de adpatação até chegarmos na medicação mais adequada, com o auxílio de neuropediatras, psiquiatras e psicólogos. Hoje ele é uma criança ativa e disciplinada”, explica Julyana.

Veja também: Saiba como controlar o défcit de atenção

Além da importância de se procurar auxílio médico e tratamento adequado para as crianças, é preciso que a família se envolva no tratamento, buscando estratégicas que complementem a medicação.

“Eu mesma descobri que sofro do mesmo distúrbio, após conhecer melhor sobre a doença. Portanto, sugiro aos pais reforçar o que há de melhor na criança, não comparar seu filho com outros, cobrar empenho e não resultados e elogiar são algumas das atitudes que os pais podem adotar para contornar a situação.  Outra medida que adotamos com nosso filho foi um espaço exclusivo para estudos, em que o ensinamos a não interromper suas atividades e a finalizar tudo o que começa”, conta Julyana.

 

Envie seu comentário

Comentários (0)