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Operação Gaeco

STJ nega pedido de habeas corpus para Beto Richa e Fernanda

A liberdade do casal Beto e Fernanda Richa foi negada pela ministra Laurita Vaz na tarde desta quinta (13)

Autor: Redação RIC Mais
Beto Richa e Fernanda devem permanecer presos até o fim da prisão temporária. (Foto: Reprodução/Instagram)
Beto Richa e Fernanda devem permanecer presos até o fim da prisão temporária. (Foto: Reprodução/Instagram)

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou, na tarde desta quinta-feira (13), o pedido de habeas corpus feito pela defesa de Beto Richa e sua esposa. Com a decisão da ministra Laurita Vaz, o ex-governador e Fernanda Richa seguem detidos no alojamento do Estado-Maior dentro do Regimento de Polícia Montada Coronel Dulcídio, da Polícia Militar, no bairro Tarumã, em Curitiba.

Na quarta-feira (12), o pedido já havia sido negado pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR). Ambos cumprem uma prisão temporária de cinco dias, que deverá acabar no sábado (15), desde que não seja prorrogada.

O casal foi preso na manhã de terça-feira (11) durante a Operação Rádio Patrulha, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná.

Depoimentos na operação Rádio Patrulha

Segundo o coordenador do Gaeco, Leonir Batisti, as testemunhas foram ouvidas nesta quinta-feira (13), até às 19h, pelos promotores. À tarde, os presos na operação começam a ser ouvidos obedecendo uma ordem de prioridade. Primeiramente, foram ouvidos os que estão presos no Complexo Médico Penal, em Pinhais. E, na sequência, os membros da família Richa: Beto, Fernanda e Pepe, que estão no Regimento de Polícia Montada. No entanto, apenas Pepe Richa foi ouvido e ele preferiu manter silêncio. Os depoimentos de Fernanda e Beto Richa acabram sendo transferidos para sexta-feira (14). 

André Vieira Richa, filho o candidato ao Senado, apesar de não ter sido preso também foi intimado a prestar esclarecimentos por ser sócio da empresa de corretagem BFMAR, suspeita de lavagem de dinheiro.

Suspeitas do Ministério Público do Paraná

A Operação Rádio Patrulha investigou o pagamento de propina para agentes públicos, lavagem de dinheiro e direcionamento de licitações de empresas durante o programa do governo estadual ‘Patrulha do Campo’, além de obstrução da Justiça. Segundo a promotoria, Beto fazia lavagem de valores ilícitos com apoio da mulher, Fernanda Richa. Maiores detalhes sobre a operação não foram divulgados, pois correm em sigilo de Justiça.

Assista ao vídeo sobre os pedidos de liberdade de Beto e Fernanda Richa negados:

O RIC Notícias falou sobre o assunto.

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