Curitiba

Assaltante rouba carro e leva criança como refém no norte do Paraná

Homem mandou a mãe descer do veículo e levou a criança no banco de trás; ele foi perseguido e conseguiu fugir

Criança foi abandonada em frente a uma escola e foi resgatada sem ferimentos (Foto: WhatsApp/olaboração)

Um bandido armado roubou um veículo e levou uma criança de 9 anos como refém na noite de domingo (18), em Arapongas, na região norte do Paraná. O carro, um Corsa, estava estacionado em frente a uma farmácia, no centro da cidade, quando o homem deu voz de assalto e mandou a mãe do menino descer do veículo.

Ele fugiu levando o carro com o garoto no banco de trás. O pai, que estava dirigindo e deixou a família dentro do automóvel enquanto ia até a farmácia, ficou desesperado, assim como a mãe da criança.

A criança foi abandonada minutos depois nas proximidades de um colégio, a alguns quilômetros da farmácia. Depois disso, o automóvel foi localizado pela Polícia, e houve perseguição e troca de tiros.

O homem tentou fugir da cidade pela rodovia PR-218, em direção a Sabáudia. Ele foi alcançado, jogou o veículo contra as viaturas da polícia várias vezes e efetuou disparos contra os policiais.

O suspeito abandonou o carro e conseguiu fugir a pé, entrando em uma região de mata às margens da estrada. Ele ainda não foi localizado

A criança foi resgatada sem nenhum ferimento.

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TSE lança campanha nas redes sociais para acabar com mitos eleitorais

A ideia da campanha é desmistificar alguns temas e esclarecer o eleitor brasileiro

'Votar nulo anula uma eleição?' é o primeiro tema abordado pela campanha (Foto: Reprodução Twitter)

Com o objetivo de esclarecer questões sobre o processo de votação, opções de voto e o resultado de uma eleição, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lança neste domingo (18) em suas redes sociais a campanha Mitos Eleitorais. O primeiro tema a ser abordado na fanpage, no Facebook e no perfil do tribunal no Twitter será "Votar nulo anula uma eleição?".

A ideia da campanha, que será veiculada este mês e em julho, é desmistificar alguns temas e esclarecer o eleitor brasileiro. Para isso, foram criados nove vídeos de curta duração, animados, com infográficos para as redes sociais.

Os demais temas da campanha são "Voto em branco vai para quem está ganhando?", "Voto em branco é igual a voto nulo?", "É eleito sempre o candidato que possui mais votos?", "Quem não votou na última eleição não pode votar na próxima?", "Depois da eleição é possível saber em quem o eleitor votou?", "Quem é convocado para ser mesário, será convocado sempre?", "Ninguém pode ser preso no dia da eleição?" e "O eleitor pode votar usando a camiseta do seu partido?".

No Twitter do tribunal, o eleitor também pode participar de um jogo para testar seus conhecimentos. 

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Sobe para 61 número de mortos em incêndio florestal em Portugal

O primeiro-ministro português, Antonio Costa, considerou o incêndio 'a maior tragédia' que Portugal já vivenciou em décadas e decretou luto de três dias

Acredita-se que um raio pode ter provocado o incêndio em Pedrógão Grande, a cerca de 150 quilômetros de Lisboa, capital de Portugal (Foto: Fernando Calzzani/Estadão Conteúdo)

Subiu para 61 o número de pessoas mortas por causa de um incêndio florestal de grandes proporções em andamento na região central de Portugal. Algumas das vítimas foram atingidas enquanto tentavam fugir, disseram autoridades neste domingo (18). O primeiro-ministro português, Antonio Costa, considerou o incêndio "a maior tragédia" que Portugal já vivenciou em décadas e decretou luto nacional de três dias.

Uma enorme parede de fumaça espessa e chamas vermelhas brilhavam acima das árvores em Pedrógão Grande, a cerca de 150 quilômetros de Lisboa, onde acredita-se que um raio pode ter provocado o incêndio. Investigadores encontraram uma árvore atingida por um raio durante uma "tempestade seca", disse o chefe da polícia nacional aos meios de comunicação portugueses. As tempestades secas ocorrem quando a chuva evapora antes de atingir o chão por causa das altas temperaturas. Autoridades dizem que temperaturas de cerca de 40 graus registradas na área nos últimos dias também podem ter influenciado o incêndio.

Portugal, como a maioria dos países da Europa Meridional, é propenso a incêndios florestais nos meses secos do verão. Pelo menos quatro outros incêndios significativos afetam diferentes áreas do país no domingo, mas o de Pedrógão Grande foi responsável por todas as mortes.

"As dimensões deste fogo causaram uma tragédia humana além de qualquer memória", disse o primeiro-ministro português, Antonio Costa, a jornalistas em sua chegada à cena neste domingo. "Algo extraordinário ocorreu e temos que esperar que os técnicos determinem adequadamente suas causas."

Mais de 350 soldados se juntaram neste domingo aos 700 bombeiros que lutam para apagar as chamas. Em resposta a um pedido de ajuda de Portugal, a Espanha enviou quatro aeronaves de combate a incêndio, enquanto a França disponibilizou mais três. A Grécia também ofereceu ajuda.

O secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, disse que as equipes de combate a incêndios estavam tendo dificuldades em combater o fogo, que era "muito intenso" em pelo menos duas das quatro frentes. Segundo ele, as autoridades estavam preocupadas com os fortes ventos que poderiam ajudar a espalhar o incêndio ainda mais.

Gomes disse que pelo menos 30 pessoas morreram dentro de seus carros enquanto tentavam fugir, entre as cidades de Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pêra. Outras 17 morreram fora de seus carros ou pela estrada, 11 pessoas morreram na floresta e duas pessoas morreram em um acidente de carro relacionado ao incêndio. Até agora, ninguém foi atingido pelo fogo dentro de uma casa. O secretário informou também que 54 pessoas foram feridas pelo fogo, 5 delas seriamente, incluindo quatro bombeiros e uma criança.

O maior registro de mortes por causa de incêndios florestais em Portugal ocorreu em 1966, quando 25 soldados morreram tentando combater o fogo. Em agosto passado, incêndios ocorridos em diversos pontos do país deixaram quatro mortos.

Fonte: Associated Press

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