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Por Jorge Jubrail

A solitude desperta o amor, primeiro por nós mesmos, depois às pessoas

"Reconhecemos o amor próprio quando mergulhamos na solitude, que é a manifestação da vontade de isolamento das interferências e ruídos das outras pessoas. Precisamos desenvolver a habilidade de conduzirmos mais as nossas vidas e deixamos de sermos conduzidos pelas pessoas."

Autor: Jorge Jubrail
Banco de Imagens Pixabay.jpg
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Diferente da solidão, que é quando nos encontramos sozinhos e vazios, a solitude representa nós mesmos, encontrados dentro de nossos corações e mentes. A solitude é voluntária, é nosso desejo latente do reencontro da centelha divina que somos com a Luz do Pai Amantíssimo. Buscamos a nós mesmos e encontraremos a vida no nosso próprio íntimo, não fora na materialidade das coisas que enxergamos.

Deus não precisa dar provas de Sua existência, Se faz reconhecer aos que acreditam que Ele existe e não precisam de provas para acreditarem. A cada dia, observando ao nosso entorno, reconheceremos Sua existência na natureza e em todas as coisas do Universo.

Tudo o que realizamos aqui repercute no Universo, a energia circula e retorna para o ponto de partida. Ninguém e nada se passa sem que receba de volta toda sua manifestação. Não há como fugir da lei do retorno, do dar e receber na mesma moeda. Antes de qualquer atitude, lembremos que colheremos o que plantarmos.

Somente a solitude nos permite “escutar o silêncio”, que se manifesta nos ouvidos da consciência, na medida que desenvolvemos a habilidade de nos desligarmos dos ruídos e interferências do mundo indiscreto que vivemos. A conversa que temos conosco mesmo é a mais sincera que podemos ter, precisamos ter mais momentos de prosa íntima com nosso ser.

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