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Por Jorge Jubrail

No lapidar da pedra bruta, a primeira martelada é a mais importante

"A primeira martelada na pedra bruta é tão importante quanto a última que a transforma em polida. Precisamos ter muita disciplina, resiliência e determinação para iniciarmos e concluirmos nossa transformação. Substituamos o ódio pelo amor para colhermos coisas boas, resultado das mudanças que queremos ver no mundo."

Autor: Jorge Jubrail
Banco de Imagens Pixabay.jpg
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Por que não conseguimos mudar certas situações que nos incomodam? Simples, porque alimentamos elas diariamente. Ao invés de promovermos o que gostamos, passamos boa parte de nosso tempo atacando o que odiamos.  Portanto, nosso primeiro passo será eliminar todo o ódio e o ranço do coração, ao ponto de esvaziá-lo para permitir que só entre o amor, até transbordar e inundar as pessoas ao nosso redor.

Ainda que sejamos apenas amor e solidariedade, precisamos entender que não devemos, jamais, nos despedaçar para mantermos as pessoas inteiras. Para que transbordemos e nos solidarizemos com a dor alheia, é preciso que estejamos inteiros de corpo e alma comprometidos com a causa.

Em nossas lutas diárias, exijamos de nós mesmos o que queremos receber do próximo. Se queremos respeito e educação, demonstremos primeiro. Lembremos que estamos colhendo agora, tudo que já plantamos, é obrigatório que assim seja. Daqui para frente, colheremos o que estamos semeando, sempre estará em tempo de colher e jogar todo o ódio fora, para que o campo fique livre à semeadura do amor fraterno.

Ainda que estejamos encontrando dificuldades em nos lapidarmos, não devemos esmorecer, porque a transformação é lenta,  a primeira martelada na pedra bruta é tão importante quanto a última que tira a crosta Assim, continuemos nosso exercício diário com disciplina, algumas vez, com resiliência, mas, sempre com muita determinação.

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